MEU CHEFE, MEU SEGREDO

MEU CHEFE, MEU SEGREDO

last updateLast Updated : 2026-09-18
By:  Beatriz Araújo Updated just now
Language: Portuguese
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Vivian sempre soube que sua vida estava longe de ser simples. Com um passado que prefere manter escondido e uma personalidade que definitivamente não ajuda quando o assunto é tomar boas decisões, ela decide que começar a trabalhar na CashWave pode ser a oportunidade perfeita para colocar a vida nos eixos. Mas, antes mesmo de começar seu primeiro dia de trabalho, Vivian conhece Enzo. Uma noite impulsiva, uma atração inesperada e a certeza de que aquilo não significaria nada no dia seguinte. Afinal, eles não precisavam se conhecer de verdade e, depois daquela noite, suas vidas jamais precisariam se cruzar novamente. Pelo menos era isso que Vivian pensava. Porque, ao começar a trabalhar na CashWave, seu caminho acaba se cruzando com o de Rômulo. E Rômulo não é exatamente o tipo de homem que Vivian consegue ignorar. Entre provocações, encontros inesperados, segredos que deveriam continuar escondidos e uma atração cada vez mais difícil de controlar, Vivian começa a perceber que colocar a vida nos eixos talvez não seja tão simples quanto imaginava. Principalmente quando o passado insiste em voltar, o presente começa a sair do controle e sentimentos inesperados surgem justamente onde não deveriam. Agora, Vivian terá que descobrir quanto tempo conseguirá esconder seus segredos, o que realmente existe entre ela e Rômulo e se algumas histórias estão destinadas a começar muito antes de serem reconhecidas. Essa é história combina com a capa e nome? Ou da outra sugestão de nomes

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Chapter 1

Capítulo 1

Era a última noite antes de a vida adulta me engolir de vez. Amanhã começaria a trabalhar na CashWave, na Faria Lima. Queria aproveitar cada segundo: beber sem culpa, dançar até o corpo doer, beijar alguém e, talvez, passar a madrugada nos braços de um estranho só para aliviar a pressão. Eu não era de casos de uma noite, mas quem sabia quando teria outra chance de me perder assim em São Paulo?

O clube era privado, frequentado pela elite da cidade e por garotas que fingiam interesse apenas para conquistar um homem rico. Eu não era uma delas. Estava ali por convite de uma amiga da faculdade, que conhecia o lugar de cor.

Assim que atravessei a entrada, procurei por Bruna. Não conhecia mais ninguém ali. Como sempre, a encontrei no bar, já com um copo na mão. Aproximei-me sorrindo.

— Boa noite, Bruna. Nem esperou eu chegar para começar a encher a cara?

— Oi, vadia. Só estava esquentando — respondeu ela, piscando. — Bebe comigo e depois a gente se j**a na pista. Hoje eu não saio daqui sem um gato.

Pedi cinco shots de tequila e virei todos de uma vez. O líquido queimou a garganta e espalhou calor pelo peito. Segui Bruna até a pista.

Depois de alguns minutos dançando, senti um olhar pesado sobre mim. Virei o rosto e o encontrei: Um moreno, alto, de presença intensa. Não consegui desviar os olhos. Usava calça preta e uma camisa branca justa, alguns botões abertos deixando entrever a tatuagem no peito extremamente sexy, eu tinha de admitir. O cabelo bagunçado de propósito completava o visual jovem e despojado. Duas garotas o cercavam, mas ele parecia nem notar. Continuava me olhando, seco, como se eu fosse a única pessoa naquele salão.

Bom. Achei minha presa.

De repente começa a tocar "Satisfy", do Calvin Harris com a Jazzy uma das faixas que está dominando o Top 10 das baladas este ano, e eu resolvo me exibir para ele. Me aproximo um pouco mais e começo a dançar devagar, mexo no cabelo, deslizo as mãos pelo próprio corpo, balanço os quadris em um ritmo lento e continuo encarando-o enquanto mordo os lábios.

Não demora nem um minuto para ele se livrar das garotas e vir até mim. Coloca as mãos na minha cintura e começa a dançar junto, colado. Continuo com os movimentos sensuais e sinto ele ficar duro contra mim. A calça justa deixa bem nítido que o volume escondido é generoso ótimo. Absolutamente delicioso.

Dou um sorriso malicioso e encaro seus olhos castanhos.

— Prazer em conhecê-lo. Me chamo Vivian.

— O prazer é todo meu, Vivian. Meu nome é Enzo. — Ele sorri de um jeito safado e me aperta ainda mais contra o corpo. — Tenho que admitir… você dança extremamente bem.

Continuamos dançando por mais algum tempo, e eu fico cada vez mais excitada. Ele é tão lindo e sexy que a única coisa que passa pela minha cabeça é tirar a roupa dele e devorá-lo a noite inteira. Mesmo assim, me controlo para não parecer ainda mais atirada.

Ainda dançando, ele me vira de costas e começa a beijar meu pescoço. Não consigo segurar o gemido de prazer enquanto a boca dele sobe do pescoço até a orelha, alternando beijos e mordidas leves. Estou cada vez mais entregue a ele… e ainda nem nos beijamos de verdade.

— Eu quero te beijar. Posso? — pergunta ele, com a voz rouca.

Em pensamento eu penso: Por favor, gato… falando desse jeito você pode tirar minha calcinha e me comer bem aqui.

— Tenta a sorte — respondo, sorrindo de lado.

Ele então me vira de frente, passa uma mão por baixo do meu cabelo e a outra na cintura, e me beija com fome. Deus do céu… que beijo. Parece que ele está devorando meu corpo inteiro só com a boca.

Falei para Bruna que iria embora acompanhada. Ela me parabenizou pelo gato que eu tinha conseguido e me deu um olhar cúmplice antes de voltar para a pista.

Passei o resto da noite com Enzo. Bebemos, dançamos e nos beijamos sem parar. A cada beijo o desejo só aumentava, e o olhar que ele me lançava deixava claro que a atração era recíproca e intensa. Quando sentamos para descansar um pouco, não resisti: subi no colo dele e o beijei com vontade, querendo tomar aquela boca deliciosa para mim. Puxei o cabelo dele para trás, passei a língua pelo pescoço e mordisquei a orelha. Me senti satisfeita ao ouvir o gemido baixo que escapou dele enquanto me apertava ainda mais contra o volume duro da calça.

— Vamos embora daqui. Agora — murmurou ele, a voz rouca.

— Achei que nunca fosse pedir, lindo — respondi, mordendo os lábios.

— Não estou pedindo. Você vai ser minha essa noite. É um fato. — Ele puxou meu cabelo com firmeza e mordeu minha boca. — E se você morder esses lábios de novo na minha frente, vou ser forçado a te comer bem aqui.

— Prefiro um lugar mais reservado.

— Eu também. Então não me provoque, gata. Vem. Vamos para a minha casa.

Ele se levantou e me puxou consigo.

Enzo pediu um uber, pois não estava em condições de dirigir. No caminho inteiro nos beijamos com urgência. O clima estava tão quente que, por um momento, pensei que iríamos acabar transando ali mesmo. Eu sabia que me arrependeria quando a sobriedade voltasse, mas naquele instante não me importava. Para minha sorte, Enzo estava mais sóbrio do que eu e conseguiu se controlar.

Quando saímos do Uber, percebi que a casa dele era uma verdadeira mansão. Eu não imaginava que ele fosse tão rico. A construção sozinha dava pelo menos dez vezes o tamanho do meu apartamento, sem contar a piscina iluminada e a área verde ao redor, que facilmente poderia ser um parque. Fui tirada da contemplação quando ele me puxou em direção à entrada.

— Vamos entrar. Preciso te ter agora — disse ele, a voz baixa e urgente.

Me deixei ser levada até o quarto. Assim que a porta se fechou, Enzo tirou a própria camisa com pressa e veio até mim. Puxou meu vestido por cima da cabeça e me empurrou suavemente em direção à cama.

— Caralho… você é muito gostosa.

— Você também não é nada mal — respondi, a respiração já irregular.

— Quero saber sua opinião de verdade quando eu acabar com você — murmurou ele, subindo sobre mim e abrindo meu sutiã com destreza.

— Pode deixar que eu te digo.

Ele abriu as minhas pernas e se posicionou entre elas, descendo os beijos pelo meu pescoço, clavícula, até abocanhar um dos meus seios com vontade. Soltei um arfar alto, cravando as unhas em suas costas enquanto sentia sua língua trabalhar com precisão, alternando chupões e mordidas leves que me faziam contorcer na cama.

— Porra, Enzo… — murmurei, puxando o cabelo dele.

Ele soltou um riso rouco contra a minha pele, descendo a boca pelo meu ventre até chegar na borda da minha calcinha. Segurou o tecido rendado com os dentes e o puxou devagar, arrancando a peça e deixando-a de lado. Seu olhar subiu pelo meu corpo, faminto, antes de voltar a me encarar nos olhos.

— Quero ouvir você me pedindo mais — sussurrou, deslizando a mão por dentro das minhas coxas até tocar a minha intimidade, já completamente molhada.

Com um roçar lento dos dedos, ele fez meu quadril dar um salto involuntário. Enzo não perdeu tempo: levou a boca direto para lá, fazendo a primeira lambida subir da base até o topo. Um gemido alto e sem controle escapou da minha garganta, e eu apertei os lençóis de seda sob mim. A forma como ele me devorava ali, alternando sucções firmes e movimentos rápidos de língua, estava me levando ao limite em questão de segundos.

— Meu Deus… Enzo, por favor… — supliquei, sentindo a onda de prazer se acumular com força total.

— Fala o que você quer, gata — provocou ele, fazendo uma pausa só para me encarar por entre as minhas pernas, com um sorriso de canto e os lábios brilhando.

— Eu quero você dentro de mim. Agora!

Ele não fez mais charme. Levantou-se de vez, tirou a calça e a cueca em um único movimento rápido e se posicionou sobre mim. O tamanho de seu membro me fez engolir em seco por um segundo, mas a urgência era maior que qualquer hesitação. Enzo segurou firme na minha cintura, alinhou a cabeça dele na minha entrada e se empurrou para dentro de mim de uma só vez, preenchendo cada centímetro.

A sensação foi tão intensa que quase perdi o ar. Nós dois soltamos um palavrão ao mesmo tempo. Ele esperou apenas alguns segundos para que eu me acostumasse com o seu tamanho e começou a ditar o ritmo: estocadas fundas, lentas e firmes, que faziam a cabeceira da cama bater contra a parede.

A cada investida, seu corpo quente se chocava contra o meu, e o som dos nossos corpos se encontrando ecoava pelo quarto enorme. Segurei no seu pescoço, puxando-o para um beijo desesperado enquanto ele acelerava o ritmo, transformando as estocadas ritmadas em impulsos rápidos, violentos e precisos.

— Você é minha essa noite, Vivian… escutou? — murmurou ele contra a minha boca, mantendo o ritmo frenético lá embaixo.

— Sou… sua… — consegui responder entre arfadas.

O prazer subiu como uma descarga elétrica. Senti minha vagina se contrair fortemente ao redor dele, prensando-o enquanto o primeiro orgasmo me atingia em cheio, me fazendo arcar as costas e gritar seu nome. Ao sentir meu aperto, Enzo soltou um gemido grave, deu mais três estocadas profundas e se entregou junto comigo, gozando fundo dentro de mim enquanto se colava ao meu peito, completamente sem fôlego.

A pulsação entre nós aos poucos foi desacelerando, deixando apenas o som da nossa respiração pesada dominando o ambiente.

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