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16- Xeque mate no escuro

last update publish date: 2026-04-05 08:00:56
Fechei a porta da minha sala com uma força que quase arrancou a maçaneta.

Caminhei até a minha mesa e descarreguei toda a pressão um murro seco que ecoou pelas paredes.

— Porra! — rosnei para o vazio, sentindo a dor nos nós dos dedos arder em sintonia com a minha fúria.

"O que diabos está acontecendo comigo? Eu não sinto ciúmes. Eu não posso perder a compostura por causa de uma advogada de quinta vinda do meio do nada.”

Mas, eu quase cruzei essa linha.

Cada vez que aquele arquiteto
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