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Sim, papai

last update publish date: 2026-08-06 14:11:53

Isabella.

Sentei-me em silêncio no bar, observando as pessoas entrarem e saírem, vivendo suas vidas enquanto eu apodrecia na destruição da minha própria.

"Mais uma?" perguntou o barman bonitão quando empurrei o copo de volta para ele.

Assenti levemente com a cabeça, minha visão se dividindo em um multiverso.

O barman agachou-se no balcão, olhando para mim. "Você já tomou oito hoje. Acho que deveria parar."

"Não!" gritei para ele, chamando a atenção das pessoas próximas. "Não me diga o que fazer
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    Isabella.A língua do tio Ben era um paraíso na minha boca. Ele se movia como se eu tivesse sido feita para ele, como se ele desejasse isso tanto quanto eu. Ele tinha uma mão no meu pescoço, a outra apertando minha bunda.Minha fome por ele crescia a cada segundo que passava, meu corpo dormente despertava só para ele. Eu sempre sonhei com essa noite, com as loucuras que ele poderia me fazer. Ele era o motivo pelo qual eu me masturbava depois de cada relação sexual com Kelvin.“Isa”, ele resmungou."Sim, papai", gemi. Minhas mãos deslizaram até sua calça, lutando com o cinto. Tentei ao máximo desabotoá-lo, mas a impaciência falou mais alto.Resmunguei ao menor incômodo. Não tinha certeza se o cinto estava emperrado ou se era coisa da minha cabeça. Talvez isso não seja real. Nada disso. Não pode ser.Ele segurou minha mão e interrompeu nosso beijo. Os únicos sons eram o de nós recuperando o fôlego e nossos corações acelerados."Você pediu por isso, Isa. Tire a roupa." Droga! Como eu pud

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    Isabella.Sentei-me em silêncio no bar, observando as pessoas entrarem e saírem, vivendo suas vidas enquanto eu apodrecia na destruição da minha própria."Mais uma?" perguntou o barman bonitão quando empurrei o copo de volta para ele.Assenti levemente com a cabeça, minha visão se dividindo em um multiverso.O barman agachou-se no balcão, olhando para mim. "Você já tomou oito hoje. Acho que deveria parar.""Não!" gritei para ele, chamando a atenção das pessoas próximas. "Não me diga o que fazer", disse em voz mais baixa.O barman ergueu as mãos em sinal de rendição. "Talvez você só precise de alguém para conversar?", perguntou ele.Dei um sorriso irônico. O uísque queimou minha garganta enquanto eu o engolia em um gole. "Por quê? Você também é gay?"Ele riu. Minha visão ficou turva novamente e perdi o equilíbrio. Um par de mãos fortes me impediu de cair, gentilmente me empurrando de volta para o meu assento.O homem, vestido de terno, cabelos escuros e tudo mais que eu não conseguia i

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