A Humana Leiloada do Detetive Alfa
O Alfa se senta na beira da cama, os cotovelos apoiados nos joelhos, o membro ainda sensível, uma saudade do calor úmido do canal apertado de sua fêmea persistindo em seu corpo.
Ela não pode ser a minha fêmea — ele repete, mais uma vez, para si mesmo, mas não com a certeza que gostaria. Ele passa as mãos pelo rosto, tentando dissipar a névoa que ainda paira em sua mente, tentando encontrar alguma racionalidade entre os instintos selvagens que tomaram conta dele.