LOGINComecei a ficar preocupado. E se ele tivesse sido raptado? E se ele tivesse finalmente enlouquecido e fugido? Não conseguia suportar a ideia de o meu escravo favorito ter simplesmente desaparecido. Fiz algo que nunca pensei que fizesse — liguei para a polícia. Disse-lhes que o meu «colega de casa» estava desaparecido. Não mencionei as cordas, a palmatória, nem o facto de ele viver para me servir. Limitei-me a fazer o papel da amiga preocupada. A polícia disse-me para ir à esquadra dar mais informações. Quando entrei, vi-o. O agente de serviço era um deus, caramba. Era enorme, com ombros que quase rasgavam o uniforme azul e um queixo capaz de cortar vidro. Tinha uns olhos escuros e intensos que pareciam ver direto através de mim.Passei uma hora a dar-lhe detalhes sobre o Caelan, fingindo estar triste. Mantive a voz suave, a fazer de vítima, mas só conseguia pensar em como aquele polícia era a
Fechei o meu portátil com um clique alto e senti a raiva a ferver dentro de mim, porque o meu chefe tinha rejeitado o meu trabalho mais uma vez. O fantasma daqueles comentários desdenhosos pairava no ar do meu escritório em casa, e eu sabia que precisava de uma válvula de escape para a minha frustração. Levantei-me da cadeira e vesti um roupão violeta escuro que apertei bem à volta da cintura; depois, caminhei descalça pelo chão de madeira fria do meu apartamento no último andar. Caelan — o meu escravo sexual — estava à minha espera no centro da sala, como sempre fazia, ajoelhado no chão num estado de total submissão. O seu cabelo escuro estava perfeitamente penteado e o queixo bem barbeado; vestia a camisa branca que eu planeava estragar. Os seus olhos cinzentos e tempestuosos estavam fixos no chão, à frente dos meus pés, e as mãos repousavam com as palmas para cima sobre as coxas.
O meu pénis começou mesmo a doer. Estava tão duro que parecia que ia rebentar as calças. Queria arrancar-lhe aquelas roupas e foder-lhe ali mesmo.Ela parou de esfregar as mamas e olhou para mim. Lentamente, agarrou na barra da camisola e deslizou-a para cima, expondo a sua barriga lisa e firme. Ali mesmo, junto ao umbigo, tinha uma tatuagem de uma rosa. Ela fez uma pausa, segurando a camisola levantada por baixo dos seios.«Quer ver mais, senhor?», provocou ela.Abri a boca para lhe dizer para irmos para um hotel, para passarmos a hora de almoço na posição 69, onde eu pudesse lamber-lhe a rata enquanto ela me chupava os tomates, mas antes que eu conseguisse dizer uma palavra, ela colocou um dedo nos lábios. «Shhh», sussurrou ela. A mensagem era clara e inequívoca: eu podia ser o chefe do escritório, mas ela era a chefe daquela sala. Se quisesse que lhe lambessem a rata ou que lhe fodessem o rabo contra a secretária, ela dir-me-ia. Até lá, eu era apenas um espectador. Então, ela a
A Cathy era a minha nova secretária e, desde o momento em que entrou no meu escritório, soube que estava lixado. A secretária dela estava posicionada em ângulo reto em relação à minha, o que significava que ela estava sempre ali, no meu campo de visão. Era suposto eu ser quem mandava, mas, na maior parte das vezes, era apenas um escravo daquela vista. Deixava-a usar aquelas roupas provocantes porque, sinceramente, adorava cada segundo disso. Ela sabia exatamente como me provocar e adorava ver-me a lutar para manter a profissionalidade enquanto o meu pau latejava nas calças. Era uma verdadeira obra-prima de mulher fácil. Cabelo loiro escuro e comprido e mamas absolutamente enormes — rochas gigantes e pesadas que pareciam desafiar a gravidade e o tecido de qualquer camisa que ela vestisse. Só de olhar para ela, perdia o fio à meada. Depois, havia os lábios dela — carnudos, húmidos e a implorar para envolverem um pénis duro e sugarem a alma de um homem. Na maioria dos dias, ela
O homem que acabara de a possuir retirou-se com um som húmido e de batida, e antes mesmo de a Elena conseguir recuperar o fôlego, outro homem lançou-se para a frente. Ele penetrou-a com movimentos longos e violentos, o seu corpo a bater contra o dela enquanto ela permanecia inclinada para a frente. Olhei à volta da sala; o ambiente era elétrico, carregado com o cheiro de sexo e desespero. Todos os homens na suíte tinham agora o pénis de fora, a masturbar-se numa antecipação rítmica e voraz, cada um à espera da sua vez de a domar. O meu próprio pénis doía, pulsando ao ritmo dos movimentos daqueles homens. Ver o belo corpo de Elena a ser usado, vê-la aberta e conquistada, era um nível de excitação que eu nem sabia que existia. Ela estava a chupar o noivo com uma intensidade feroz, os seus seios grandes e fartos a balançar por baixo dela, a saltar a cada estocada forte por trás. Num momento de luxúria pura e desmedida, ela estendeu uma mão para trás, os dedos a encontrarem o seu pr
Percebi, pela forma como ela olhou para mim, que a Elena estava desesperada por um momento de refúgio, um segundo para respirar longe dos olhares famintos daqueles homens. Agi rapidamente, servindo-lhe outra bebida e uma nova rodada para os convidados. Ao entregar-lhe o copo, apercebi-me do seu olhar; os seus olhos estavam selvagens e sem foco. Não conseguia decidir se ela tremia de puro terror ou de uma súbita e proibida centelha de excitação, mas o tremor na sua mão denunciou-a. O homem cuja mão estava pousada na sua coxa não ficou por aí e começou a deslizar a palma da mão para cima, pelo tecido vermelho do vestido dela, até os dedos desaparecerem completamente por baixo da bainha. Ao lado dela, o noivo mudou de posição, envolvendo-a com o braço de modo a que a sua mão repousasse pesadamente logo acima do contorno de um dos seios que se erguiam com a respiração ofegante. Tinha esperança de que enchê-los de álcool os deixasse sonolentos, mas parecia que o meu plano est







