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Capítulo 41

Author: Kely G.
last update publish date: 2026-06-27 00:44:08

ALEX MONTENEGRO

Eu saí da delegacia e segui direto para a clínica, eu precisava ver com meus próprios olhos o estado da Isadora. Assim que atravessei a porta do quarto revestido de branco, o cheiro de desinfetante e medicamentos me fez ter vontade de ir atrás daquela impostora desgraçada e enganá-la.

O som dos aparelhos apitando era estranho, nada naquele cenário tinha a ver com a mulher imóvel naquela maca. Ela era altiva, barulhenta, não conseguia ficar sossegada por muito tempo e dizia d
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Comments (2)
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Maria José
Kelly por favor, coloca alguns capítulos hoje
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Maria José
ta cedo para pedi mais ...
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    — No hospital. Você precisa consultar um médico! — Avisei, puxando-a para fora. — Eu disse que não é necessário, eu tenho remédios em casa, é só uma enxaqueca! — ela reclamou, tentando soltar-se do meu aperto para voltar para o carro. — Eu disse que vamos ao médico! — eu continuei guiando-a em direção ao elevador. Enquanto eu passava as informações do plano de saúde na recepção, seu rosto ficou mais pálido do que já estava com a dor de cabeça. Suas mãos também tremiam mais agora, tanto que ela nem conseguia controlar para que ninguém percebesse seu medo. O neurologista nos chamou poucos minutos depois. Adentramos o consultório e ela mal conseguiu responder à interação do médico. Seus olhos procuravam a porta o tempo todo e isso era um sinal claro de que ela queria fugir. Mas isso não iria acontecer. Eu segurei seu pulso e a guiei até a maca que ficava no canto direito e a fiz sentar-se.Após trocar algumas formalidades comigo, o médico aproximou-se dela e começou a consulta.— Voc

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    ALEX MONTENEGRO Eu saí da delegacia e segui direto para a clínica, eu precisava ver com meus próprios olhos o estado da Isadora. Assim que atravessei a porta do quarto revestido de branco, o cheiro de desinfetante e medicamentos me fez ter vontade de ir atrás daquela impostora desgraçada e enganá-la. O som dos aparelhos apitando era estranho, nada naquele cenário tinha a ver com a mulher imóvel naquela maca. Ela era altiva, barulhenta, não conseguia ficar sossegada por muito tempo e dizia detestar precisar de ajuda. Agora estava ali, sendo cuidada e sem noção nenhuma do caos à sua volta. Enquanto acariciava o rosto impassível, neutro a ponto de incomodar quem o encarasse por alguns segundos a mais. A pele estava um pouco fria, o toque estranho me fez querer desligar o ar-condicionado, Isadora não era assim, sua pele sempre foi agradável, quente, bem ao seu estilo fogoso… afastei os dedos e desisti de tocá-la. Um médico entrou e explicou detalhadamente seu quadro clínico. Fique

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