INICIAR SESIÓNClassificação 18+ | Aviso de Conteúdo Adulto Sexo explícito. Linguagem suja. Fetichismos sombrios. Alfas possessivos. Prossiga por sua conta e risco. Você gosta de um jeito bruto. Você gosta de um jeito errado. Você gosta do seu prazer encharcado de poder e gotejando pecado. Boas-vindas à Biblioteca Erótica do Alfa, uma coleção imunda de erotismo tórrido de lobisomens onde as regras são simples: o Alfa toma o que quer, e você vai implorar para ele tomar mais. Estes não são companheiros carinhosos ou romances fofos. Estes são Alfas dominantes que dão nó fundo, destroem coisinhas bonitas e as deixam despedaçadas e viciadas. Estas são mulheres quebradas, furiosas e poderosas que juram que nunca vão se submeter… até serem dobradas, ficarem encharcadas e gritarem o nome do Alfa. Cada história é descarada. Você vai encontrar foda com ódio que se transforma em obsessão perigosa, acordos de vingança selados com reivindicação crua e pública, noites de bebedeira que viram contratos de uma semana de total rendição e orgasmos tão intensos que vão te arruinar para qualquer homem inferior. Cada cena é encharcada. Cada Alfa é selvagem. Então, se você se cansou de romance bem-comportado e está com desejo de dentes, garras, nós e uma dominância imunda… abra o livro, gostosa. Vem se arruinar. A Biblioteca Erótica do Alfa agora está aberta. Tranque a porta. Abra as pernas. A partir daqui só fica mais molhado, mais sombrio e mais sujo.
Ver másEu estava deitada debaixo dele, pernas abertas, corpo se movendo no ritmo que ele ditava, mas minha mente já tinha vagado para algum lugar muito acima do teto.
O quadril de Karyk batia contra o meu como se ele estivesse sendo forçado a terminar uma tarefa.
Estocada, recuo, estocada.
Os olhos do meu companheiro estavam fixos na cabeceira da cama, sem cruzar com os meus uma única vez. As mãos dele agarravam minha cintura como se eu fosse uma ferramenta, não uma mulher. Não havia dedos passeando, nem boca no meu pescoço ou nos meus seios. Apenas isso. O mesmo ato oco que vínhamos repetindo há anos.
Vamos lá, Delilah. Só aguente firme.
Meu foco mudou. Este quarto inteiro era meu. Os lençóis de seda, as almofadas de veludo, o lustre delicado que lançava uma luz dourada sobre a nossa pele. Tudo era meu. Ele não tinha trazido nada para esta casa a não ser o seu potencial. Eu tinha construído todo o resto, incluindo a ilusão de que isso era o suficiente.
A respiração dele ficou mais pesada.
Senti o tencionar familiar do seu corpo, o jeito como seus dedos afundaram com mais força no meu quadril para aquelas últimas estocadas finais. Um grunhido baixo escapou dele quando ele veio, derramando-se dentro de mim sem uma única palavra, sem um único beijo. Então ele rolou para o lado, pegando imediatamente o celular no criado-mudo. A ausência repentina do peso dele me deixou vazia.
Dolorosamente, enfurecedoramente vazia.
Meu centro latejava com um desejo inacabado. Minha pele parecia apertada demais. Meus mamilos ainda estavam duros e ansiando por um toque que nunca viria.
Pressionei minhas coxas uma contra a outra, tentando aliviar a frustração, mas isso só piorou as coisas. Um luto silencioso e familiar se instalou sobre mim. Eu tinha parado de esperar mais há anos.
Karyk já estava rolando a tela, a luz azul do seu visor cortando a penumbra do início da manhã.
Não houve carinho posterior, nem palavras suaves, nem mesmo um carinho gentil no meu cabelo enquanto eu descia de um ápice que nunca me foi permitido alcançar. Apenas silêncio e o cheiro fraco do seu suor se misturando com as velas caras que eu tinha aceso na noite anterior.
Engoli em seco o nó na minha garganta, me levantei e saí da cama sem dizer uma palavra.
Minhas pernas pareciam instáveis enquanto eu caminhava até o banheiro, a semente dele escorrendo pela parte interna da minha coxa. No chuveiro, deixei a água quente bater contra a minha pele até ela ficar rosada. O vapor preencheu o box de vidro e, por alguns minutos preciosos, me permiti soltar o ar. A água cascateava sobre meus seios, minha barriga e entre minhas pernas, mas não fazia nada para apagar o fogo que ainda queimava no pé da minha barriga.
Você tem sucesso. Você é poderosa. Você construiu um império enquanto ele ainda estava tentando subir na vida. Isso é apenas uma pequena parte da sua vida.
Me vesti com cuidado, colocando uma saia lápis preta elegante que abraçava minhas curvas, uma blusa de seda verde-esmeralda profunda que destacava meus olhos verdes e saltos que estalavam com autoridade. Quando desci as escadas, Karyk já tinha ido embora.
Nenhum adeus.
Nenhum beijo.
Nada.
O trajeto até o escritório foi silencioso, a cidade passando como um borrão pela minha janela. Minha empresa de organização de eventos, a Lumina Events, ocupava os dois últimos andares de um edifício imponente no centro. No momento em que passei pelas portas de vidro, a energia mudou. Este lugar estava vivo. Assistentes acenavam respeitosamente, clientes sorriam e o ar cheirava a café fresco e possibilidades.
Maggie estava esperando na porta do meu escritório, tablet em mãos, seu cabelo ruivo alaranjado preso em um coque bagunçado que de algum jeito parecia proposital. “Bom dia, chefona. Você parece que precisa de cafeína e de férias. Possivelmente nessa ordem.”
Consegui dar um pequeno sorriso. “Bom dia, Maggie.”
Ela começou a passar a agenda sem perder o ritmo. “Temos um problema. Dois grandes eventos hoje à noite. Ambos de alto perfil, ambos exigindo seu toque pessoal. Evento Um: festa de noivado e aniversário no Salão de Festas Milky-Way. De elite, gente de família tradicional, muito visível. Evento Dois: celebração privada na Torre Icarus. Anfitrião importante — Zedd, algo assim. O arquivo só diz ‘O Grande Círculo’, mas o orçamento é absurdo.”
Franzindo a testa, examinei o tablet que ela me entregou. Dois eventos na mesma noite. Ambos eram críticos para a nossa reputação. “Vamos cobrir a festa de noivado primeiro, ficar o suficiente para garantir que tudo esteja perfeito e depois ir para o segundo. O carro está pronto?”
“Sempre.” Ela deu um sorriso largo, mas seus olhos se estreitaram ligeiramente, me lendo do jeito que só ela conseguia. “Você está bem? Você está com aquela cara de ‘estou bem, mas não estou’ de novo.”
“Estou bem”, menti, empurrando a frustração da manhã para mais fundo. “Vamos trabalhar.”
O Salão de Festas Milky-Way brilhava sob lustres de cristal. Tudo estava impecável. Os arranjos florais que eu pessoalmente tinha aprovado estavam perfeitos; a iluminação era suave e romântica; e o quarteto de cordas tocava lindamente. Uma pequena onda de orgulho aqueceu meu peito. Era isso que eu fazia de melhor: transformar visões em realidade.
Foi quando eu a vi.
Layla.
Minha melhor amiga estava perto do centro do salão em um vestido prateado deslumbrante, rindo com um grupo de convidados. Meu coração deu um salto por um segundo.
O que ela estava fazendo aqui? Comecei a andar na direção dela, já planejando dar um tapa brincalhão no seu braço e exigir saber por que ela não tinha me contado que viria prestigiar um dos meus eventos.
Mas havia algo errado.
A faixa atrás dela. O jeito como as pessoas estavam reunidas. O anel enorme no seu dedo que capturava a luz do salão.
Meus passos desaceleraram. As peças se recusavam a se encaixar. Meu cérebro, sempre o protetor, tentou me blindar. Ela está aqui a trabalho. Ela está ajudando. É uma coincidência.
Então alguém levantou uma taça. “A Layla e ao Karyk! Feliz noivado e feliz aniversário para a nossa linda futura noiva!”
O salão explodiu em aplausos.
O mundo ficou em silêncio.
Parei de respirar. Parei de me mover. Meu corpo travou no lugar enquanto minha mente gritava. Karyk. Meu marido. Meu marido e minha melhor amiga. O homem que tinha acabado de me foder esta manhã sem o menor cuidado estava noivo da mulher em quem eu mais confiava no mundo.
Os olhos de Layla encontraram os meus do outro lado do salão. Um piscar de olhos revelou algo em seu olhar — culpa, talvez alívio —, mas logo desapareceu, escondido atrás de um sorriso social perfeito. Ela não veio na minha direção. Ela nem sequer vacilou.
Maggie se aproximou, sua mão roçando meu braço. “Delilah”, ela sussurrou.
Eu não conseguia falar.
Não conseguia gritar.
Não conseguia chorar.
A paralisia era ensurdecedora. Minha vida bem-sucedida, meu casamento, minha amizade, tudo tinha sido arrancado de mim em um único momento brilhante e banhado a champanhe.
O celular da Maggie já estava na mão, gravando discretamente.
Depois do que pareceram horas, mas provavelmente foram apenas segundos, encontrei minha voz. Ela saiu pequena e fraca. “O que nós fazemos, Maggie?”
Ela olhou para mim, uma lealdade feroz queimando em seus olhos. “O que você quiser, chefe. Diga a palavra e eu faço um espetáculo que eles nunca vão esquecer.”
Engoli em seco. A vontade de lutar tinha sumido por agora, enterrada sob camadas de choque. “Vamos para o outro evento.”
Saímos sem dizer mais nada. Layla nunca veio atrás.
A Torre Icarus era um universo diferente. O próprio ar parecia carregado e elétrico, e tudo era mais sombrio. A elite dos lobisomens se movia pelo espaço como predadores em ternos sob medida, mas nada disso me importava. Meu corpo se moveu no piloto automático em direção ao bar.
“Delilah, não —” Maggie tentou, entrando na minha frente. “Isso é uma péssima ideia. Você está magoada, não estúpida. Vamos apenas —”
Me esquivei dela e pedi um uísque. Depois outro. E outro.
O álcool queimava pela minha garganta, anestesiando a dor da traição até eu quase não conseguir sentir mais nada. O barulho da festa virou um zumbido distante. Maggie continuou tentando me alcançar. Ela usou lógica, piadas e ameaças gentis, mas eu estava além de tudo isso. Bebi até o salão inclinar.
Foi quando eu o notei.
Ele estava do outro lado do salão como se estivesse no comando de tudo. Esse homem era alto e largo de ombros, irradiando uma aura que me fez contrair as coxas. Cabelos escuros emolduravam sua cabeça. Ele tinha olhos da cor de um mar revolto e um maxilar marcado.
Esse homem era um Alfa. O Alfa. Alfa Zedd. O poder se agarrava a ele como uma segunda pele.
Senti o olhar dele em mim, e então o resto da noite se despedaçou em pedaços.
Mãos quentes na minha cintura. Uma voz baixa contra o meu ouvido sussurrando coisas que deixavam minha calcinha molhada. Minha própria voz, sem fôlego e desesperada, implorando por mais.
A sensação de ser erguida, carregada.
Braços fortes me segurando como se eu importasse. Uma boca no meu pescoço, dentes roçando a pele de um jeito que mandava relâmpagos pelas minhas veias. O cheiro de especiarias marcantes, pinho e pura dominância masculina.
Depois o táxi. Ou seria o carro dele? Pele contra pele num borrão. Minhas costas contra os bancos de couro. A boca dele entre minhas coxas, me devorando como um homem faminto. Meus dedos no cabelo dele, quadril empinando loucamente enquanto algo dentro de mim finalmente, finalmente se escancarava.
Pela primeira vez, meu corpo cantou. Queimou. Viveu.
Acordei olhando para um teto desconhecido. Lençóis pesados de seda cobriam meu corpo nu. Minha pele formigava por inteiro.
Entre minhas pernas, eu estava deliciosamente dolorida, úmida com as evidências de múltiplos ápices. Meus mamilos ainda estavam sensíveis, minhas coxas marcadas com roxos suaves deixados por mãos fortes.
Me sentei devagar, o coração martelando.
Um corpo masculino grande estava deitado ao meu lado, ainda dormindo. Zedd. O Alfa.
Meu coração parou por um único segundo.
Antes que eu tivesse qualquer tempo para tentar juntar as peças de qualquer coisa, o rosto em pânico de Maggie apareceu na porta, acenando freneticamente para eu me levantar.
“Meu Deus, Delilah”, ela sussurrou de forma sibilante. “Temos que ir. Agora. Antes que ele acorde e antes que alguém veja você aqui.”
Encarei ela, e depois o homem que tinha acabado de me dar o primeiro orgasmo de verdade do meu casamento. Meu corpo ainda vibrava com os tremores secundários.
Tudo tinha se escancarado.
E pela primeira vez em anos… eu não me sentia vazia.
POV de DelilahAs portas do elevador se fecharam de novo, me selando em um silêncio repentino.A eletricidade carregada de trinta segundos atrás desapareceu como se nunca tivesse existido. Meus dedos tremiam ao redor do cartão preto. Minhas coxas estavam úmidas, minha calcinha arruinada, meu centro ainda pulsando com os tremores secundários do que ele tinha feito comigo. Fiquei encarando o cartão. Era simples e elegante, com o nome dele gravado em alto-relevo prateado. Alfa Zedd Vale.O que diabos eu fiz?A vergonha queimou quente pela minha pele. Eu ainda estava tecnicamente casada. Papéis ou sem papéis, laço ou sem laço, eu tinha acabado de deixar outro homem me dedilhar até o orgasmo dentro de um elevador no prédio do meu marido, em plena luz do dia. A humilhação desceu amarga pela minha garganta. Eu ainda podia sentir os dedos dele me alargando, sua voz baixa e divertida contra a minha orelha. Pequena tempestade.A raiva veio em seguida, rápida. Era raiva de mim mesma. Maggie este
POV do Alfa ZeddKaryk Moonbane nunca deixava de provar como era um homem tolo.Eu estava sentado na cabeceira da longa mesa de obsidiana, meus dedos brincando indolentemente com uma caneta. Karyk Moonbane falava sem parar, gesticulando para slides que não significavam nada para mim. A voz dele trazia aquela cadência ensaiada, com pausas calculadas para dar ênfase e inflexões que ele provavelmente acreditava que o fariam parecer inteligente. Eu sabia exatamente de quem eram as impressões digitais por toda aquela apresentação. De Delilah. Era tudo dela.Que entediante.Reclinei-me na cadeira de couro, deixando meu olhar vagar pela sala cheia de homens de terno que fingiam que importavam.Não importavam.Nenhum deles.Eu tinha construído impérios enquanto homens como Karyk ainda estavam aprendendo a amarrar os próprios sapatos. Ele tinha reunido peças, as peças dela, como uma criança brincando com o quebra-cabeça de outra pessoa. Um desprezo frio se instalou no meu peito.Eu vinha obser
Saltei da cama num pulo.Pegando minhas roupas o mais rápido que pude, as vesti em silêncio, os dedos se atrapalhando com os botões, sem me importar com nada que eu não conseguisse encontrar em menos de dez segundos. Maggie continuava junto à porta, a cabeça virada em direção à cama.Zedd se mexeu.Nós duas ficamos completamente estáticas.Ele soltou um longo suspiro. Seu braço se esticou pelos lençóis — cobrindo o espaço onde meu corpo esteve — e então permaneceu ali. Sua respiração voltou a se regularizar.Maggie agarrou meu pulso, e nós nos movemos.O ar frio da manhã atingiu meu rosto no momento em que saímos do hotel. Foi só quando a porta do táxi se fechou atrás de nós que voltei a respirar.A porta do táxi mal tinha se fechado antes de eu me virar para Maggie.— Como foi que eu fui parar lá?Ela olhou para mim por um longo momento, como se estivesse decidindo o quanto dizer. Então soltou o ar.— Você não parava de beber. Eu tentei, a Deusa sabe que eu tentei, mas você já estava
Eu estava deitada debaixo dele, pernas abertas, corpo se movendo no ritmo que ele ditava, mas minha mente já tinha vagado para algum lugar muito acima do teto.O quadril de Karyk batia contra o meu como se ele estivesse sendo forçado a terminar uma tarefa.Estocada, recuo, estocada.Os olhos do meu companheiro estavam fixos na cabeceira da cama, sem cruzar com os meus uma única vez. As mãos dele agarravam minha cintura como se eu fosse uma ferramenta, não uma mulher. Não havia dedos passeando, nem boca no meu pescoço ou nos meus seios. Apenas isso. O mesmo ato oco que vínhamos repetindo há anos.Vamos lá, Delilah. Só aguente firme.Meu foco mudou. Este quarto inteiro era meu. Os lençóis de seda, as almofadas de veludo, o lustre delicado que lançava uma luz dourada sobre a nossa pele. Tudo era meu. Ele não tinha trazido nada para esta casa a não ser o seu potencial. Eu tinha construído todo o resto, incluindo a ilusão de que isso era o suficiente.A respiração dele ficou mais pesada.S












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