ログインPOV: Matteo VolkovO clima na sala de reuniões do escritório da mansão Capone era denso, pesado, impregnado de fumaça de charuto e de um luto contido que ameaçava explodir a qualquer instante. O corpo de Vittorio Capone ainda nem tinha sido velado, e nós já estávamos cercados por mapas, relatórios de segurança e esquemas de patrulhas para organizar o funeral do patriarca sob alerta máximo.Massimo estava na cabeceira da mesa, com os olhos fundos, a mandíbula travada e uma aura perigosa de quem estava a um passo de declarar guerra contra o mundo. Ao redor da mesa, alguns dos homens de maior confiança da família ouviam em silêncio enquanto alinhávamos os detalhes do comboio e os pontos de snipers que protegeriam o cemitério.No meio do debate sobre a segurança do perímetro exterior, o meu celular começou a vibrar sobre a madeira da mesa.O nome de Giulia piscou no visor.Estranhei imediatamente. No terceiro toque, levei o aparelho ao ouvido, mantendo a voz calma, mas alerta:— Giulia? O
POV: Giulia BianchiO ar sumiu instantaneamente dos meus pulmões.Parado na minha porta estava o Felipo. O meu ex-namorado. A última pessoa no mundo que eu esperava ou queria ver.Ele estava visivelmente alterado. A gravata torta, o terno meio amassado, os olhos vermelhos e carregados de uma raiva perigosa que eu conhecia muito bem. O cheiro forte de uísque barato misturado com algo amargo, um cheiro químico de drogas que me fez ter um arrepio imediato na espinha, se espalhou pelo ar assim que a fresta da porta se abriu.— Felipo? — minha voz falhou.Antes que eu pudesse raciocinar, ele deu um sorriso torto, assustador.— Sentiu minha falta, Giulia? — ele disse, a voz arrastada e grossa.A memória daquela tarde horrível no banheiro veio como um soco no meu estômago. O medo me paralisou por um segundo, mas o instinto de sobrevivência falou mais alto. Tentei empurrar a porta com todas as minhas forças para fechar e trancar novamente, mas ele foi mais rápido.Felipo enfiou o pé entre o b
POV: Giulia BianchiDepois de desligar a chamada de vídeo com a Sofia logo cedo, fiquei com um aperto enorme no peito. Saber que o senhor Vittorio tinha falecido naquele tiroteio horrível me deixou em choque. Sofia parecia exausta e abalada, e ver a dor na voz da minha amiga me destruiu. Mas eu sabia que não adiantava nada ficar parada alimentando caraminholas na cabeça. Para afastar a ansiedade e a sensação de impotência que me rondavam, decidi me mexer. Não existe remédio melhor para aliviar a cabeça do que colocar a casa em ordem.Caminhei até a lavanderia da minha casa, recolhi as roupas sujas do cesto, algumas camisetas, calças jeans e vestidos e joguei tudo dentro do tambor da máquina. Coloquei o sabão em pó, o amaciante com cheiro de lavanda no compartimento correto e programei o ciclo normal de lavagem. O barulho da água enchendo o reservatório me deu uma leve sensação de rotina e normalidade, algo que eu estava precisando desesperadamente depois de uma madrugada tão tensa.Vo
— Eu posso imaginar... A dona Aurora sempre foi tão ligada ao seu pai — Giulia comentou, balançando a cabeça na tela. — E o seu irmão? E o Matteo? Como eles estão lidando com isso? O Massimo deve estar furioso. — Você já conhece o Massimo — respondi, fechando os olhos por um segundo enquanto deixava a água lavar meu rosto. — Ele não demonstra muito por fora, fica com aquela cara fria de sempre, mas por dentro eu sei que ele está planejando acabar com quem fez isso. E o Matteo... bom, o Matteo esteve comigo a noite quase toda. Ele tentou me acalmar de todas as formas. — O Matteo é um amor com você, Sofia. Que bom que ele está do seu lado nesse momento — disse Giulia, dando um sorriso fraco para me confortar. — Se você precisar que eu vá aí, ou se quiser conversar mais tarde, é só me ligar, tá? Não fica guardando tudo para você. — Pode deixar, Gi. Obrigada por me ligar. Me ajudou muito ouvir sua voz logo cedo — sorri de leve, pegando a toalha e me secando enquanto saía do box. — Vou
POV: Sofia Capone Fechei a porta do quarto de Matteo com extremo cuidado, segurando a maçaneta até ouvir o clique suave do fecho. O corredor longo da mansão parecia ainda mais silencioso do que quando passei por ele minutos atrás. Ajeitei o moletom no meu corpo, sentindo os cabelos ainda um pouco úmidos nas pontas. A sensação do toque de Matteo e o peso da nossa entrega continuavam pulsando na minha pele, mas a realidade daquela noite brutal não demorou a me alcançar. A cada passo discreto que eu dava no corredor, a lembrança do olhar de dor da minha mãe e o silêncio pesado da casa voltavam a pressionar meu peito. Caminhei na ponta dos pés, me esgueirando para não fazer barulho. No final do corredor, perto da grande escadaria que dava para o hall, vi a silhueta de dois guardas armados. Um deles era Sergei, que mantinha a expressão séria e os olhos atentos a cada canto do corredor. Passei por eles mantendo a cabeça baixa, apenas ouvindo o murmúrio baixo e respeitoso das saudações. —
Ouvir aquilo da boca dela me fez esquecer qualquer prudência. Cheguei a posicionar a cabeça do meu pau gozado na entrada do cuzinho dela e comecei a empurrar devagar. A cabeça do meu membro começou a entrar, e Sofia soltou um gemido manhoso e dolorido. Parei no mesmo instante e perguntei: — Está doendo, minha gostosa? — Só um pouco... porque você é muito grande — ela respondeu, tentando relaxar o corpo. Tirei o pau e introduzi um dedo lambuzado com o meu próprio gozo na entrada dela. Sofia gemeu gostoso com a invasão. Fui lubrificando o canal com calma, usando a minha porra, e devagar introduzi um segundo dedo. Sofia foi à loucura com a sensação, rebolando devagar contra a minha mão. — Eu estou pronta, Matteo... — ela sussurrou, a voz trêmula. Comecei a esfregar a cabeça do meu pau na entrada lubrificada do seu anel, gemendo bem baixinho perto da nuca dela enquanto distribuía beijos quentes na sua pele. Não tive como resistir. Sofia gemia e rebolava, empurrando a bunda para trás







