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Capítulo 299

مؤلف: Caçador de Flores
— Vou fazer uma ligação e garanto que todo o dinheiro de vocês estará de volta em dez minutos. — Afirmei com tranquilidade, já tirando o celular do bolso.

Sem perder tempo, disquei o número da Juliana, instruindo-a a investigar o histórico daquela empresazinha que se achava a dona do mundo. Toda dívida tem seu cobrador, e eu estava curioso para descobrir quem era o peixe grande por trás daquele golpista que lhe dava tanta audácia.

— Aconteceu alguma coisa, senhor Gustavo? — Perguntou Juliana do
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  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 304

    Ouvir aquilo foi como receber um murro no estômago. Um gosto amargo de tristeza e impotência travou a minha garganta.— Mãe, como vocês me escondem uma situação grave dessas? — Perguntei, frustrado, balançando a cabeça. — Vocês me criaram com tanto sacrifício, fizeram tudo por mim a vida inteira. Por que acharam que precisavam enfrentar um pesadelo desses sozinhos?Encolhido no banco de couro confortável, meu pai suspirou com resignação.— A gente conhece o seu coração, filho. — Ponderou ele, com a voz embargada e serena. — Mas o dinheiro que você ganha lá em Oeiras como bombeiro vem do suor do seu rosto, arriscando a sua vida no meio do fogo. Como é que a gente ia jogar fora as suas suadas economias? A gente sabe que a família da sua esposa tem boas condições, só que... não queríamos que você passasse por humilhação pedindo favor para eles.— Gilberto, para que jogar esse peso em cima do menino agora? — Repreendeu minha mãe, dando um tapinha delicado no ombro dele, antes de virar o ro

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 303

    O rosto de Felipe ferveu de raiva e vergonha. Atingido no orgulho, ele estourou em um segundo, assumindo a postura agressiva de quem se sente encurralado após ser desmascarado.Nilda e Otávio logo perceberam a brecha do filho e correram para apoiá-lo.— É isso mesmo! — Retrucou Nilda, erguendo o queixo com arrogância. — Por que teríamos que mostrar um carro luxuoso desses para gente como vocês? E olha aqui, mesmo não mostrando, o dinheiro das despesas médicas do meu filho ainda precisa ser pago até o último centavo!Mantive a expressão fechada, inabalável. O desprezo absoluto que eu sentia por aquela cena patética transparecia apenas no meu olhar.Incomodado com a minha frieza implacável, Felipe trincou os dentes e partiu para a ofensa.— Tá olhando o quê, porra? — Esbravejou ele, gesticulando de forma ríspida. — Tenho grana de sobra para bancar um carrão desses. Se a gente estivesse em Oeiras, eu acabaria com a sua raça num estalar de dedos. E você? Tem capacidade para dirigir o quê n

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 302

    Enquanto cuspia aquelas ofensas nojentas, Felipe teve a ousadia de apontar o dedo indicador bem no rosto dos meus pais.— Você...! — Balbuciou minha mãe.— Seus... seus...! — Meu pai tentou dizer, sem encontrar palavras.Ambos ficaram pálidos como cera, tremendo da cabeça aos pés por causa do nervoso e da humilhação pública. Como se não bastasse, Felipe deu uma risadinha diabólica, cuspiu no chão com nojo e arrematou:— Pobre é uma raça desgraçada mesmo. Além de não ter onde cair mortos, ainda são um bando de covardes. Fazem todo esse escândalo por causa de vinte mil reais, como se a vida de vocês dependesse de um trocado desses.Ouvir aquilo foi a gota da água. Meu sangue ferveu de um jeito inexplicável e a raiva consumiu cada célula do meu corpo. Sem pensar duas vezes, avancei como um raio. Agarrei o dedo esticado do riquinho e, com um movimento rápido e sem piedade, o quebrei para trás. Antes mesmo que ele pudesse registrar a dor, acertei um chute direto em seu peito, arremessando-

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 301

    — Se vocês derem mais um pio, mando o meu filho dar um telefonema e acabar com o emprego do garoto de vocês na mesma hora! — Ameaçou Nilda, com o nariz tão empinado que quase tocava o céu. — Afinal de contas, o meu menino anda de carro importado. E o de vocês? Chegou em que lata velha, hein?A arrogância daquela mulher beirava o ridículo, transbordando um elitismo tão barato que me deu uma imensa vontade de rir. "Ela tem tanta certeza assim de que o dono do veículo é ele?", pensei, contendo um sorriso irônico. — E o que faz a senhora ter tanta certeza de que esse carro é mesmo do seu filho? — Questionei, cruzando os braços com tranquilidade.Os olhos de Nilda se arregalaram em puro desdém antes de ela soltar uma risada carregada de deboche. — E vai ser de quem? Seu, por acaso? — Rebateu ela, medindo-me dos pés à cabeça. — Olha aqui, garoto, você pode até achar que tem algum talento na vida, mas perto do meu filho, você não passa de um zé-ninguém. Estamos falando de uma máquina de ma

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 300

    — O que vocês estão fazendo parados aí, seus idiotas? — Berrou Pietro para os capangas, tentando consertar a situação de qualquer jeito. — Por que estão cercando o senhor Gustavo e os pais dele? Vão buscar um café, tragam cadeiras! E você aí, processa o estorno do casal agora mesmo, sem faltar um único centavo!Ele correu até mim, curvando-se de forma patética, com um sorriso nervoso no rosto.— De joelhos. Peça perdão! — Ordenei, sem sequer piscar, mantendo o tom de voz implacável.O silêncio tomou conta do escritório. Todos ficaram boquiabertos com a mudança de cenário.— Claro, senhor Gustavo, eu me ajoelho! Mil perdões! — Pietro engoliu o orgulho e despencou de joelhos no chão com um baque surdo.Se ele soubesse que um simples telefonema meu seria capaz de arruinar a matriz da empresa, jamais teria ousado aplicar um golpe nos meus pais, nem que lhe oferecessem todo o dinheiro do mundo.— Certo. Devolvam o dinheiro. — Concordei com um leve aceno de cabeça.Os capangas, agora tremend

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 299

    — Vou fazer uma ligação e garanto que todo o dinheiro de vocês estará de volta em dez minutos. — Afirmei com tranquilidade, já tirando o celular do bolso.Sem perder tempo, disquei o número da Juliana, instruindo-a a investigar o histórico daquela empresazinha que se achava a dona do mundo. Toda dívida tem seu cobrador, e eu estava curioso para descobrir quem era o peixe grande por trás daquele golpista que lhe dava tanta audácia.— Aconteceu alguma coisa, senhor Gustavo? — Perguntou Juliana do outro lado da linha, com um tom de surpresa.— Meus pais caíram em um golpe de uma financeira daqui. — Respondi, com a voz carregada de gelo. — Juliana, você tem dez minutos. Quero resultados.— Entendido, senhor Gustavo! Deixe comigo! — A postura dela mudou na hora, assumindo um tom de urgência antes de desligar para iniciar a investigação.Pietro riu com desdém ao ouvir a minha conversa.— Garoto, quem você pensa que é para bancar o machão aqui dentro? Dez minutos para ter um resultado? Eu não

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