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Author: LuadMel
last update publish date: 2023-12-04 04:16:10
Na saída, ela pegou um táxi e ligou para Emelly em desespero. Chorou todo o caminho e contou que Luara estava ao seu lado. Com o sofrimento de Nicolly e o desespero em que ela contava tudo para Emelly, Luara sentiu o coração apertar e acabou chorando também, afinal, Emanuel era como um irmão mais velho, um pai bagunceiro ou um tio folgado, ele era tudo isso para a garotinha, e no momento entendia a gravidade das coisas que se passavam.

Em Tóquio, os preparativos estavam intensos demais para para
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  • A Paixão Dominante do CEO   - 141 -

    Quando as modelos estavam totalmente prontas, Emelly pediu para que todas sorriram, e que quando chegassem em Austrália, uma grande surpresa as esperavam, uma boa e outra ruim, deixou todas ansiosas, vibradas, e apaixonadas ainda mais. Emelly pegou o noivo e a filha saindo dos bastidores e foram sentar em seus lugares, porque a noite era das joias do império Parsos, os tecidos formosos dos Santinelli, a textura das cores da maquiagem de Renato, e claro, os modelos desenhados e usados de Guilder.Quando a música começou a soar no interior, Eva apareceu com um sorriso no rosto, o vestido solto por todo corpo com alcinhas finas, a maquiagem leve e o cabelo amarrado no topo como uma tranca congelada, o sorriso de orelha a orelha. Luara levantou da cadeira batendo palmas sem parar, Eva havia feito à menina prometer que bateria palmas quando entrassem, e assim como apostado, ela estava, e todas que entrava ela fazia o mesmo, animada, feliz com tudo aquilo.As cores, as pessoas, e todas as mo

  • A Paixão Dominante do CEO   - 140 -

    Emelly entrou no apartamento olhando ao redor, Luara ainda estava em seu colo, olhou para a cozinha ouvindo socos serem desferidos, tinha que ajudar Nicolas, mas primeiro esconderia Luara... Luara não podia ficar sozinha, Emelly olhou para a porta aberta, ambos lutavam no chão, olhou de volta para o apartamento correndo para perto das janelas e encarou as portas do quarto de Nicolas, correu até ali entrando, olhou ao redor procurando algum esconderijo e ouviu o barulho de garrafas quebrando, eles estavam dentro do apartamento.— Mas que droga! — Emelly correu até a cama e colocou Luara em pé — Querida, eu quero que fique aqui, escondida, entendeu? — Luara não expressou nada, seus olhos estavam cheios de lágrimas, segurou os ombros de Emelly e fez um bico enorme — Querida não chore, eu preciso ajudar o papai. — Emelly tentou ir, mas Luara ainda a segurava — nada vai acontecer com você, fique aqui, não saia daqui.Luara a soltou por dois segundos e Emelly se afastou, saiu do quarto fecha

  • A Paixão Dominante do CEO   - 139 -

    Na volta para o apartamento de Nicolas, Emelly passou pela academia de Maria, visitou-a com um sorriso enorme, prometeu voltar é claro, e disse que o tempo era curto para tudo que queria contar. Trocaram e-mails e celulares, e com um aceno, Emelly voltou para o carro e seguiu para o apartamento do Santinelli. Uma mensagem tinha chegado ao celular, afirmando que a família já estava quase reunida, faltava apenas a mãe naquela casa. Emelly se apressou e chegou logo. Deu as chaves para o manobrista e subiu correndo para o apartamento. Ao sair do elevador, sentiu-se nostálgica, lembrou-se da chave de Nicolas na bolsa e abaixou a cabeça para busca-la, parou em frente à mesma e girou a chave para abrir, porém... Uma voz familiar a deixou paralisada, e mesmo sem olhar na direção, ela sussurrou a pessoa que rezou para que nunca mais encontrasse...— Fernando?— Emelly...— A voz ele podia lhe causar arrepios por todo corpo, não entendia como, ou o porquê daquele homem ir parar justamente em um

  • A Paixão Dominante do CEO   - 138 -

    — Eu não preciso da ajuda de vocês há muito tempo. Desde quando me mudei para aquele apartamento com Nicolly e Raissa que se tornou a minha família. — Vanessa abaixou a cabeça — Não tente me colocar como a mulher mais monstruosa de todo o universo, porque não sou, e nunca serei.— Eu entendo, agora, o que foi tudo isso. O porquê de nunca ter nos dito sobre Luara, ou qualquer coisa da sua vida — Mario falou ainda sentado em sua cadeira, de cabeça baixa e, pensativo. — Isso tudo foi um castigo, um castigo que tínhamos que passar pelo mal que fizemos.— Eu não quero esse castigo. — Vanessa voltou a falar, Mario a olhou, calando-a na mesma hora.— Não se trata do que nós querermos ou não, ele foi dado pela nossa filha, uma filha que não demos tanto valor, ou atenção como ela merecia. — Emelly sorriu. Pelo menos um deles já havia entendido. — Mas Emelly, com essa distância ou não, com o castigo ou não, eu quero lembra-la que ainda é a nossa única filha, e que um dia, irá herdar tudo isso. T

  • A Paixão Dominante do CEO   - 137 -

    — Me desculpem por ter saído dessa forma, na verdade, somente eu precisava ir, mas arrastei Nicolas porque também não poderia ir sozinha — Mario olhava de Nicolas e Emelly para a pequena entre eles, Luara só sabia rir olhando rosto por rosto, corando a cada pessoa. — houve um problema na minha agência em Austrália. Emanuel foi esfaqueado por um psicopata. E Nicolly e Luara ficaram sozinhas.— Quem é Luara? Ela? — Guilherme sorriu malicioso — Ah meu Deus, vocês tem uma filha. — riu novamente dando a volta na mesa, ansioso para chegar perto da pequena, no entanto, Nicolas deu um passo à frente, o impedindo — oh, que foi maluco?— Não ensine a mesma coisa que você ensina para o diabo loiro.— Nicolas! — Rafael ficou de pé, emburrado. — Qual é? É meu filho.— Deixa comigo — Guilherme empurrou o irmão para o lado e abaixou perto de Luara — eu sou o Tio Guilherme, o irmão mais velho e mais bonito do seu pai. — Luara olhou para Emelly e correu até o homem o abraçando forte. Guilherme não ente

  • A Paixão Dominante do CEO   - 136 -

    Ao entrarem, Luara deu as mãos para os pais e ficou entre eles, pulando quando queria, sorrindo para todos que assistiam a pequena família adentrarem o lugar. Não havia como se confundir ou tempo para perguntar a alguém quem era a pequena entre Nicolas Santinelli e Emelly Parsos, a filha do grande império e herdeira de tudo aquilo que tinha em seu sobrenome forte, cheio de poder e dinheiro, ao olharem para os olhos verdes como os de Emelly, os cabelos negros como os de Nicolas, e a pele tão clara como a de ambos, os sorrisos iam aparecendo, assim como a confusão por todo lugar.O elevador abriu no andar da reunião e assim que a secretaria ficou de pé, se assustou com a pequena e seu sorriso gentil. No entanto, a imagem da garota foi coberta pela de Emy, que cruzou os braços olhando de um para o outro e então ficou a pequena sorridente.— E vocês ainda tentaram esconder de mim? Nicolas, eu achei que fosse sua melhor amiga, sabia? — Emelly quem sorriu e se aproximou de Emy trazendo sua f

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