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CAPÍTULO 31 – O CONFRONTO COM ISADORA

Autor: Joss Austen
last update Data de publicação: 2026-06-20 00:19:09

ISADORA

Por mais que eu tentasse, o sono não vinha. Virei de um lado para o outro na cama, tudo que senti foi os lençois frios contra minha pele. Amanhã — ou melhor, hoje — eu teria que viajar para Goiânia ao entardecer, mas como conseguiria embarcar naquele avião com a cabeça tão tumultuada? A briga com Leon não saía da minha mente. Aquela maldita babá. Valentina. O jeito como ele saiu correndo atrás dela, carregando-a no colo como se fosse a coisa mais preciosa do mundo.

Eu não podia demonst
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  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 102 – A BUSCA POR JUSTIÇA

    VALENTINA Ainda fiquei dois dias sob os cuidados de Leon e meus pais, que se revezavam para ficar comigo. Dois dias depois, recebi alta. Quando cheguei em casa, fui recebida com uma verdadeira festa. Benjamin correu para me abraçar, os olhos brilhando de alegria.— Valentina! Você voltou! Eu estava com tanta saudade! Você e o bebê agora estão bem?— Também senti sua falta, meu amorzinho, coisa gostosa e esse teu cheirinho de bebe. E sim, agora estamos bem — respondi, abraçando-o com cuidado e cheirando o pescocinho dele com aquele cheirinho de infância enquanto ele encolhia de cócegas.Minha mãe, Ana e Mariana estavam todas lá, com flores e sorrisos. Mas o que mais me emocionou foi ver Leon tão atencioso. Ele não saía do meu lado, segurando minha mão, me olhando como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo.Mais tarde, estávamos no quarto, e Leon insistiu em me alimentar quando soube por Laura que eu não queria comer. Ele pegou a tigela de sopa e sentou-se ao meu lado na cama.— P

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 101 – O RETORNO PARA CASA

    VALENTINADepois que Ana e Mariana saíram, meus pais voltaram a entrar no quarto. Minha mãe sentou-se ao meu lado, segurando minha mão com aquele carinho que só ela tem. Meu pai ficou em pé perto da janela, observando o movimento lá fora, mas eu sabia que ele estava prestando atenção em cada palavra que eu dizia.— Mãe, Leon me contou que vai fazer Isabela pagar pelo que fez. Ele já chamou a polícia para prender ela por agressão. Disse que o Theo também vai ser responsabilizado, pois estava com ela na universidade. Acredito que provavelmente ambos já estavam planejando isso.Minha mãe apertou minha mão com força.— É o justo, filha. Aquela mulher quase matou você e meu neto. E se o Leon está usando a justiça, ele está certo em fazer isso. Essa mulher tem que ser presa. E se Theo também estava envolvido, tem que ser preso junto com ela.— Eu sei, mãe. É só que... eu nunca imaginei que no mundo pudessem existir pessoas tão ruins assim, ainda mais que ambos não eram estranhos, mas... pes

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 100 – A DECISÃO

    LEONMeu coração disparou quando entrei no quarto e vi minha mulher viva. Ela estava deitada na cama, os olhos marejados, a mão sobre o ventre. Ao me ver, seus lábios tremeram.— Leon... eu quase perdi o nosso bebê.Sentei-me ao lado dela, segurando sua mão com cuidado.— Mas não perdeu, querida. Você e ele estão bem agora. E é isso que importa.— Foi tão assustador, Leon. Eu senti uma dor tão forte... pensei que fosse perder ele.— Você não vai perdê-lo, linda. Prometo que vou proteger você e nosso filho. Sempre. E a primeira coisa que vou fazer para garantir isso é fazer com que aquela mulher pague pelo que fez a você.Valentina apertou minha mão com mais força e me encarou com os olhos arregalados.— Como assim, Leon? O que você vai fazer com Isabela?Senti a raiva subir, mas controlei minha voz.— Quero essa mulher bem distante de você. Ela não sabe com quem se meteu — falei, o olhar escuro.— De que forma você pretende fazer isso? — ela perguntou, assustada, sabendo que eu estava

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 99 – O DESESPERO

    LEON— Meu Deus, Valentina! — gritei, segurando-a no colo. — Alguém chame uma ambulância! Agora!O mundo pareceu desabar quando vi Valentina desmaiar nos meus braços. Seu rosto pálido, o corpo mole, a mão ainda apertando o ventre como se tentasse proteger nosso filho. Senti uma fúria tão grande que quase não consegui controlar. Mas naquele momento, ela precisava de mim. Não de um homem enfurecido, mas de um homem que a amava.Mariana já estava ao meu lado, os olhos cheios de lágrimas.— Leon, eu... eu não consegui impedir...— Não importa agora! — interrompi, levantando Valentina com cuidado. — Onde fica o hospital mais próximo?— A duas quadras! Eu vou com vocês! — Mariana correu atrás de mim.Isabela ainda estava encostada na parede, pálida, os olhos arregalados. Eu a encarei com um ódio que nunca senti por ninguém.— Você vai pagar por isso, sua vadia! Eu juro que você vai pagar. — Falei entre dentes, segurando minha esposa no colo.Não esperei a resposta. Saí do corredor da univer

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 98 – O ENCONTRO NO PORTÃO

    VALENTINAO que eu não imaginava era a recepção ruim que teria dos meus colegas de classe. Com exceção de Mariana, que me defendeu com unhas e dentes, todos me olhavam com desprezo e ficavam cochichando ou falando gracinhas como se eu não estivesse lá para ouvir.— Dizem que ela é amante do patrão e está grávida dele.— Dizem que a noiva até perdeu o bebê por causa da tristeza de ter sido trocada pela babá.— Ela tá com sorte do ricaço ter ficado com ela. Eu no lugar dela ia aproveitar o dinheiro dele, isso sim. Não é um bebê que ela carrega no ventre gente, é uma mina de ouro.Eles riam, e eu ficava sem graça, sentindo o rosto queimar. Precisei pedir para sair mais cedo da aula, alegando um mal-estar, mas a verdade é que não aguentava mais ouvir aquelas vozes venenosas.Ao sair da universidade, encontrei Isabela no portão. A última pessoa que eu queria ver.— Olha só a santa Valentina! — Isabela gritou, chamando a atenção de todos que passavam. — A virgem Maria que se guardava pro ex

  • A BABÁ GRÁVIDA DO CEO OBCECADO    CAPÍTULO 97 – UM RESPIRO DE PAZ

    VALENTINAConfesso que mesmo depois que meu pai e Leon tiveram uma trégua, a situação ainda parecia bem tensa entre eles. Leon pediu para conversar alguns minutos a sós com meu pai, e eu sabia que logo ambos iriam embora para a casa da minha tia, pois meus pais não pareciam à vontade na mansão — bom, até conhecerem Benjamin.No jardim lá fora, eu e minha mãe conversamos. Confesso que sou daquele tipo de filha que adora um chamego. Depois de um abraço nela novamente, contei tudo o que conversei com meu pai e ela com Leon. Chorei de emoção ao ver o quanto aparentemente estava enganada sobre eles. Meus pais me amavam mais que tudo na vida e passariam por cima do mundo por mim. Ela e eu nos sentamos em uma cadeira de vime no jardim, e eu deitei minha cabeça nas pernas dela enquanto ela fazia carinho no meu cabelo. Então começamos a conversar sobre como estava a vida deles lá no interior de Minas, e senti saudades dos meus amigos e parentes de lá. Naquele momento, rimos um pouquinho lembr

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