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Tabú: Amarras e Pecados

Tabú: Amarras e Pecados

+21 Conteúdo explícito, tabu e viciante. Você vai se arrepender. E ainda assim vai querer mais. Ela gemia, mesmo quando sabia que era errado. Ele apertava mais forte, puxava mais fundo e ela pedia mais. Em Tabu: Amarras & Pecados, te leva por caminhos onde o desejo tem gosto de pecado, cheiro de couro, som de correntes e o peso de nomes que não deveriam estar na sua cama. Aqui, o prazer é bruto, proibido, quente como ferro em brasa. São contos que misturam submissão e poder, sangue e luxúria, amarras físicas e emocionais, corpos que se reconhecem mesmo quando o mundo diz que não deveriam. Irmãos. Padrastos. Professores. Alunas. Cada história é um convite indecente e você vai aceitar. Esta coletânea não é para os fracos. É para quem goza com a consciência suja, o corpo marcado e a alma em chamas.
Romance
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Abandonando os Canalhas, um Novo Caminho

Abandonando os Canalhas, um Novo Caminho

Fabiana Cabral jamais poderia imaginar que, no dia do seu aniversário, o próprio filho lhe entregaria um pedaço de bolo de castanha capaz de causar uma reação alérgica fatal. No momento em que começou a sentir sua visão turvar, ela ouviu o grito furioso de Yuri Miranda: — Caio Miranda, você não sabe que sua mãe é alérgica a castanhas? A voz infantil de Caio soou surpreendentemente clara e firme: — Sei, mas eu quero que a tia Cecília seja minha mãe. Papai, você também pensa assim, não é? — Mesmo que eu... Fabiana tentou reagir, mas uma sensação sufocante tomou conta do seu corpo. Ela já não conseguia ouvir o que Yuri dizia a seguir. Nos instantes finais antes de perder completamente a consciência, apenas um pensamento ecoava em sua mente: "Se eu acordar, nunca mais quero ser a esposa de Yuri nem a mãe de Caio."
Short Story · Romance
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Renascida, Cansei de Ser a Esposa do Chefão

Renascida, Cansei de Ser a Esposa do Chefão

Depois que minha irmã mais nova foi para o exterior, me casei com o chefão da máfia no lugar dela. Cinco anos depois do nosso casamento, nos tornamos os maiores inimigos um do outro. Ele me odiava por ter afastado minha irmã e por ter tramado para me tornar sua esposa. Eu o odiava por sempre me tratar como uma substituta, sem nunca me reconhecer diante do mundo. Minha falta de status trouxe humilhação aos meus pais vaidosos, e a partir daquele momento, o amor deles por mim se transformou em ódio. No fim, ele e meus pais me abandonaram em uma montanha nevada enquanto celebravam o Natal com minha irmã. No frio intenso, morri junto com o filho que nunca cheguei a conhecer. Enquanto isso, minha irmã desfrutava do amor de todos e teve o Natal mais feliz de sua vida. Quando abri os olhos novamente, havia voltado ao dia em que minha irmã retornou do exterior. Desta vez, eu não imploraria mais pelo amor de Gideon ou dos meus pais.
Short Story · Máfia
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Meu Marido Força Filho a Ajoelhar na Véspera

Meu Marido Força Filho a Ajoelhar na Véspera

Depois de ser usada como banco de sangue pela amante do meu marido, eu morri de doença em um apartamento alugado que ele, um bilionário, me ofereceu por caridade. Hoje era o terceiro dia desde a minha morte, e meu filho de seis anos finalmente percebeu que algo estava errado. Ele se cortou com um brinquedo, mas eu não o consolei. Ele abriu um biscoito e tentou colocá-lo em minha boca, mas eu não o impedi. Ele se deitou em meus braços, agarrando minhas roupas e sussurrando "mamãe", mas eu não respondi. Sem saber o que fazer, ele encontrou meu celular e ligou para o pai bilionário. — Papai, por que a mamãe ainda está dormindo? O homem respondeu enviando uma foto dele e de sua amante em uma farta ceia de Véspera de Natal, e disse com frieza: — Ela está apenas dormindo, não está morta. Hoje é Véspera de Natal, estou muito ocupado. Diga a essa sua mãe que só venha me procurar quando estiver disposta a admitir seu erro. A ligação foi encerrada, e Mateus ficou parado por um longo tempo. Ele pegou o último biscoito da casa que estava no lixo, partiu-o em dois e ofereceu um pedaço à minha boca. — Mamãe, vamos comer também.
Short Story · Romance
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Recomeçar Não Apaga Tudo

Recomeçar Não Apaga Tudo

Em Vale Central, Felipe Fagundes e eu éramos o casal mais comentado, e mais hostil da cidade. Ele me desprezava, dizia que eu não tinha pudor e que usei todos os meios para forçar um casamento com ele. Eu o odiava. Noite após noite, ele se continha por Mônica Pimentel, reservando toda a frieza possível para mim. Durante oito anos de casamento, a frase que ele mais repetiu foi para eu sumir da vida dele. Quando a enchente chegou, Felipe, sempre tão cruel nas palavras, abriu mão do último lugar no bote salva-vidas e o deixou para mim. Ele gritou para mim: — Não olhe para trás, vá logo! — Natália Júnior, eu não te devo mais nada. Na próxima vida, só quero ficar com a Mônica. Eu quis voltar para salvar ele, mas fui impedida. No fim, só pude ver ele ser engolido pela enchente. A equipe de resgate chegou tarde demais. O corpo dele, já em decomposição, ainda segurava com força o medalhão de jade da Mônica, impossível de tirar das mãos dele. Depois disso, vendi todos os meus bens, doei tudo para a região atingida pelo desastre e me joguei do alto de um prédio para seguir ele na morte. Quando abri os olhos novamente, tinha voltado para a noite em que Felipe foi drogado.
Short Story · Romance
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Na Explosão, Você Fugiu. No Altar, Fugi Eu.

Na Explosão, Você Fugiu. No Altar, Fugi Eu.

No momento da explosão no laboratório, meu namorado, Gustavo Sena, correu desesperado... Mas não até mim. Ele correu até Lívia Cardoso, que estava distante do centro da explosão, e a protegeu com o próprio corpo. Quando o barulho cessou, ele a levou imediatamente ao hospital, nos braços. Nem sequer olhou para mim, caída no chão, coberta de sangue. Aquela garota que ele criou e cuidou por dezoito anos preenchia completamente seu coração. Não havia mais espaço para mim. Meus colegas me levaram ao hospital. Sobrevivi por pouco. Depois de sair da UTI, com os olhos ainda inchados de tanto chorar, liguei para meu orientador: — Professor Luís, eu pensei bem e tomei uma decisão. Aceito ir com você para o projeto de pesquisa confidencial. Mesmo que a viagem seja em um mês, e eu não possa ter contato com ninguém por cinco anos... Está tudo bem. Em um mês, eu me casaria e realizaria um sonho que eu alimentava há muito tempo. Mas agora... Eu já não quero mais.
Short Story · Romance
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A Noiva Que Perdeu Tudo

A Noiva Que Perdeu Tudo

No dia que deveria ser o meu casamento... a noiva não era eu. A cerimônia pela qual esperei durante cinco anos se transformou em uma piada quando Valentina, minha irmã, entrou pelo corredor de mármore usando um vestido de noiva branco. Seu braço estava entrelaçado ao de Luca, o homem que deveria estar me esperando no altar. — Sinto muito, Bianca. — Disse ela suavemente. — Mas hoje você não é mais a noiva. Então ela tocou a própria barriga, os olhos brilhando de triunfo. — Estou grávida do filho de Don Romano. Suas palavras explodiram dentro da minha cabeça, e o mundo inteiro mergulhou no silêncio. Como se temesse que eu não acreditasse, ela ergueu algo brilhante em direção à luz. Uma imagem de ultrassom em preto e branco. Nela, lia-se claramente: Idade gestacional — 12 semanas. Meus olhos arderam, as lágrimas queimando enquanto me virei para Luca, procurando desesperadamente qualquer coisa, uma negação, uma explicação, arrependimento. Em vez disso, ele apenas suspirou, cansado e resignado. — Bianca, me desculpa... — Disse ele, impotente. — Valentina não tem muito tempo de vida. Este casamento… era o último desejo dela. — Eu vou compensar você. — Acrescentou. — Podemos ter outro casamento depois. Meu pai, Moretti, estava atrás dele, usando a mesma expressão severa que carregou durante toda a minha vida. Nunca o vi sorrir para mim, nem uma única vez. — Bianca!! — Disse ele, ríspido. — Sua irmã está morrendo. Deixe que ela fique com isso. Meu irmão assentiu em silêncio, como se isso fosse uma resposta suficientemente sólida. Durante toda a minha vida, eles sempre a escolheram, as lágrimas dela, seus caprichos, suas necessidades, acima das minhas. Hoje não foi diferente. Algo dentro de mim se quebrou silenciosamente. Tudo bem. Se ninguém nesta família se importa comigo, eu vou embora.
Short Story · Máfia
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Sem Toque, Um Amor Desperdiçado

Sem Toque, Um Amor Desperdiçado

Casados há três anos, Heitor Mendes tratava Patrícia Vieira com uma frieza cortante, mas a amante dele ousou ultrapassar todos os limites ao enviar uma foto vestindo a camisola de Patrícia. [Patrícia, não fique brava. O Heitor disse que eu fico melhor com essa roupa do que você.] A amante acariciava a barriga levemente arredondada, enquanto lançava um olhar cheio de desprezo e provocação para Patrícia. Durante três anos de casamento, Patrícia dormiu sozinha na cama de casal, acreditando que o marido estava apenas focado no trabalho. Até que a amante apareceu, tirando-a de vez do lugar que ela ocupava. Foi então que Patrícia entendeu: todo o amor e dedicação de anos haviam sido despejados em um verdadeiro ingrato. — Me dê metade dos bens e eu entrego o lugar de Sra. Mendes ao seu "primeiro amor"! Patrícia deixou os papéis do divórcio sobre a mesa e saiu da casa que antes chamava de lar, dando espaço para que os dois traidores ficassem juntos. O que ela nunca imaginou era que, ao pedir o divórcio, o homem frio e distante que ela conhecia iria chorar até os olhos ficarem vermelhos e se ajoelhar aos seus pés, implorando por uma segunda chance.
Romance
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A Mulher Que Eu Não Quis

A Mulher Que Eu Não Quis

Cléusia Costa
Mais uma vez a noite cai e nada mais sou que um homem no auge dos 32 anos e com um casamento lixado. Monotonia era a mais adequada descrição até que encontrei-a... sim, mesmo sendo 10 anos mais nova o meu coração não raciocinou e entregou-se completamente...
8.74.8K viewsOngoing
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Minha Fuga Foi Sua Queda

Minha Fuga Foi Sua Queda

Meu nome era Isabella Wright. No meu quinto ano de casamento com o Don de uma poderosa família da máfia, eu descobri que o amuleto que ele havia me dado era responsável por me causar dores de cabeça sempre que eu o usava. Eu descobri um pequeno sachê no interior do amuleto e decidi levá-lo ao Hospital Cursley. Após examiná-lo, o médico disse que nele havia um veneno de ação lenta, que além de causar mal ao corpo da vítima, a longo prazo causava infertilidade. Eu comecei a chorar e exclamei: — Isso não é possível! Foi Vincenzo Cursley quem me deu isso! Ele era meu marido e dono desse hospital! Com uma expressão confusa, o médico me olhou e disse: — Minha senhora, talvez você devesse dar uma passada na psiquiatria. Eu conhecia muito bem o Sr. Cursley e sua esposa, eles eram um casal muito próximo e nesse momento estavam na ala VIP, tomando conta do bebê que ela acabara de ter. Então, o doutor me mostrou uma foto em seu telefone. Vincenzo estava com seu terno preto habitual, aquele com o emblema da família Cursley bordado. Ele segurava um bebê nos braços e ao lado dele havia uma mulher... Uma mulher que eu conhecia muito bem: Claudia Henderson, aquela que Vincenzo dizia ser sua irmã adotiva.
Short Story · Máfia
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