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CAPÍTULO 133 – A PERSEGUIÇÃO

last update Veröffentlichungsdatum: 23.09.2026 04:22:01

LEON

Pedro hesitou. Eu vi o suor escorrendo pela testa dele, os olhos arregalados de pânico. Ele não era um assassino. Era um covarde. E covardes não atiram.

— Você está blefando — ele disse, a voz falhando.

— Quer testar? — perguntei, dando um passo à frente.

— Leon, não! — Rafael sussurrou, mas eu não parei.

— Atira, então. Se você tem coragem. Mas saiba de uma coisa: se você não atirar agora, se você não me matar aqui e agora, eu vou te caçar. Vou te encontrar. E quando eu te encontrar, não
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  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 133 – A PERSEGUIÇÃO

    LEONPedro hesitou. Eu vi o suor escorrendo pela testa dele, os olhos arregalados de pânico. Ele não era um assassino. Era um covarde. E covardes não atiram.— Você está blefando — ele disse, a voz falhando.— Quer testar? — perguntei, dando um passo à frente.— Leon, não! — Rafael sussurrou, mas eu não parei.— Atira, então. Se você tem coragem. Mas saiba de uma coisa: se você não atirar agora, se você não me matar aqui e agora, eu vou te caçar. Vou te encontrar. E quando eu te encontrar, não vai ter polícia, não vai ter advogado, não vai ter nada que te salve. Porque eu não vou parar até ver você e a sua irmã pagarem por tudo o que fizeram.O silêncio no quarto era tenso. Eu podia ouvir a respiração de todos. O coração batendo. O medo. Mas eu não estava com medo. Tinha um único objetivo.Foi quando Isadora, que ainda estava no chão, se moveu. Rápido. Ela chutou a perna de Rafael e foi nesse exato momento, que perdeu o equilíbrio e caiu que eu também perdi o foco. No mesmo instante,

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 132 – O ENCONTRO

    LEONO contato de Rafael nos recebeu em um bar decadente no centro de São Paulo. Era um homem magro, de olhos fundos e mãos inquietas, que fumava um cigarro atrás do outro. Ele se apresentou como "Evandro", mas eu duvidei que aquele fosse seu nome verdadeiro.— Então vocês querem saber onde a dondoquinha está — ele disse, sem rodeios.— Queremos — respondi, impaciente. — E você vai realmente nos dizer ou vai ficar enrolando?— Calma, senhor Alencar. As informações têm um preço.— Quanto?Ele sorriu, um sorriso torto que revelou dentes amarelados.— Cem mil. À vista.Rafael se inclinou para frente.— Já te paguei pelas escutas. Isso é extorsão.— Não é extorsão, é um serviço adicional. Quando coloquei as escutas no escritório da noiva do seu irmão, também coloquei um localizador no carro dela. Achei que poderia ser útil. E foi. Porém, o localizador é o adicional.— Maldito chantagista! — Rafael falou, bufando.— Calma, patrão. Só faço isso porque preciso muito da grana.— Ora, seu...—

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 131 – AS DESCOBERTAS DE ISADORA

    ISADORAO hotel era barato, o tipo de lugar onde ninguém faz perguntas. Eu e Pedro estávamos escondidos ali desde ontem, esperando o momento certo para agir. A televisão agora estava desligada no canto do quarto, mas minha mente mostrava as notícias de ontem em looping: a prisão da minha mãe, a minha fuga, a caçada da polícia e como nós dois conseguimos escapar daquele maldito cerco. Eu assisti a tudo com um ódio frio crescendo no peito.Foi quando o celular descartável tocou. Olhei para a tela. Número desconhecido. Atendi com cautela.— Senhorita Isadora? — a voz era baixa, tensa. Felícia.— Felícia, você pode falar assim? Alguém pode descobrir que você tem esse outro número e...— Não se preocupe, senhorita Isadora. Estou usando um telefone novo, descartável.— Perfeito. Eu também me desfiz daquele.— Ainda bem, senhorita, porque aquele número poderia ser muito fácil da polícia localizar. Ontem eles pegaram todos os empregados da casa, e todos passaram por investigação. Os celulares

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 130 – A LIGAÇÃO

    VERÔNICAAssim que Rafael saiu da mansão com Leon para resolver o problema dele com o empresário e explicar a atual situação, fiquei pensando em nós dois. Em tudo. E em como eu simplesmente passei a aceitar aquilo. Rafael simplesmente tomou eu e Lili por sua responsabilidade, me chamando de sua.Lembrei do dia em que ele chegou em casa com sacolas de presentes. Roupas, sapatos, tanto para mim quanto para Lili. Ele disse que, em breve, quando tudo aquilo melhorasse, eu poderia comprar minhas próprias roupas, no shopping que eu quisesse.— Você não precisa fazer isso, Rafael — eu disse, sem graça, olhando para as sacolas.— Mas eu quero — ele respondeu, com aquele sorriso de canto que me desarmava. — Você merece coisas boas, Verônica. E a Lili também.— Mas isso é demais. Eu não sou nada sua.Ele parou, olhou para mim com aqueles olhos azuis intensos, e disse:— Você não é nada minha? Sério isso?— Rafael...— Escuta aqui, Verônica. Você e a Lili são minha responsabilidade agora. Eu cui

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 129 – A CAÇADA CONTINUA

    LEONHoras depois, Rafael voltou com Lili. A menina estava animada, sem entender nada do que estava acontecendo. Ao ver Benjamin, ficaram alguns minutos brincando antes do jantar — pareciam amigos de muito tempo.Tentamos aliviar o clima pesado e pras crianças não sentirem nada durante o jantar e começamos a conversar sobre vários assuntos aleatórios, logo Valentina percebeu que devido às constantes fugas de Verônica do seu ex a pequena Lili estava sem estudar há muito tempo. Foi quando eu falei para Rafael que estava na hora dele resolver esse assunto.— Também penso nisso — Rafael respondeu, acariciando os cabelos cacheados de Lili. — Vou dar um jeito para que ela estude junto com o Benjamin. Ela vai ficar muito feliz.Lili sorriu, animada com a ideia. Verônica olhou para Rafael, e ele sussurrou algo no ouvido dela que a fez corar, mesmo diante da sua tez morena. Dava para perceber. E eu nem queria imaginar o que ele falou no ouvido dela.Verônica, envergonhada, tentou disfarçar, e

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 128 – A CAÇADA

    LEONQuando chegamos em casa, Benjamin correu para nos receber, mas Laura o segurou.— Calma, meu amor. A mamãe e o papai precisam descansar um pouco.Valentina, porém, apenas acenou para Laura. Ela sempre teria tempo para Benjamin, não importava qual fosse a situação. Benjamin se aproximou, e Valentina se abaixou e o abraçou, dando beijinhos em seu rosto como sempre fazia. Ele parou e, segurando o rosto de Valentina com as mãos, olhando para ela e para mim com aqueles olhos grandes e preocupados, perguntou:— Pai, o que aconteceu? Vocês estão tristes?Valentina ficou sem o que responder.— Não, filho. Estamos só... cansados. Mas vai ficar tudo bem — eu respondi.Ele assentiu, mas não parecia convencido. Eu me agachei e o abracei também.— Vai ficar tudo bem com a mamãe, Benjamin. Eu prometo, tá bem?Ele concordou, ainda hesitante, e eu disse:— Agora vai brincar um pouco. Depois eu vou te contar uma história.Ele sorriu e, depois de concordar novamente, correu para o seu quarto. Eu m

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