เข้าสู่ระบบQuando a pessoa fica sem palavras, ela realmente não sabe o que dizer, nem o que pode dizer.Elas realmente achavam que ela ainda queria ficar com Ian?Naquele momento, Lívia nem teve vontade de explicar. Explicar seria um insulto a si mesma.E ao olhar para Ian de novo, ele pareceu ter encontrado reforço. Já não chorava mais, nem estava em colapso. Estava ali, parado, se fazendo de vítima.— Olha só como você deixou o meu filho! Ele não revidou porque ainda te ama, porque está disposto a te tolerar, mas você também não pode abusar da sorte! — Teresa falava enquanto sentia pena do filho e, ao mesmo tempo, ficava furiosa com a brutalidade de Lívia.— Mas você já xingou, já bateu, a raiva já devia ter passado. Daqui para frente, você vai ter que viver bem com o Ian. O casamento com a Viviane já está marcado, isso não dá para mudar, mas isso também foi culpa sua, não pode reclamar de ninguém. No futuro, a Viviane será a esposa oficial, você será a outra. As duas vão ter que servir bem o I
Essas palavras eram das mais cruéis possíveis. Ian levantou a cabeça, incrédulo, enquanto uma linha de lágrimas escorria pelo canto dos olhos.— Eu te agradeço. Agradeço por ter feito aquelas coisas nojentas e me ajudado a enxergar quem você realmente é. Um imprestável, sem coração. Agora eu não te amo mais. Sabe no que você se transformou aos meus olhos? Num verme! Exalando fedor por todo o corpo e ainda achando, cheio de si, que todo mundo gosta de sentir o seu odor!— Você quase não se olha no espelho, não é? Vem cá, deixa eu te mostrar! — Havia um espelho de corpo inteiro na entrada. Lívia o puxou e, segurando-o pelo cabelo, obrigou-o a olhar para si mesmo. — Olha bem para esse verme no espelho. Nasceu um verme e, depois de tantos anos, continua sendo. Que utilidade ele tem? Além de comer, dormir e se gabar, o que mais ele sabe fazer? Do que ele é capaz? E ainda tem coragem de chorar! Chora por quê? Por que eu não quero mais esse verme? Eu sinto nojo!— Para! Para de falar! — Ian n
Ian tentou prensá-la contra a porta, mas Lívia resistiu com violência. Cerrando os dentes, ele acabou segurando a cabeça dela e batendo com força para a frente.Com um estrondo alto, Lívia sentiu a cabeça girar na hora, e a visão escureceu.— Lili, você não sabe o quanto eu te amo. Esses dias sem você, eu fiquei louco, completamente louco! — Ian a pressionava com força, enquanto uma das mãos puxava brutalmente a roupa dela. — Me dá, rápido, me dá! Lili, você é a minha vida!Ele estava tão excitado que o sangue parecia ferver, até a respiração ardia.Lívia sacudiu a cabeça com força. O corpo reagiu mais rápido que a mente. Ela recolheu o cotovelo e golpeou violentamente para trás. No instante em que Ian se afastou um pouco, ela se virou rapidamente, levantou o joelho e, quando ele gemeu de dor, girou o corpo e chutou.Uma sequência de movimentos limpa e precisa. Quando a mente dela finalmente acompanhou, Ian já estava ajoelhado e prostrado no chão.O olhar de Lívia ficou frio. Ela deu d
— Marido... — A respiração de Lívia se apertou involuntariamente.— Quanto de juros você pretende me pagar? — Ele puxou o pijama dela.— Quanto você quer? — Ela ofegava.— Você consegue pagar?— Hum... eu sou sua.Alexandre fitou os olhos de Lívia. Eles estavam cheios de névoa e desejo por ele. Ele abaixou a cabeça e a beijou. Sob a resposta calorosa dela, foi descendo aos poucos, até a ponta dos lábios.— Me chama de "marido".— Marido...— Então aqueles cem milhões estão pagos.Lívia não reagiu de imediato, mas Alexandre também não lhe deu tempo para isso. Ele já a beijava, tomando seu corpo e seus pensamentos, levando-a a se afundar junto com ele em um estado de êxtase.Aquela noite foi um pouco agitada, mas, ao acordar de manhã, Lívia se sentia revigorada.O motorista levou Alexandre primeiro até a empresa. — Marido. — Ao descer do carro, ela chamou baixinho.Vendo o sorriso malicioso dela, Alexandre logo percebeu que ela não estava com boas intenções.— Agora é você que me deve c
— Pelo visto a Sra. Alencar gosta muito de colecionar quadros. Eu tenho em casa uma pintura do Sr. Antônio Lacerda, "Primavera no Rio". Depois mando entregar na sua casa. Se gostar, pendure. Se não, jogue num canto.Quem disse isso tinha um tom claro de bajulação e, indiretamente, também deixava evidente que achava totalmente sem valor gastar dezenas de milhões em um quadro de um artista desconhecido.— Hoje em dia, até obras dos pintores mais famosos dificilmente chegam a sessenta milhões.— E mesmo que arremate, o valor de coleção não é grande coisa.Quando um começou a falar, os outros passaram a ser ainda mais diretos.Lívia sabia que, se ela quisesse, não importava quanto custasse, Alexandre daria um jeito de comprar para ela. Mas ela não tinha condições de pagar essa quantia.— Deixa para lá, não precisa disputar com essa pessoa.— Cem milhões. — Alexandre beliscou de leve o rosto dela e disse ao telefone.Assim que essas palavras saíram, não só quem estava do outro lado da linha
Vendo o quanto Alexandre mimava a esposa, como ela poderia ser Lívia?! Ela, Lívia, merecia isso tudo?!Alexandre não só assou pessoalmente como também levou ele mesmo até ela.— Nada mal, nível de mestre! — Lívia provou um pedaço e avaliou.— Sério? — Alexandre ficou meio nas nuvens.— É o espetinho mais gostoso que já comi na minha vida!— Então parece que eu levo jeito para o churrasco.— Se um dia sua empresa falir, você pode muito bem recomeçar a vida vendendo espetinho!Aquilo já era exagero. Tão exagerado que, mesmo com Lívia falando com a maior seriedade e comendo de forma voraz, Alexandre ainda ficou desconfiado.Ele pegou um e provou.Estava muito amargo! Parecia que tinha passado do ponto.— Você não está sentindo o gosto agora, não é? — Alexandre pensou um pouco e perguntou.— Mesmo não sentindo o gosto, eu posso garantir que está delicioso! — Lívia respondeu com um tom extremamente sincero.— Quase fiquei bobo com tanto elogio seu. — O canto da boca de Alexandre se contrai






