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Não era o Herdeiro que Ele Protegia

Não era o Herdeiro que Ele Protegia

CyathiaReconquistar a EsposaDespertarRomance dolorosoSuperaçãoAlphaLunaPrimeiro amorGravidez
No dia em que o primeiro amor do meu companheiro, à beira da morte, entrou em trabalho de parto, os pais dele postaram dez guerreiros à minha porta. Eles fizeram isso apenas para me impedir de invadir a sala de parto e arruinar o nascimento do herdeiro do Alfa Kaelen. No entanto, eu nunca apareci, nem mesmo depois que o choro de um recém-nascido preencheu o ar. A mãe dele, a antiga Luna, segurou a mão da outra loba com um suspiro de alívio. — Liana, conosco aqui, aquela estéril da Elara nunca fará mal a você ou ao filhote! Kaelen enxugou o suor da testa de Liana, com os olhos cheios de adoração. — Não se preocupe, meu pai tem homens guardando as fronteiras da alcateia. Se Elara ousar causar problemas, nós a exilaremos para sempre! Ele finalmente relaxou quando teve certeza de que eu não viria. Ele não conseguia entender. Tudo o que ele queria era dar um filho, um legado, ao seu primeiro amor que estava morrendo. Por que eu não podia ser mais compreensiva? Olhando para o filhote adormecido, um sorriso satisfeito cruzou seu rosto. Ele pensava que, se eu apenas aparecesse e pedisse desculpas a Liana, ele perdoaria todas as nossas brigas anteriores. Ele estaria até disposto a me consolar após o parto, talvez até me deixar ser a mãe do filhote apenas no nome, para que eu pudesse manter meu título de Luna. Mas ele não sabia. Eu acabara de enviar minha solicitação ao Conselho Superior. Em uma semana, eu renunciaria ao meu status na alcateia, partiria com os bebês em meu ventre e nunca mais o veria.
Short Story · Lobisomen
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Fui Embora no Dia em que Ela Engravidou

Fui Embora no Dia em que Ela Engravidou

Montanha RioContagem RegressivaRomance dolorosoLunaAmanteReconquistar a EsposaDespertar
Era o nosso sétimo aniversário de vínculo. No entanto, Xavier Ashton, o Alfa que controlava tudo, trouxe para casa sua amante grávida. Durante os últimos sete anos, ele me venerou. Beijava minha mão na frente de todos e dizia que eu era sua lua, a única Luna de sua vida. E agora, sua mão repousava sobre a barriga de outra loba, como se exibisse um milagre. — Ela está carregando meu primeiro filhote. Você tem o poder da Deusa da Lua. Quero que a abençoe. Além disso, ela tem tido pesadelos durante a gravidez, então ficará com o quarto principal. Fiquei paralisada, quase convencida de que tinha ouvido errado. — Você está brincando? Aquele é o meu quarto! Ele ergueu o olhar, o tom carregado de advertência. — A partir de hoje, é dela. A raiva quase me fez rir. Minha voz tremeu, mas estava clara. — Você engravidou uma loba Ômega insignificante e a trouxe para dentro da nossa casa? Xavier Ashton, você enlouqueceu de vez! — Não vou repetir isso uma terceira vez. Saia agora. Sua aura ficou gélida em um instante. A pressão de Alfa veio direto contra mim, fazendo minha loba interior choramingar. Ele achou que eu me submeteria obedientemente, mas não sabia que eu já havia arrumado minhas malas semanas antes, quando recebi o vídeo do caso dele. Enquanto eu caminhava em direção à porta da frente, ouvi-o zombar atrás de mim: — Deixem ela fazer birra. Em menos de três dias, vai voltar rastejando. Os membros da alcateia riram às minhas costas, já apostando em quantos dias eu aguentaria desta vez. No entanto, o carro particular enviado para me buscar já estava esperando à porta. Desta vez, eu estava cortando relações com ele de vez.
Short Story · Lobisomen
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Seu Coração de Vampiro nunca Bateu por Mim

Seu Coração de Vampiro nunca Bateu por Mim

CocojamVampiroContagem RegressivaRomance dolorosoReconquistar a EsposaDespertar
Na véspera do meu casamento, cheguei cedo à nossa catedral para me familiarizar com o lugar. Em vez disso, encontrei meu noivo e minha meia-irmã, Isabella, transando no altar. No nosso altar. Eu os flagrei. Ele nem sequer se desculpou, apenas me expulsou na tempestade. Eu desmoronei sob a chuva torrencial. Foi então que ele me encontrou. Alistair, o Príncipe Vampiro. Ele se movia pela tempestade como um deus. Ele me tirou da lama e me deu um palácio. Ele contou ao mundo que eu era a sua alma gêmea. Aquela que ele passou séculos procurando. Sua única e exclusiva. Por cinco anos, sua devoção me tornou a inveja do mundo sobrenatural. Eu acreditava ser a única exceção em sua vida eterna. Até eu encontrar seu quarto secreto. Meus dedos tocaram um pergaminho antigo. A escrita era em sangue. A primeira linha era o nome dela: Isabella. Logo abaixo, na caligrafia de Alistair: “Prioridade absoluta. Acima de tudo.” Abaixo disso havia um registro de cura que eu nunca tinha visto. Um registro de cura de vampiros. A data era da noite em que descobri que estava grávida. A noite em que fui atacada por lobisomens. Eles me trouxeram de volta ao castelo, coberta de sangue. Os curandeiros nunca vieram até mim. Acordei sozinha. O bebê tinha desaparecido. Nosso filho. O sangue dele, o meu sangue — desaparecido. E minhas roupas estavam encharcadas com o que restara. Eu limpei cada vestígio. Quando ele voltou para casa, desmoronei em seus braços. Nunca contei a ele. Eu não suportaria que ele sentisse a dor que eu senti. Agora eu entendia. Naquela mesma noite, Isabella também estava sendo atacada por lobisomens. E a ordem de Alistair ao conselho foi: — Enviem todos os curandeiros. Isabella é a prioridade. Meu coração parou. O desespero corria como veneno nas minhas veias. Se eu nunca fui a escolhida… então você pode ficar com sua eternidade. Eu não quero fazer parte disso.
Short Story · Vampiro
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Segunda Chance: Desta Vez, Não por Ele

Segunda Chance: Desta Vez, Não por Ele

Tomate VerdeHipócritaParcial / EgoístaLúcido(a) e independenteCrescimento femininoContra-ataqueDespertarHistória empolganteSuperaçãoRenascimento
Ao renascer, decidi preencher o nome da minha irmã no pedido de casamento. Desta vez, realizarei o desejo de Rafael Loureiro. Nesta vida, fui mais rápida que ele ao vestir o vestido de noiva na minha irmã e colocar o anel de noivado no dedo dela. Eu mesma orquestrei cada encontro entre ele e minha irmã. Quando ele levou minha irmã para São Paulo, não hesitei e fui para o sul, estudar na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tudo porque, na minha vida passada, quando eu já estava na meia-idade, ele e nosso filho ainda me imploravam pelo divórcio. Assim, concretizarei o último laço amoroso entre ele e minha irmã. Nesta nova vida, só quero alçar voo, livre de paixões.
Short Story · Romance
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Depois de Cancelar o Noivado, Passei a Ser Credora do Meu Ex-noivo

Depois de Cancelar o Noivado, Passei a Ser Credora do Meu Ex-noivo

Aria SalvatoreReconquistar a EsposaContra-ataqueRomance dolorosoReviravoltaHistória empolganteMáfiaDespertar
O ar no salão de alta-costura em Paris tinha cheiro de luxo e tensão. Esperei seis meses pelo meu vestido de noiva. Agora, ele estava no corpo de Sofia Ross — a influenciadora mais comentada do momento e irmã de consideração do meu noivo mafioso, Vincent Cassio. O gerente do salão suava frio, os olhos indo e voltando entre mim e o homem relaxado no sofá de veludo. Vincent Cassio se levantou e ajustou uma dobra da cauda cravejada de diamantes do vestido de Sofia com um gesto casual. — A estreia dela na próxima semana precisa de algo marcante. Ela vai usar. Escolhe algo da loja e para de fazer cena. O tom dele era frio, definitivo. Sob os lustres de cristal, Sofia se admirava no espelho de corpo inteiro, com um sorriso triunfante nos lábios. Olhei para o meu reflexo no mesmo espelho, vestindo jeans e um sobretudo pesado e encharcado. Eu parecia deslocada ali. De repente, todo o último ano de planejamento pareceu uma piada de mau gosto. Eu não gritei. Apenas senti o frio tomar conta de mim, acompanhado por um vazio entorpecente. Tirei o anel de noivado de cinco quilates do dedo. Ele bateu na mesa de centro de vidro com um clique seco. — Você tem razão, Vincent. Eu não preciso desse vestido de noiva. Desse casamento… também não preciso.
Short Story · Máfia
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Escolheu a Amante em Vez da Família, o Arrependimento o Levou à Loucura

Escolheu a Amante em Vez da Família, o Arrependimento o Levou à Loucura

Engenheiro das OndasPrimeiro amorMagnata poderosoAmanteTraiçãoDespertarKarmaRomance dolorosoDramático e exagerado
Um terremoto atingiu um país estrangeiro, e eu e minha sogra ficamos presas lá juntas. A equipe de resgate soube que o jatinho particular do meu marido estava por perto e pediu que eu o contatasse para nos ajudar. Mas eu apenas balancei a cabeça e recusei. Numa outra realidade, eu liguei desesperadamente para ele. Meu marido veio e salvou a mim e à minha sogra. Porém, por causa disso a paixão secreta dele, num ataque de birra, saiu para se divertir, e acabou sendo brutalmente violentada até a morte. Diante da sogra, meu marido disse friamente que aquela mulher era promíscua, e que a morte dela tinha sido um alívio. Mas, no dia do aniversário da morte dela, ele me torturou e me matou da mesma forma. — Eu sei que tudo isso foi parte do seu plano. Você vai pagar pela vida da Ju! — Disse ele. Depois do ocorrido, eu voltei no tempo, e agora tudo mudou. Desta vez, meu marido levou sua amada no jatinho particular para admirar as luzes da cidade à noite. Porém, ao descobrir o que aconteceu comigo e com a sogra, ele enlouqueceu.
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Casamento com o Cunhado

Casamento com o Cunhado

JustaDuplo renascimentoCrescimento femininoDespertarRomance fofoAmor exclusivo / DevotadoMelhor amiga
Depois de renascer. A primeira coisa que eu e minha irmã fizemos foi trocar de casamento. Na vida passada. Eu e minha irmã, Leticia Coelho, nos casamos no mesmo dia. Ela, gentil e recatada, casou-se com o general da Marinha, Marcos Falcão, frio e distante. Por Marcos ter perdido o aniversário de casamento para acompanhar o aniversário da sua primeira paixão, ela quis uma explicação. Ele, porém, afirmou estar de consciência tranquila, e assim os dois entraram numa guerra fria que durou cinquenta anos. Já eu, de temperamento explosivo, do tipo que prefere agir a discutir, acabei casada com o contador de uma fábrica mecânica. O contador era calmo e vivia reclamando que eu falava alto demais e não sabia me arrumar. A cada três dias era uma discussão pequena; a cada cinco, uma briga grande. No fim, brigávamos tanto que ele acabou simplesmente não voltando mais para casa. Em menos de um ano de casamento, nos divorciamos. Ao abrir os olhos novamente, eu e Leticia voltamos ao dia em que nos casamos juntas...
Short Story · Romance
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A Reviravolta do Tempo: Um Amor que se Tornou Mortal

A Reviravolta do Tempo: Um Amor que se Tornou Mortal

Atraso CarmesimHistória empolganteDespertarReviravoltaRomance dolorosoSustentador(a) apaixonado(a)
Estava com uma pancreatite aguda. Fui ao hospital em busca de socorro, mas os médicos se recusaram a me tratar, pois o meu marido era médico do pronto-socorro e havia ordenado a todos que não me atendessem. Na minha vida passada, bastava uma ligação para que ele aparecesse imediatamente ao meu lado. Mas, depois que seu grande amor morreu num acidente, ele jogou a culpa em mim, como se eu fosse a responsável por cada desgraça que se seguiu. No aniversário da minha mãe, ele envenenou toda a minha família e, em seguida, me esfaqueou repetidas vezes com um bisturi. — Dói? Jackie sentiu muita dor antes de morrer. Se não fosse por você, ela não teria saído no meu lugar. Você a matou, então vou fazer você e sua família morrerem por ela! Enquanto ele falava, seus olhos estavam frios e enlouquecidos, e cada golpe era carregado de ódio, como se só assim pudesse aliviar a própria culpa. Quando abri os olhos novamente, voltei ao dia em que tive pancreatite aguda depois de beber até o limite por causa dele. Mas desta vez, ele correu até Jackie Morse sem a menor hesitação. Acreditou ter feito a escolha certa, convicto de que finalmente estava seguindo o próprio coração. Mais tarde, foi ele quem veio até mim, ajoelhando-se aos meus pés, implorando que eu o aceitasse de volta, como se arrependimento tardio pudesse apagar tudo o que havia feito.
Short Story · Romance
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Sete Vezes sem Aparecer e Uma Despedida

Sete Vezes sem Aparecer e Uma Despedida

Carlos D.MHistória empolganteReconfortantePrimeiro amorAmigos de infânciaCanalhaContra-ataqueArrependimentoDespertar
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam. Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir. Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início. Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente. Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos. Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros. Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver. Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho. Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei. Não queria mais viver assim. Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
Short Story · Romance
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O Último Mês Sem Donos

O Último Mês Sem Donos

BagelGravidezReconquistar a EsposaRomance dolorosoMáfiaHomem cafajesteHipócritaDespertar
Este é o nono ano em que Dante e eu comemoramos o Mês Sem Donos. O herdeiro aparente da família Corinni acredita que isso fará nosso relacionamento durar mais. Todo ano, após nosso aniversário de namoro ele está livre por um mês, e nos mantemos fora da vida um do outro. Se algum de nós encontrar alguém mais adequado, devemos desejar felicidades. Se não, voltamos ao que éramos depois de um mês. Ao meu redor, os homens da família estouram champanhe sem restrições. — A mais um ano de liberdade! Parabéns ao nosso Subchefe por reconquistar seu status de solteiro! — A aposta da família está aberta! Faça sua aposta à esquerda se acha que eles ainda vão se casar, e à direita se acha que acabou de vez! Por entre a fumaça espessa dos charutos, eu me sentei no canto de um sofá de couro, observando friamente, como se toda essa farsa não tivesse nada a ver comigo. A mão de Dante estava enrolada na cintura de Scarlett enquanto ele passava por mim, sussurrando. — Não crie ilusões. Você sempre será minha única Donna. — Sou uma pipa. Por mais longe que eu voe, a linha sempre estará na sua mão. Apertei meus dedos frios contra o suave volume da minha barriga, com o rosto vazio de expressão. Dante, desta vez na mesa de apostas da família, estou apostando no “fim”. Vou desaparecer completamente do seu mundo. Essa linha de pipa da qual você tanto se orgulha? Hoje à noite, eu mesma vou cortá-la.
Short Story · Máfia
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