Amor de Motoqueiro
— empurrei o quadril me afastando dele e entrando no bendito chuveiro ou nunca sairíamos dali.
O homem continuou lá parado, me encarando em toda sua glória, os olhos pequenos em um tom de azul intenso, os lábios separados em uma respiração rápida, o peito tatuado subindo e descendo visivelmente e então aquele pau, de cabeça rosada, veias saltadas, grosso, grande e duro, como um trono esperando sua rainha sentar.
O pensamento me fez rir e eu tentei afastar a graça, mas foi inevitável não soltar uma rápida gargalhada antes que me segurasse.