Rejeitada: A Luna do Alfa supremo
Mesmo ali, esmagada sob o peso do supremo, sentindo as forças abandonando cada músculo, ela ainda tentava.
“River, por favor”, empurrou de novo pelo vínculo, que mais parecia um fio gasto prestes a arrebentar. Mandou imagens cada vez mais frenéticas: Lua criança correndo pelo jardim, as mãos dele tremendo ao segurá-la pela primeira vez, as noites em que ele acordava de pesadelos e ela o abraçava até o tremor passar, o lago, o beijo, a promessa silenciosa de que jamais iriam se abandonar. “Se tiver um pedaço seu aí dentro, só um, luta. Se lembra de mim. Eu sou sua Luna. Eu sou sua casa.”