LOGINGente, depois de vários e vários capítulos sem aparecer por aqui, acho que já posso perguntar: vocês estão sobrevivendo a essa maratona? 😂 Aumentei bastante o ritmo de capítulos e quero saber o que vocês estão achando. Estão gostando de acompanhar tudo mais rápido ou já estão querendo me pedir calma? 👀😂 Me contem nos comentários, porque eu quero muito saber como vocês estão se sentindo com essa história até aqui. ❤️
Quatro semanas depois… Parada em frente ao espelho do closet, me pergunto pela milésima vez se o vestido que escolhi é realmente a melhor opção para esta noite. Escolhi um longo branco, que destaca minhas curvas e deixa os ombros à mostra. Mas como escolher algo que combine com o pedido de “quero você ainda mais linda essa noite” do meu marido? — Vai ficar aí se admirando até amanhã, Piccola? Olho pelo espelho e encontro meu marido encostado no batente do closet, já vestido para o jantar. A camisa preta está aberta no primeiro botão, as mangas dobradas até os antebraços e o cabelo escuro perfeitamente arrumado. Lindo, como sempre. — Estou tentando decidir se gostei do vestido. Dante se aproxima sem pressa e para atrás de mim. Suas mãos encontram minha cintura, e ele beija demoradamente a curva do meu pescoço. — Acredite, eu gostei tanto que estou repensando a ideia de sairmos desse quarto. Solto uma risada, inclinando um pouco a cabeça quando ele volta a beijar minha pele.
Os dois continuam nessa troca de olhares, e começo a ficar impaciente.— Vocês vão me contar ou pretendem ficar se comunicando por telepatia?Meu irmão solta uma gargalhada. Minha amiga, por sua vez, abre um sorriso ainda maior e se vira para mim.— Está bem. Nós viemos para…— Morar aqui! — Caleb praticamente grita ao mesmo tempo que ela.Pisco, tentando processar o que acabaram de dizer.— Como é? — pergunto, ainda sem acreditar.— Viemos para morar em Milão — Paige repete, agitando as mãos, empolgada. — Não é uma visita. Vamos ficar!Levo as mãos à boca.— Vocês estão falando sério?— Muito sério — Caleb responde, me abraçando de lado. — Achei que já estava na hora de parar de depender de chamadas de vídeo para ver minha irmã e meus sobrinhos.Solto uma risada emocionada, sentindo os olhos arderem outra vez.— Meu Deus… Vocês vão mesmo morar aqui?— Vamos! — os dois respondem juntos.— Graças ao meu querido cunhado, que decidiu nos dar uma ajudinha — Caleb acrescenta, apontando par
Termino o café tentando arrancar alguma informação de Dante, mas meu marido parece ter decidido que o silêncio é uma virtude. Ele apenas sorri, me ajuda a sair da cama e pega Leonardo e Caleb no colo, um em cada braço. Depois, me dá um beijo e se vira para sair. — Te esperamos lá embaixo, mamãe — diz, abrindo a porta. Então, ele sai antes que eu possa perguntar pela quinta vez quem está lá embaixo. — Ah, se eu não te amasse, Dante Ferretti — resmungo, seguindo para o banheiro. Isso porque simplesmente não faço ideia de quem posso encontrar na minha sala de estar desta vez. Nesses últimos meses, minha casa se tornou o melhor lugar de Milão para os Ferretti se reunirem. Francesca aparece sempre que pode. Isabella e Teresa nem preciso mencionar. Elas vêm praticamente todos os dias para mimar os gêmeos. Carlo e Sophia também dão as caras de vez em quando. Até Chiara apareceu uma vez, no nosso primeiro mês aqui, trazendo uma garrafa de vinho como gesto de boas-vindas. O ú
Dois meses depois… Um barulhinho me acorda, seguido por algo macio encostando no meu braço. Ainda de olhos fechados, tento voltar a dormir, mas ouço um gritinho animado perto do meu rosto e sinto pequenos dedos agarrarem uma mecha do meu cabelo. Franzo a testa. — Amor, se você está tentando me acordar antes das oito, espero que tenha uma ótima justificativa. Uma risada ecoa ao meu lado. — Tenho duas, Piccola. Abro os olhos devagar e dou de cara com meu marido, sentado ao meu lado, com um sorriso convencido e os dois filhos entre nós. Leonardo está de barriga para cima, mexendo os braços como se estivesse regendo uma orquestra invisível. Caleb, por outro lado, parece muito mais interessado na minha presença. Ele me observa com os olhos arregalados, enquanto as perninhas se agitam debaixo do macacão azul-claro, até que abre um sorriso banguela que acaba comigo. Meu Deus. — O que vocês estão fazendo aqui? — pergunto, sentindo o sono desaparecer aos poucos. — Viemos dar bom di
“Amy Ferretti”Por um instante, tenho a impressão de que ouvi errado.Pisco, encarando meu marido, que continua apoiado na mesa com a expressão mais tranquila do mundo.Tranquila demais para alguém que acabou de dizer algo com esse peso.— O quê?Dante inclina a cabeça, como se estivesse considerando seriamente a questão.— O divórcio, Piccola. Você sabe, aquele que prometeu pedir amanhã mesmo se eu tentasse impedir você de terminar de arrancar os cabelos da Valentina.— Eu não estava arrancando os cabelos dela! Eu estava… — paro, tentando encontrar uma justificativa que me faça parecer mais racional. — Eu estava ensinando uma lição.Ele levanta uma sobrancelha.— Ah, claro. Uma lição prática. Com direito a tapas, puxões de cabelo e ameaças de divórcio.— Você não ouviu a parte em que ela falou dos nossos filhos?— Ouvi cada palavra, amore.— Então sabe que ela mereceu!— Não disse que não.A resposta me pega desprevenida.— Não disse?— Não, Piccola. Nem disse que não entendo por que
O silêncio que se instala no escritório dura pouco. Valentina me encara como se estivesse esperando que eu voltasse atrás ou, no mínimo, demonstrasse algum remorso por ter acabado de reduzir anos de expectativas dela a uma única frase. Não faço nada disso. — Você não pode simplesmente jogar tudo fora assim — diz, com a voz mais baixa, mas ainda carregada de indignação. — Não pode falar como se não tivesse significado nada! — Porque não significou, Valentina. E você sabia disso desde o começo. Nunca prometi um relacionamento, nem dei a entender que existia alguma possibilidade de sermos mais do que fomos. — Você está dizendo isso porque está na frente dela! — rebate, apontando discretamente para Amy. — Estou dizendo isso porque é a verdade. Você quis acreditar que, se continuasse por perto, acabaria se tornando importante para mim. Mas eu nunca lhe dei motivos para pensar assim. Amy aperta um pouco mais os dedos nos meus, mas não diz nada. Pelo canto dos olhos, percebo que está







