LOGINSentí a ponta do pênis dele tocar minha coxa, molhada pelo meu suor e pelos meus próprios fluidos. Duro, quente e palpitante. Luca inspirou profundamente quando sua pele entrou em contato com a minha umidade, e pude sentir a vibração da respiração dele até as minhas costelas.—Abre os olhos, querida. Quero que veja quem te domina esta noite.Neguei com a cabeça. Não queria. Mas a mão dele, úmida de suor, agarrou meu queixo e me obrigou a olhar para ele.—Quem é o dono deste corpo esta noite? —perguntou de novo.Minha boca se moveu, querendo dizer “ninguém tem o direito de possuir o meu corpo”, mas essas palavras nunca chegaram a sair porque Luca começou a introduzir o pênis até a metade.Sentiu-se como ser partida por um ferro em brasa. Nunca tinha feito aquilo. Meu corpo se sentia seco e resistia, mas os meus próprios fluidos acumulados na entrada fizeram com que ele deslizasse, embora com uma dor imensa.—Aahh… —meu gemido escapou sem permissão.Luca grunhiu. Sua voz era grave, rouc
Agora ele sugava meu mamilo como um bebê faminto. Era uma sucção de um homem que sabia exatamente o que fazia. Sua língua brincava com a ponta do meu mamilo, já endurecido, o mordia suavemente, depois o sugava de novo.Mordi o lábio até quase fazê-lo sangrar. Não queria dar a ele o prazer de ouvir minha voz outra vez, mas meu corpo não obedecia. Cada sucção de Luca enviava uma estranha e nojenta onda de prazer ao meu cérebro. Algo quente começava a se acumular entre minhas coxas.A mão livre de Luca desceu para minha barriga, depois para meu quadril, depois para minha calcinha. Seus dedos roçaram aquele tecido fino por fora, sentindo a umidade que começava a vazar.— Você está molhada. Diz que me odeia, mas seu corpo está molhado para mim — disse Luca.Fechei os olhos. As lágrimas começaram a se acumular nos cantos dos meus olhos.— Abra os olhos — disse ele.Não os abri.Luca parou. Senti o peso do seu corpo se afastar de mim. Pensei que ele tivesse desistido, mas me enganei.Alguns
Luca me afastou da porta. Sua mão segurou com força meu pulso e me levou ao centro do quarto. Tentei resistir, tentei me soltar, mas sua força era grande demais.Ele me empurrou sobre a mesa de couro negro.Minhas costas tocaram aquela superfície fria. Tentei me levantar, mas Luca já estava sobre mim. Seu corpo nu me pressionava para baixo, uma das suas mãos segurava meus dois pulsos sobre minha cabeça, enquanto a outra começou a rasgar meu vestido vermelho.— Não! — gritei.Mas minha voz se afogou quando ele me beijou.Esse beijo foi diferente dos anteriores. Era um beijo brutal, que tomava, que sugava meu alento até quase me desmaiar. Sua língua dominava minha boca, explorava cada canto, cada dente, cada espaço que podia alcançar.Mordi a língua dele de novo, mas ele já havia previsto. Retirou a língua bem antes que meus dentes se fechassem, e depois riu entre meus lábios.— Você aprende rápido, mas não o suficiente.Luca soltou o beijo. Levantou a cabeça e me olhou com seus olhos a
Olhei nos olhos azuis de Luca com um ódio ardente. Sua mão ainda segurava meu queixo, seus dedos frios apertavam suavemente como se eu fosse um brinquedo que se pudesse moldar à sua vontade.— Me solta — sibilei.Luca sorriu. Soltou meu queixo, mas não recuou. Seu corpo nu continuava perto demais de mim. Podia sentir o calor da sua pele embora não houvesse contato.— Nossa primeira noite. Estive esperando por isto desde que nos casamos, mas você escolheu fugir. Você me decepcionou.— Você acha que eu me importo com a sua decepção?— Deveria se importar. Porque esta noite você pagará seu castigo.Luca recuou dois passos. Caminhou até a estante metálica no canto do quarto e pegou algo. Não conseguia ver com clareza por causa da luz tênue, mas sua mão segurava um objeto longo de cor negra.Não. Era um chicote.Mas ele não o usou. Apenas o deixou sobre a mesa de couro negro no centro do quarto.— Vou te dar uma opção. Primeira: você veste o traje de médica que preparei. Se vestir, farei c
A noite caiu. Eu continuava sentada na borda da cama de Luca, olhando o curativo branco dos meus pés com a mente feita um nó.Não tinha comido desde o meio-dia. Mas meu estômago se revoltava toda vez que eu imaginava ter que sair deste quarto e voltar a encontrar Luca.Por volta das nove da noite, ouvi batidas na porta.— Senhora? — a voz de Elena atrás da porta.Não respondi, mas a porta se abriu mesmo assim.Elena entrou com duas criadas atrás dela. Traziam vários objetos: um cabide com uma capa de plástico transparente cobrindo-o, e uma pequena caixa negra.— O senhor Luca pede que a senhora se reúna com ele esta noite. Na sala do fundo do corredor do segundo andar. Ele já a espera — disse Elena.Franzi o cenho. — A esta hora?Elena não respondeu. Retirou a capa de plástico do cabide, e vi o que trazia.Um traje de médica.Não era um jaleco de médica normal. Era como uma versão sexy do uniforme médico que deveria ser profissional e neutro.Uma blusa branca curta que só chegava até
Sentei-me no banco traseiro daquele táxi com o peito ainda subindo e descendo. Minha respiração estava agitada, não só por ter corrido, mas pela adrenalina que ainda inundava todo o meu corpo. Pressionei minha cabeça contra o vidro frio da janela, tentando acalmar as batidas do meu coração, que ainda batia com força.— Para onde, senhorita? — perguntou o motorista com um sotaque italiano muito marcado, mas que eu consegui entender.Quase chorei ao ouvir inglês. Finalmente, alguém com quem eu podia falar sem ter que traduzir cada palavra com grande esforço.— Estação de trem. A mais próxima. Por favor, rápido — quero dizer "quickly" —, respondi apressada.O motorista me olhou pelo espelho retrovisor. Seus olhos eram penetrantes, como se avaliassem se eu estava bem. Ele devia me ver um desastre. Meu cabelo estava desgrenhado, meus pés sujos e descalços, e eu ainda segurava meus dois sapatos de salto alto sobre o colo.— A senhorita está bem? — perguntou.— Não.— Fui sequestrada — disse







