FAZER LOGINFui à casa do meu chefe para trabalhar como ama de leite do filho dele, mas um acidente constrangedor deixou minha blusa completamente manchada. Tentei resolver tudo às pressas, só que a situação saiu ainda mais do controle. Quanto mais eu me esforçava para me recompor, mais difícil ficava ignorar o peso do olhar dele sobre mim. E, sob aquele olhar ardente, meu corpo reagiu de um jeito vergonhoso. Mais tarde, no banheiro, eu já estava sem forças, tentando lidar sozinha com aquele desejo que só crescia e se tornava quase insuportável, quando meu chefe apareceu diante de mim e segurou minha maciez entre as mãos. — O bebê não deu conta de tudo. Então o papai aqui cuida do resto. Depois de dizer isso, ele se inclinou e envolveu a ponta do meu seio com a boca.
Ver maisMordi o lábio com força, sem coragem de deixar qualquer som escapar. Eu tinha medo de acordar João.Mas a sensação era intensa demais, diferente de tudo o que eu já havia vivido com meu marido.E Felipe parecia gostar justamente daquele risco. Quanto mais eu tentava me conter, mais ele me provocava, me obrigando a olhar para João, que continuava dormindo no sofá, sem perceber nada.Ali, tão perto do meu marido, entregue a Felipe...Era vergonhoso demais.E, ao mesmo tempo, excitante demais.Acabei perdendo o controle. Minha respiração falhou, e um som baixo escapou dos meus lábios.Felipe ficou ainda mais tomado pela situação.— Isso... Assim mesmo. Aproveita. Seu marido não vai acordar.Aquelas palavras quase me fizeram desmoronar.Eu me sentia à deriva, arrastada por uma onda depois da outra, sem forças para me segurar.Felipe havia despertado em mim um desejo que parecia adormecido havia muito tempo. Aos poucos, sem perceber, deixei de apenas resistir.Meus braços se prenderam a ele
Meu coração deu um salto.— Não...Eu queria resistir, mas ouvi Felipe me alertar:— Se você acordar o João e ele descobrir o que está acontecendo entre nós dois, a coisa não vai ficar nada boa...Por cima da camisola fina, o toque dele fez meu corpo inteiro esquentar. A sensação era intensa demais, vergonhosa demais. Em poucos segundos, a parte da frente do tecido voltou a ficar úmida, denunciando aquilo que eu tentava esconder.Eu era sensível demais. Sob aquele estímulo, minhas forças pareciam escorrer para fora do corpo.Além disso, eu tinha bebido. E o álcool deixava tudo mais confuso, mais perigoso, como se cada sensação ganhasse uma força absurda.Entre a culpa, a vergonha e aquele desejo que eu não queria admitir, fui cedendo pouco a pouco. Felipe percebeu minha hesitação e se aproximou ainda mais, com as mãos firmes, atento a cada reação minha.— Lili, seu marido quase não toca em você, não é?A voz dele veio baixa, provocante.— Ou será que ele não consegue te satisfazer? Olh
Mas meu marido já tinha chegado ao fim. Somando tudo, não passou de dois minutos.Ele desabou ao meu lado, exausto. Diante do olhar culpado dele, não consegui dizer muita coisa. Apenas tentei consolá-lo:— Tudo bem. Você deve estar cansado demais ultimamente.Na verdade, nós dois sabíamos que aquilo era só uma forma de poupá-lo.Fui ao banheiro tomar banho. Debaixo da água quente, não consegui evitar e esfreguei o corpo com a toalha com força.A sensação era intensa demais.Por mais que eu ainda estivesse tomada pelo desejo, só pude me conter.Eu tinha medo de que meu marido percebesse e acabasse se sentindo ainda mais inseguro.Depois do banho, voltei para a sala e vi que ele já havia se vestido. Estava sentado no sofá, falando ao telefone.Eu estava prestes a aplicar uma máscara no rosto quando ele desligou e disse, animado:— Amor, o Felipe vem aqui daqui a pouco. Dá uma arrumada na casa e pega aquela garrafa de cachaça artesanal que trouxemos da nossa cidade no Ano-Novo. Quero toma
Sob o olhar dela, fiquei nervosa e constrangida. Por instinto, levei a mão ao decote.— Amor, quando a Lili chegou, estava toda molhada por causa da chuva. Fiquei com medo de ela acabar molhando o Edu na hora de amamentar, então pedi para ela tomar um banho e emprestei aquela roupa sua de dois anos atrás, que você nunca usou. Você não se importa, né?Felipe se apressou em explicar, com um sorriso no rosto.— Tudo bem. Então era por isso que eu achei familiar. — Só então Helena pareceu relaxar. — Eu sabia. A Lili não costuma usar roupa nesse estilo. Ah, e o Edu? Como ele está?— Mamou bem e já dormiu. — Respondi depressa. — Dona Helena, eu ainda tenho umas coisas para resolver em casa, então vou indo.Helena ainda tentou me chamar para jantar, mas eu estava tão culpada que mal conseguia encará-la. Inventei uma desculpa qualquer e fui embora às pressas.Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi tirar aquela roupa. Lavei tudo com cuidado e pendurei do lado de fora para secar.O






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