LOGINCarol assentiu com a cabeça, abrindo um sorriso largo em meio às lágrimas.— Vamos, Carol querida? Preciso passar na farmácia.— Já vou, tia!Ela veio correndo me dar um último abraço apertado.— Não esquece de me ligar todo dia à noite, Joyce!— Pode deixar que eu ligo sim! Vai com Deus, meu amor.
As duas semanas seguintes passaram arrastadas, marcadas por uma rotina de suor, lágrimas e muita insistência.As sessões de fisioterapia na clínica da Camila viraram um verdadeiro campo de batalha contra o meu próprio corpo. Cada exercício de flexão nas barras exigia uma concentração tão intensa qu
— Muito prazer, Carol! Cuidado com esse cara aí, ele é bravo, mas comigo você pode contar — brincou Júnior, piscando para a garota, que deu uma risadinha tímida.Fiquei escorado no batente da porta, cruzando os braços e medindo cada movimento daquele infeliz com um olhar mortal.O problema é que Jún
Lorena suspirou, colocando as mãos na cintura e olhando para nós dois com um orgulho danado.— Ai, meu Deus... Meu irmão finalmente tomou jeito na vida e arrumou uma mulher de verdade! Isso merece comemoração!— Só que tem um detalhe, Lorena — interrompi, mordendo o lábio e lançando um olhar sério p
Antes que eu pudesse responder, os passos firmes na calçada anunciaram que o dia de folga do Eduardo em casa tinha acabado de ser interrompido por visitas.A porta da frente se abriu com um estalo e o Eduardo entrou na sala, tirando a jaqueta de couro e jogando as chaves sobre o aparador. Ele bateu
Eduardo parou com os polegares no meu rosto e os seus olhos se arregalaram por um segundo, surpresos com a minha reação, e logo depois abriram espaço para um sorriso largo, bobo e completamente apaixonado.Ele se inclinou um pouco mais, colando a testa na minha com pura devoção.— Está com ciúmes, m







