Vendida Para o Ceo Dominante
— fala, a voz baixa e controlada — Não pra julgar o nosso casamento, o meu comportamento ou qualquer coisa entre mim e a minha mulher.
Quando ele diz “minha mulher”, eu vejo o músculo da mandíbula dele mexer. Ela percebe também.
— Essa forma como você se refere a ela… — continua a doutora, sem recuar — “minha mulher”, “minha”, “pertence a mim”… isso demonstra possessividade. Angel não é um objeto pra pertencer a ninguém.
Eu fico em silêncio. Observando. Ele levanta. Eu conheço aquela mudança de postura. O olhar mais escuro, a coluna ereta, o jeito como as mãos se movem com calma demais.