LOGINPOV: Sofia Capone
Acordei cedo. O corpo ainda carregava o cansaço gostoso da noite anterior, mas a mente já estava ligada. Levantei devagar, fui direto para o banheiro e tomei um banho demorado. A água quente escorria pela pele e eu fechava os olhos lembrando de tudo o que tínhamos feito pelo celular. Giulia gemendo, Matteo metendo nela com força, eu me tocando até gozar duas vezes. Só de lembrar eu sentia um calor subindo entre as pernas. Saí do chuveiro, sequeiPOV: Sofia Capone Acordei cedo. O corpo ainda carregava o cansaço gostoso da noite anterior, mas a mente já estava ligada. Levantei devagar, fui direto para o banheiro e tomei um banho demorado. A água quente escorria pela pele e eu fechava os olhos lembrando de tudo o que tínhamos feito pelo celular. Giulia gemendo, Matteo metendo nela com força, eu me tocando até gozar duas vezes. Só de lembrar eu sentia um calor subindo entre as pernas. Saí do chuveiro, sequei o corpo e fui até o closet. Escolhi uma lingerie bem pequena e sensual: um conjunto preto de renda delicada quase transparente, calcinha fio dental e sutiã que quase não cobria nada. Por cima vesti um vestido solto, leve, que escondia o suficiente para ninguém desconfiar. Desci as escadas em silêncio. Desci para a sala de jantar para tomar um café leve e encontrei meu irmão Massimo já sentado à mesa, com sua xícara de café fumegante e uns relatórios espalhados. —
Eu continuei. Fundo. Rápido. Depois mais lento, só para ouvir ela reclamar. Depois de novo forte. Cada vez que eu entrava até o fundo, ela empurrava o quadril de volta, pedindo mais. Do outro lado da tela, Sofia estava no limite. Eu via os dedos dela entrando e saindo, a boca aberta, os olhos semicerrados. — Sofia — chamei, a voz rouca de esforço. — Abre mais as pernas. Quero ver melhor. Mostra como você fica quando se toca pensando em nós dois. Ela obedeceu na hora. Abriu mais, levantou um pouco o quadril e mostrou tudo. Estava inchada, molhada, os dedos brilhando. Eu gemi alto só de ver. Giulia olhou para a tela de novo, a voz quebrada entre as estocadas: — Sofia... ele está tão fundo... tão grosso... eu não consigo pensar direito... — Continua — Sofia pediu, quase implorando. — Não para. Quero ouvir ela gozar com você dentro. Eu puxei Giulia um pouco para trás, mudando o ângulo. Agora cada e
POV: Matteo Volkov Ouvi a Sofia dizendo que estava excitada e que queria fazer sexo comigo e a Giulia pelo celular. Aquilo me deu uma pontada de eletricidade direto no meu pau. Com um sorriso de canto cada vez mais marcado, me inclinei um pouco mais para perto da câmera, a voz descendo para um tom grave e carregado de uma promessa perigosa: — Então me mostra, Sofia... o quanto você está excitada. — Matteo?! É sério isso? — Giulia perguntou, surpresa, os olhos arregalados olhando para mim e depois para a tela. Eu respondi sem hesitar: — Sim. Sofia não quer fazer sexo? Então vamos satisfazer ela. Não vamos negar um pedido tão carinhoso desse. Sofia, do outro lado, não deixou espaço para recuo. — Não vou aceitar não como resposta. — Tranca a porta — eu mandei, firme. Sem hesitar, Sofia obedeceu. Ela levantou da cama, foi até a porta e trancou. O clique
POV: Giulia Bianchi — Quem chegou aí, Giulia? — a voz de Sofia ecoou pelo alto-falante do aparelho, carregada de uma curiosidade imediata e de uma ponta de desconfiança que ela mal tentava disfarçar. Virei o rosto na direção da porta, sentindo um sorriso suave e inevitável brotar nos meus lábios. Olhei de volta para a tela do celular, encarando os olhos verdes de Sofia, que me fitavam fixamente através da câmera. — É o Matteo — respondi com naturalidade, embora soubesse exatamente o impacto que aquele nome causaria do outro lado, unindo de vez o nosso segredo. — Eu não te disse? — Sofia disparou, soltando um riso soprado e incrédulo. — Eu sabia! Não tem nem vinte minutos que ele saiu daqui da mansão. Matteo deu dois passos para dentro do quarto. Ele tirou o paletó escuro e desabotoou os primeiros botões da camisa social branca, dobrando as mangas até os cotovelos com movimentos calmos e firmes.
POV: Sofia CaponeO corredor da ala oeste da mansão estava silencioso e frio. Depois de deixar a biblioteca e o abraço acolhedor de Matteo, caminhei arrastando os pés até o meu quarto. O dia tinha sido exaustivo de um jeito que parecia drenar cada gota de energia do meu corpo. Fechei a porta do quarto atrás de mim com um clique suave, encostando a testa na madeira escura por alguns segundos, respirando fundo para tentar conter o nó que ainda apertava a minha garganta.Tirei o vestido preto do cemitério, os sapatos de salto alto que pareciam pesar toneladas e caminhei direto para o banheiro. Deixei a água morna do chuveiro cair sobre o meu corpo por longos minutos, tentando lavar a poeira, o cansaço e o peso daquele luto que sufocava a casa inteira.Quando saí, vesti um pijama leve de algodão e me joguei na cama, puxando o edredom até a altura do peito. Encarei o teto escuro, pensando em tudo o que tinha mudado nas últimas horas. A morte de Vittorio, o acor
POV: Matteo Volkov O silêncio na mansão Capone após a reunião parecia pesado, carregado com a poeira das cinzas de Vittorio e com a promessa de sangue que havíamos feito para as próximas horas. Massimo e Adrian foram para o escritório na ala leste com Enzo para acertar os últimos detalhes do bloqueio das rotas de fuga do clan Moretti. Chiara e Aurora tínham se retirado para os quartos, exaustas pelo peso emocional do sepultamento. Caminhei em direção à biblioteca privativa, o lugar mais isolado do pavimento térreo. Antes de cruzar o corredor, olhei para trás e vi Sofia em pé perto da grande janela da sala, abraçando o próprio corpo e encarando a chuva fina que começava a lavar os vidros. Nossos olhares se cruzaram. Não precisei dizer uma única palavra. Dei um leve aceno de cabeça na direção da biblioteca e entrei, deixando a porta entreaberta. Poucos segundos depois, o som suave de passos incertos ecoou no piso de madeira.







