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Capítulo 5

Author: Romênia
last update publish date: 2026-09-21 11:40:27

Ele respondeu exultante.

— Você pode não aceitar. E isso não muda nada entre a gente. A gente sempre teve liberdade, parceria.

— A gente conta tudo um pro outro. Somos melhores amigos, além de amantes. Somos namorados. Eu te amo mais que tudo. Você sabe disso, né?

Ela riu, um pouco nervosa.

— Sei. Eu também te amo. O que você tá aprontando? Eu conheço esse olhar.

Brenon pegou o celular. Deu alguns cliques. Virou a tela para ela. Mostrou um aplicativo de namoro aberto.

— Eu fiz um perfil falso. — explicou.

— Em nome de uma mulher parecida com você. Foto artificial.

Nadira franziu a testa.

— Brenon…

— Eu andei pensando — ele continuou falando calmo.

— Eu sei que você gosta de atenção. Eu tento te dar, mas acho que não é suficiente. Então, como presente de casamento, eu já sei o que vou pedir.

Ela sentiu o estômago revirar, pensando em menáge.

— O quê? — Ela perguntou.

Ele respirou fundo, segurando a mão dela.

— Eu quero que você fique com outro homem.

Ele silenciou, começou rir.

— Como é Brenon? — ela perguntou, confusa.

— Eu quero saber de tudo — ele completou.

— Nos mínimos detalhes. Eu tenho algumas regras. Mas eu acho que isso pode ser muito bom pra gente. Dar uma variada. Quando eu te conheci, eu não era vir.gem. Você também não. Tivemos outros parceiros. Faz muitos anos que somos só nós dois.

Ele empurrou o celular em direção a ela.

— Escolhe um homem. Encontra com ele. Fica com ele. Tra.nsa como quiser. Depois volta pra casa, cheirando se.xo, pra eu saber que foi real… e me conta tudo.

Nadira sentiu o coração disparar. Olhou para o celular. Depois para o marido. Depois para a lingerie ainda em suas mãos.

Nada na vida a tinha preparado para aquilo, ela não soube se queria rir, chorar… ou fugir.

O vinho parecia mais forte. O restaurante, maior. O silêncio, mais pesado.

— Brenon… — ela começou, mas parou.

Ele a observava atento, calmo, como quem tinha acabado de abrir uma porta e esperava que ela decidisse se atravessaria ou não. E Nadira entendeu, ali, que aquele presente não tinha volta. E ela iria dar, o que seu marido pedia.

Brenon se aproximou e a beijou ardentemente. Deu um puxão no cabelo dela, daquele que a deixava arrepiada e exci.tada, querendo tran.sar ali mesmo, em cima da mesa. Então ele disse:

— Meu bem, é só uma ideia. Se você não quiser, não precisa fazer. É só uma ideia… e um pedido, né? Porque quando você me pediu um presente caríssimo no auge do meu desemprego, eu dei. Eu fiz o que pude e dei. Sempre te dei tudo o que você quis. Mas tá bom…

Ele começou a rir debochado.

— Se você não quiser, não precisa me dar o presente que eu pedi. Imaginei com tanto carinho.

Ela começou a rir, o acariciando. Foi abrindo a camisa dele, excit.ada.

— Brenon, você está ficando lou.co, seu velho. É a crise da meia idade, eu sabia que fazer quarenta anos ia mexer com a sua cabeça. Vou pensar. Mas me mostra como eu deveria fazer com esse outro homem qualquer.

Então Brenon começou a levantar o vestido dela, a beijar seu pescoço e a deixou apenas de calcinha e sutiã no meio do restaurante. Ele disse, com um sorriso m.aldoso:

— Eu vou te mostrar, mas não se empolgue, porque tem regras a seguir. E uma delas é que você use preser.vativo sempre. Isso eu não admito. Essa buce.tinha linda só eu posso go.zar e encher com meu leitinho.

Ela começou a rir muito, adorando o som ousado do marido.

— Ai, Brenon, como você é tonto… então vem e me enche com seu leitinho. Me fo.de aqui em cima da mesa e go.za gostoso dentro da minha buc.eta, que é só sua. Sempre será só sua, meu amor.

Ele começou a rir, tirou o sutiã dela, chupou seus sei.os, apertou sua bu.nda, se ajoelhou no chão, colocou-a sentada em cima da mesa e começou a chupar sua buc.eta ferozmente, devorando-a. Passava a língua no clit.óris, sentia-a ficando molhada e disse:

— Go.za pra mim… igual você vai go.zar pra ele.

Rindo, ela estava exc.itada, quase alcançando o êxtase, e disse:

— Brenon, você tem certeza que é isso que você quer? Olha o que você faz comigo… você não vai ficar com ciúme? Ou imaginando se eu goz.ei mais com ele do que com você?

Rindo, Brenon a colocou de quatro, puxou seu cabelo e a pôs deitada em cima da mesa. Pen.etrou com força, met.endo tudo até o talo, e falou com possessão:

— Não importa o quanto você go.ze com outros. Você sempre será minha. Seu corpo, sua alma, seu coração… você é minha. Você é minha alma gêmea. Você foi feita pra mim. Eu te esperei a minha vida toda e não viveria um dia sequer sem saber que você pertence a mim. Agora go.za e fala que você vai me dar o meu presente.

Ele começou a estocar forte, segurando-a pela cintura, se colidindo com ela, ecoando pelo restaurante todo, deixando-a com dor na perna e no pé da barriga, com a intimi.dade ardendo pela fricção.

Não era sempre que Brenon a pegava com tanta intensidade e ela adorou. Ele grudou no cabelo dela e puxou com força, met.endo cada vez mais rápido e mais forte.

— Fala que você vai go.zar com outro. Fala que você vai realizar o meu fetiche e dar o meu presente.

Ela começou a ge.mer alto, então go.zou loucamente, melando o p.au dele, e disse ofegante:

— Eu sempre vou realizar todos os seus dese.jos. Eu sou sua parceira de vida e sempre farei tudo o que você quer pra te ver feliz, meu amor.

Ela se desmanchou, ofegante, em cima da mesa. Então ele também alcançou o êxtase junto com ela. Brenon a abraçou por trás, beijou suas costas e disse:

— É por isso que eu te amo. Você é a mulher da minha vida.

Brenon se afastou, saiu de dentro dela, com o p.au melado, se ajeitou e foi para o banheiro. Nadira foi junto, rindo. Entraram no chuveiro se beijando, se acariciando, trocando juras de amor, comemorando o aniversário de casamento.

Então, de repente, ela disse, o surpreendendo:

— Brenon, eu já sei o que eu quero.

Ele a olhou curioso.

— O quê vida?

— Eu quero renovar os nossos votos. Com festa, vestido de noiva, tudo. É isso que eu quero. Eu quero me casar de novo.

Ele sorriu imediatamente.

— É claro, meu amor. Tudo o que você quiser.

Fez uma pausa, provocador.

— Então, depois que você me der o meu presente, eu te dou o seu.

Ela começou a rir, intrigada, e perguntou, curiosa:

— Então eu devo ficar com um homem desse aplicativo, bobo, e tra.nsar com ele, depois te contar? Só isso?

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