Mag-log inA brisa suave entra pela janela aberta da casa à beira-mar, fazendo as cortinas brancas dançarem devagar. Mas, em cima da cama, a nossa própria "dança" é muito mais intensa.Os nossos gemidos abafados se misturam ao barulho ritmado das ondas batendo na areia. Beijo a Janaína com uma voracidade tão grande, uma sede tão desesperada, que seria capaz de afastar qualquer sombra de dúvida de que essa mulher é a única no mundo capaz de me satisfazer por completo. Eu a recebo, banhado em paixão e puro desejo, faz todo o universo ao nosso redor simplesmente desaparecer.Sinto o corpo dela tremer sob o meu. Janaína descobre mais uma posição extremamente prazerosa enquanto nos entregamos a esses movimentos rápidos, firmes e vibrantes. Ela está ali, em cima de mim, rebolando com uma entrega deliciosa, arqueando as costas e mordendo os próprios lábios para conter os suspiros de puro prazer.Por baixo, puxo o quadril dela para mais perto, acentuando a intensidade de cada estocada. Mantenho
DiegoAbro a porta da casa de dois pavimentos e faço um gesto largo para que a Janaína entre primeiro.Ela passa por mim, impressionada com o ambiente rústico, enquanto os meus olhos se fixam no leve rebolado que ela faz ao caminhar. Estou ali, soltando suspiros bobos, quando ela gira nos calcanhares e me pega no flagra. Disfarço rápido, soltando uma tossida falsa.— Ouviu o que falei, Diego? — ela pergunta, me encarando."Ai, Jesus... O que faço agora?"— Desculpe, amor! — digo, fazendo cara de coitado. — o barulho das ondas me atrapalhou e, mesmo assim... Não paro de pensar no que a gente vai fazer daqui a pouco... Janaína abre um sorriso manhoso, e sinto um alívio imediato no peito.— Hum, safadinho! — ela brinca. — Perguntei de quem é essa casa! Fecho a porta e me aproximo sorrateiramente por trás dela, pronto para dar o bote:— Minha... Comprei para ser um ponto de apoio para os turistas do meu hotel-fazenda. Aqui no térreo tem banheiros, refeitório e... bom, depois eu
Pressiono a buzina da caminhonete duas vezes e, em questão de segundos, Janaína aparece, da varanda.Meu peito dá aquele salto costumeiro. O rosto dela se ilumina com um sorriso que facilmente rivaliza com o brilho do sol de Soure, e eu fico ali, parado no tempo, completamente encantado com a mulher dos meus sonhos.Saio do carro às pressas e fico do lado de fora a aguardando. Sinto meus olhos se encherem de puro desejo enquanto observo cada passo dela. Eu estava morrendo de saudade e, graças a Deus, veio o pretexto das fotos da revista para que eu pudesse buscá-la mais cedo do que imaginava. Tudo o que preciso hoje é levá-la para um lugar isolado, longe de toda a confusão e do falatório que tomou conta da cidade desde o nosso famoso dueto bêbado no karaokê.Ela vem caminhando na minha direção usando uma blusinha xadrez rosa e azul amarrada bem abaixo dos seios, além de um short jeans minúsculo que deixa à mostra aquelas pernas alongadas, bem-feitas e bronzeadas, terminando em sa
Janaína Da varanda, contemplo a manhã límpida e começo a registrar o ambiente, sentindo uma paz inigualável. Fotografar permite minha imaginaçăo ficar livre, mas também serve para recapitular o dia anterior, que começou com a visita audaciosa do Valdir, depois mudou o foco para a tarde emocionante no cabaré e na volta um momento agradável com o amor da minha vida.Como é bom estar apaixonada!Um sorriso bobo brinca em meus lábios. Jackson, que vai passando, provoca:— Rindo até com o vento, Janaína?Levo um pequeno susto e dou um salto para trás. Ao mesmo tempo, inspiro o perfume do irmão e solto o ar, quase me engasgando com o cheiro forte de almíscar. — Credo! Pra quê todo esse perfume de manhã? Ele dá uma risadinha maliciosa.— Lene gosta de mim assim, todo cherosinho.— Então ela tá com problema alfativo. Vai é se embriagar— reparo que ele tá de mochila, roupa esportiva. — Hum... vão aonde?— Vamos dar um rolê por aí. Balanço a cabeça em desaprovação. — Léa deve ficar
Diego(No dia seguinte...)Do escritório, enquanto faço uma lista de compras, observo o relógio da parede. São dez horas da manhã e sinto um aperto no estômago ao lembrar que, pela primeira vez na vida, darei uma entrevista.Com o aval da Lili e também da Janaína, que me apoiou na decisão de falar sobre a iniciativa de auxiliar as garotas do cabaré nas suas evoluções como estudantes, fiquei menos apreensivo no início. Mas agora... nervosismo é o meu segundo nome.Aproveito para acrescentar na lista de compras um chip novo de celular. Preciso me ver livre das constantes assediadoras que não param de mandar mensagens.Cinco minutos depois, escuto uma buzina lá fora. Imagino que seja a repórter.Levanto-me da cadeira, ponho o chapéu na cabeça e vou atender o pessoal. Paro na soleira da porta de casa e observo a comitiva composta pelo motorista, o cinegrafista, o assistente de câmera e a repórter.Vanessa é uma mulher alta, de cabelo preto escovado, maquiagem impecável e um vestido
DiegoA minha ideia inicial era cumprir meu compromisso com minhas alunas sozinho, mas fiquei feliz quando Janaína se prontificou em me acompanhar e ela está ali ajustando a bolsa no ombr e joga um sorriso leve, daqueles que acalmam qualquer inquietação no peito. Saber que ela está ao meu lado nessa jornada, sem um pingo de preconceito, olhando para cada uma daquelas mulheres com a mesma empatia que eu sinto, faz o meu amor por ela transbordar.Sem me controlar a beijo com sofreguidão e ela corresponde na mesma intensidade, mas depois ela se afasta, os nossos olhos queimando de desejo.— Vamos, Diego! As meninas já devem estar esperando — ela diz, pegando na minha mão e entrelaçando nossos dedos.— Tá, mas depois será que a gente...— Sim. — Ela intertompe e sabemos sim como nossa noite vai acabar. — Hoje o dia vai ser bonito — respondo, beijando a testa dela antes de entrarmos na caminhonete. — Vamos, antes que eu mude de ideia.No trajeto até o Centro, ela me conta sobre a vi







