เข้าสู่ระบบPadre BelloÉ noite de mais uma festa junina na praça, que já se encontra devidamente limpa e organizada para a diversão do meu rebanho abençoado de Soure.O aroma tentador do tacacá, do mingau de milho quentinho e do bolo de mandioca paira pelo ar, misturando-se à fumaça da fogueira acesa para o tradicional esquenta-bunda, enquanto o som alegre do carimbó preenche cada canto. Soure inteira se faz presente para uma noite verdadeiramente inesquecível!Observo de longe o Miguel e a Jane com a sua linda filharada, entretidos numa boa conversa com o Francisco e a Maria, que também trouxeram as suas crias para prestigiar o movimento. Ajusto a minha batina, ajeito os pés tamanho trinta e quatro na sandália de couro e avanço praça adentro. Cheguei! Quem tiver pecado que se esconda já, pois homem avisado é homem salvo!O meu fiel sacristão vem logo atrás, completamente animado, com a praça iluminada e bandeirinhas dançando ao vento:— Que festa bonita, né, padre? Amo a festa de São Pedr
Delegado Damião Após ouvir todos os envolvidos no caso da revista, resolvi soltar aquela mulherada de uma vez. Muito barulho para a cabeça de um pobre mortal como eu.Considerei seu Tuca inocente, mas com ressalvas: terá que encomendar uma grande remessa de revistas para atender as ávidas leitoras. Deus livre a delegacia virar praça de guerra de novo.Nem bem soltei o bando, um dos policiais, muito intrigado, se aproxima da minha mesa e pergunta:— Mas Delegado, por acaso essa revista é pørnô pra ter tanto alvoroço assim?Eu, que só queria tomar meu precioso café sossegado, engasgo. Que conversa torta é esta?!O policial, preocupado com o meu sufoco, vermelho a ponto de bater as botas, sinto a mãozada violenta nas minhas costas para eu voltar ao normal. Acredite ou não, a pancada funcionou, mas quase deslocou a minha costela.— Égua, doido! Quer me matar?! — reclamo, alisando o peito.Sem graça, o policial se defende:— Matar? Eu tava era revivendo o senhor!Ainda senti
LeneNaquela manhã de vinte e nove de junho, dia de São Pedro, a praça do Centro de Soure está suja dos restos das festas juninas da véspera. Alguns búfalos vagam tranquilamente entre as bandeirinhas tremulando ao vento, procurando sobras de comida.Eu e o Jackson estamos passeando de moto sem pressa. Ajeito os meus braços ao redor da cintura dele e encosto o queixo no seu ombro enquanto rodamos pelas ruas tranquilas.— Sabe, Bebê... — comento, sorrindo alto por causa do vento. — Nós dois somos uns atores de primeira! O Jackson solta uma gargalhada ao guiar a moto:— Nem me fala! A cara da Janaína quando a gente apareceu "por acaso" na praia foi impagável! — E olha que ela ainda ficou me encarando com uma cara de desconfiada! — me divirto, lembrando. — Por um segundo achei que a nossa cumplicidade com o Diego ia vazar. Mas decoramos tudo com tanto carinho... O Diego deve ter arrasado no pedido de casamento!— Com certeza! O homem tava num nervosismo só. Bom mesmo foi ver que
Diego Olho bem fundo nos olhos de Janaína e sussurro:— Vem! Vamos assistir ao pôr do sol lá na casa.Ela concorda com um sorriso doce. A nossa nova casa tem dois andares, muito parecida com a da Vila do Céu. A varanda do piso superior é o ponto mais alto do lugar, perfeita para observarmos juntos o espetáculo do fim de tarde.Assim que ela coloca os pés na varanda, paralisa.O ambiente está impecavelmente decorado para um momento intimista. Lanternas de LED espalham uma iluminação suave e cintilante pelo chão de madeira. No centro, uma pequena mesa coberta por uma toalha branca ostenta arranjos de flores coloridas, uma garrafa do nosso vinho favorito e duas taças de cristal.Planejei cada detalhe. Jackson e Lene foram os meus cúmplices perfeitos ao longo do dia, preparando tudo em segredo.— Diego! O que...Ajoelho-me devagar diante dela, segurando a caixinha aveludada com o anel de brilhante aberto em minhas mãos. O rosto da Janaína se transforma, numa mistura visível de su
Janaína Eu e o Diego nos sentamos à beira da água, sentindo a sensação maravilhosa da maré indo e vindo sob os nossos pés.— Gostou daqui, amor? — o Diego pergunta, abraçando-me de lado.— Maravilhoso! Que praia mais linda! Eu não conhecia ... Me sinto num pedacinho do céu! — respondo, encostando a cabeça no ombro dele.Ele dá uma risadinha gostosa e curva os lábios num sorriso que me faz suspirar.— Podíamos ficar até amanhã, né? — pergunto, manhosa.O Diego sorri, mas percebo um brilho diferente no olhar dele.— Em outra oportunidade. Hoje quero que você conheça outro lugar... Lá é bem tranquilo, pouco visitado e tem uma vista maravilhosa. Também tenho outra casa lá que vai servir de abrigo para meus futuros clientes.— Puxa, estou amando este tour! Vamos "inaugurar" o lugar, então? — provoco, rindo.Diego ri maliciosamente e faz menção de me morder o pescoço. Dou um gritinho e tento me desviar das mordidas tentadoras. Ele se inclina para me beijar, e o desejo já começa
A brisa suave entra pela janela aberta da casa à beira-mar, fazendo as cortinas brancas dançarem devagar. Mas, em cima da cama, a nossa própria "dança" é muito mais intensa.Os nossos gemidos abafados se misturam ao barulho ritmado das ondas batendo na areia. Beijo a Janaína com uma voracidade tão grande, uma sede tão desesperada, que seria capaz de afastar qualquer sombra de dúvida de que essa mulher é a única no mundo capaz de me satisfazer por completo. Eu a recebo, banhado em paixão e puro desejo, faz todo o universo ao nosso redor simplesmente desaparecer.Sinto o corpo dela tremer sob o meu. Janaína descobre mais uma posição extremamente prazerosa enquanto nos entregamos a esses movimentos rápidos, firmes e vibrantes. Ela está ali, em cima de mim, rebolando com uma entrega deliciosa, arqueando as costas e mordendo os próprios lábios para conter os suspiros de puro prazer.Por baixo, puxo o quadril dela para mais perto, acentuando a intensidade de cada estocada. Mantenho







