Nas garras do amor
Eiden, com sua voz calma, mas repleta de emoção, explicou como a luta havia transformado cada um deles, deixando marcas que, embora dolorosas, eram também símbolos de superação.
Durante a refeição, a conversa desviou para um assunto que sempre despertava curiosidade e um leve temor entre os membros da matilha: Sidônia, a deusa da Umbra. Era uma lenda nunca conhecida, uma figura mítica que simbolizava tanto a luz quanto as sombras, e que, de alguma forma, parecia estar ligada aos destinos de cada um.
— Sabem — começou Sarah, com um olhar que misturava seriedade e esperança, — enquanto pesquisava, descobri algo surpreendente. Existe um ritual que pode nos ajudar a separar a maldição de Eidan.