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Contrato de Casamento com o Mafioso Cruel
Contrato de Casamento com o Mafioso Cruel
Author: Lya Flor

Capítulo 1

Author: Lya Flor
last update publish date: 2025-08-14 21:24:28

Dmitri

Eu cresci no meio dos abutres, no meio de toda carnificina e podridão que possa existir. Aprendi desde cedo que somente o mais forte e inteligente sobrevive. Meu pai me cobria de luxos, de mulheres e de cobaias para as minhas invenções e eu adorava. Mas algo dentro de mim gritava por mais, eu precisava de mais, era quase que uma necessidade. Algo dentro de mim implorava pelo sofrimento do outro. Fiquei conhecido por realizar carnificinas e por meus negócios não serem os mais tranquilos. 

A vida é movida a dinheiro e o dinheiro compra tudo. Compra felicidade, compra as mulheres mais bonitas e até mesmo uma vida nova se você precisar. É assim que eu penso . Não me interessa de onde essas mulheres saem, não me importo se elas têm ou não família e também nem quero saber, odeio choro, odeio quando imploram pela vida que sabem que vão perder e acho irônico. Muitos vivem reclamando e quando se veem na beira do precipício decidem que querem viver, é ridículo! 

Eu sempre apreciei uma boa caçada, sempre gostei de andar na mata gelada e rastrear minhas presas até encontrá-las. Algumas ainda conseguiam ver de onde o tiro veio, já outras não tinham tanta sorte. 

Lembro-me que meu pai me atirou aos lobos, mas o que ele não esperava era que eu matasse um por um. Ele sentia orgulho de mim, enquanto tudo que eu sentia por ele era nojo. Certamente eu sou um homem melhor que ele, ou não. Mas agora não importa mais. Uma hora o passado volta pra te pegar, e foi isso que aconteceu com ele. A pessoa que ele menos esperava, uma mulher que ele já nem lembrava, foi a causa da sua brutal morte. 

Não consegui evitar um sorriso sincero quando vi o chão branco da mansão alagado de sangue e repleto de corpos por todos os lados, foi satisfatório, me poupou trabalho. 

A muito tempo eu sonhava com esse dia, o dia em que finalmente jogaria o velho em um buraco qualquer. Ele sempre me atrapalhou em tudo que eu queria fazer, ele ainda tinha muita influência sob os outros subordinados, mas agora com ele fora de jogo posso finalmente me divertir. 

_ Dom Dmitri, você não vai fazer nada a respeito do assassinato de seu pai?

Perguntou um dos conselheiros. Infelizmente sou obrigado a aturar essa gente, mas é só por enquanto, eu ainda vou ter o prazer de colocar uma coleira elétrica em cada um e caçá-los pela mata. É só uma questão de tempo.

_ Foi uma vingança, infelizmente meu pai andou por caminhos que não deveria. 

Falei com desprezo, Olivia acabou me fazendo um favor quando se livrou dele.

_ Mas soubemos por fontes confiáveis que a Dom Olivia agiu juntamente com Dom Markus. Não podemos deixar a Alemanha impune! 

Rosnei irritado. Minha vontade de eliminar todos na mesa estava gritante!

_ Senhor, se me permite..

Um dos chefes contadores pediu permissão para falar e eu concedi com um aceno.

_ .. nossas cargas estão sendo interceptadas na Colômbia, já perdemos muito dinheiro naquelas estradas. Podíamos tentar um acordo com o líder deles ao invés de derramamento de sangue, poderia ser mais vantajoso.

Disse o rapaz, gaguejando e com a voz trêmula. Pela cara que os velhos olharam para ele, certamente esse não vai durar muito, eles querem sangue, querem vingar a morte do homem que protegia eles de tudo, inclusive de mim. 

_ Perfeito!

Falei me levantando. Ajustei meu paletó e saí da sala, deixando os velhos ali. Nunca tive respeito com os mais velhos, até porque nunca precisei e não pretendo ter agora. 

Eu estava querendo encarar de frente essa tal muerte, vamos ver se ela é assustadora como muitos dizem, ou se é só mais uma mulherzinha com uma arma na mão brincando de macho. 

Cheguei na minha mansão e mandei que me trouxessem algo para brincar, já estava ficando entediado e quando eu fico assim quem *sofre são os homens à minha volta. 

Uma hora depois me trouxeram uma prostituta. Observei a mulher loira com os lábios pintados de vermelho vivo, deixando-os ainda mais destacados. Olhei firme pra ela e ela se encolheu. Dava pra ver o medo dançando em seu rosto. Ela foi muito bem paga para estar aqui, pra me servir, mas não são todas que saem inteiras  

_ Ajoelha.

Ordenei com a voz potente, fazendo-a pular no lugar. Ela fez o que eu mandei, o vestido mal cobria seu corpo magro e atraente. Meu *pau pulsava implorando por uma liberação. Andei a passos lentos até ela. Puxei minha toalha ficando totalmente nu e esfreguei ele no rosto pálido dela, deixando um rastro do meu desejo por toda parte. Segurei firmemente o cabelo dela. A puta fez cara de dor me deixando mais excitado. 

_ Abre a boca.

Ela abriu e eu soquei até o final várias vezes. Lágrimas saíam de seus olhos enquanto ela engasgava com o comprimento. Quando finalmente *gozei ela começou a tossir, na tentativa de recuperar o fôlego. 

Peguei firme em seus cabelos e arrastei até meu ao lado da minha cama pegando uma algema e uma corda que sempre deixo ali. 

_ Anda, coloca as mãos pra trás. 

_ S-senhor…

_ ANDA!

Ela fez o que mandei e pude ver as lágrimas contidas em seus olhos verdes. 

Coloquei a algema em suas mãos e a corda usei pra amarrar em seu pescoço, prendendo-a no pé da cama.

_ Agora sim, cadelas como você devem ficar amarradas.

Fiz com que ela ficasse de joelhos novamente, agarrei em seus cabelos e fiz com que ela colasse o rosto no chão, ficando totalmente exposta e a mercê das minhas vontades. 

Observei bem o corpo magro que tremia sem parar. Eu já estava duro mais uma vez e sem muito tempo, em poucas horas seria minha viagem até aquele maldito país. Me ajoelhei e puxei a cintura dela pra mim, fazendo-a resmungar com o choque do rosto raspando no carpete áspero do meu quarto. Sem cerimônia entrei com força em todos os buracos que pude, terminando com meu pau cheio de sangue. Ela resmungava e pedia pra parar, mas desde quando uma puta como ela pode exigir. Depois de gozar pela terceira vez me dei por satisfeito. Chamei um dos meus soldados.

_ Tirem ela daqui.

O soldado juntou a mulher caída no chão totalmente imobilizada. Nunca tive pena, pra mim tanto faz como tanto fez o que pensam de mim. Tomei um banho quente pra tirar os vestígios da mulher que esteve aqui a poucos minutos atrás. Ela daria uma boa caçada e a noite esta propicia pra isso. Eu poderia terminar essa noite me divertindo mais ainda? Poderia, mas amanhã vou ter que enfrentar horas de viagem porque aquela *vagabunda da Olivia resolveu interceptar minhas cargas e arruinar alguns dos meus negócios. Mas vamos ver, quem sabe eu consiga convencê-la de outra maneira, se ela for fácil será melhor ainda, eu poderia até mesmo me casar com ela e depois eliminá-la, seria muito vantajoso.

Sorri com os pensamentos e observei a puta se esgueirar pra fora do quarto. Minha semana vai ser bem agitada!

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Comments (1)
goodnovel comment avatar
Tereza Evangelista
Fiquei triste depois k consegui liberar tds capítulos saiu a pg e entrou outra zerando tds os livros k paguei e outros k consegui com bônus tremenda falcatrua
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