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Pecando

Author: Romênia
last update publish date: 2026-10-02 11:56:09

Meu nome é Flávio, tenho trinta e sete anos, 1,88 m de altura, pele parda, cabelos pretos e curtos, barba cerrada sempre bem aparada, olhos castanho-escuros e um corpo grande, com ombros largos, braços fortes e um pouco de pelos espalhados pelo peito. Moro em Londrina, no Paraná, e, neste conto erótico, vou relatar como foi o domingo em que saí de casa imaginando que passaria algumas horas orando e conversando sobre a vida, mas terminei realizando uma fantasia que já alimentava havia muito temp
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  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 23

    Nayala abriu a porta da sala e ficou segurando a maçaneta, com os cabelos soltos bagunçados e os pés descalços no piso frio. Lá fora a rua estava quieta, só se ouvia um cachorro latindo longe e o barulho de uma moto passando. O ar da madrugada entrou gelado pela porta e ela se encolheu um pouco mais dentro da manta.— Valeu pelos remédios — disse Nayala, sem olhar direito para ele.— Coloca na lista da dívida aí, junto com o resto.Samurai parou pela porta, já com a chave do carro na mão, e balançou a cabeça.— Precisa não, pô. A culpa foi minha, que fiquei distraindo você no meio da rua — respondeu Samurai, sério.— Toma os remédios direitinho, na hora certa, tá ligado? E qualquer coisa, me procura na adega.— Tá bom — respondeu Nayala, baixinho, se sentindo inferiorizada.Ele ficou parado mais um pouco, olhando para ela, como se fosse falar mais alguma coisa. Mas não falou. Desceu os dois degraus da varanda, atravessou o quintal, abriu o portão e saiu.Nayala ficou na porta até ouvi

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 22

    Nayala ficou alguns segundos pensando, olhando para a cama, para o braço enfaixado e para ele em pé na frente dela, com a camisinha já colocada. Depois se ajoelhou no colchão com cuidado, apoiando a mão boa na cabeceira de madeira, e deu duas batidinhas no lençol de florzinhas.— Vem, senta aqui perto da cabeceira. Eu fico por cima — disse Nayala, decidida.Samurai subiu na cama, que rangeu com o peso dele, e se sentou no meio, encostado na cabeceira, com as pernas esticadas. Nayala foi montando em cima dele devagar, um joelho de cada lado do quadril, segurando no ombro dele com a mão boa, desviando o joelho machucado.Ele segurou o p.a.u e foi se colocando dentro dela, deslizando lentamente. Entrou com um pouco de dificuldade, por causa da camisinha e porque ela não estava tão molhada quanto antes, e ele foi com calma, esperando, deixando que ela descesse no tempo dela.Nayala ge.meu baixinho quando sentiu ele inteiro dentro de si. Ficou parada um instante, com a boca encostada na pe

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 21

    Nayala olhou para o volume marcado na calça dele, depois para o rosto, e começou a rir baixinho, mordendo o lábio. Samurai também riu, meio sem graça, e tirou a mão do meio das pernas dela devagar, foi desligando o chuveirinho e pendurando-o de volta no suporte. O banheiro estava cheio de vapor, o espelho completamente embaçado, e o cheiro de doce do sabonete tomava conta de tudo.Ela ficou parada dentro do box, molhada, com o braço machucado encostado no corpo, os pingos escorrendo pelos s.e.i.o.s e pela barriga.— Pega a toalha pra mim? Tá ali atrás da porta — pediu Nayala, apontando com um deboche malicioso.Samurai pegou a toalha rosa, já meio desbotada, e a abriu nas mãos. Nayala saiu do box com cuidado, apoiando a mão boa no ombro dele para não escorregar no piso molhado, e ele envolveu o corpo dela, começando a secar devagar. Passou a toalha pelos ombros, pelo colo, pelos braços, tomando cuidado com o braço machucado, desceu pela barriga, pelas coxas, pelas pernas, abaixando-se

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 20

    Nayala ficou alguns segundos olhando para ele, com a mão boa apoiada no portão, tentando decidir se aquilo era gentileza ou mais uma armação de agiota. O rosto dele estava sério, cansado, o olhar baixo menos intimidador. Não parecia estar mentindo. Mesmo assim, ela não conseguia baixar a guarda tão fácil. Acabou assentindo com a cabeça, resmungando, descontente.— Sei, sei. Você só quer verificar se ele tá aqui, né? — falou Nayala, revirando os olhos.— Pode vir, cara, pode olhar de boa. Já falei que ele não tá. Só não repara na bagunça.Samurai entrou rindo com deboche, empurrando o portão devagar e fechando atrás de si.— Mano, na moral, é muito mais fácil eu querer ficar aqui pra ficar perto de você do que pra achar aquele véio feio — disse Samurai, com um sorrisinho debochado.Nayala não respondeu, mas sentiu as bochechas esquentarem e virou o rosto rápido para ele não perceber. Abriu a porta da sala com a chave, acendeu a luz e entrou devagar.A casa não estava bagunçada, mas tam

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 19

    Samurai empurrou a cadeira de rodas até a saída do pronto-socorro e ajudou Nayala a se levantar, segurando-a pela cintura com cuidado para não encostar nas costas machucadas. Ela mancava, apoiando o peso na perna boa, e fazia careta a cada passo, mas não reclamava. Estava quieta demais, e aquele silêncio, vindo dela, deixava Samurai ainda mais desconfortável. Ele abriu a porta do passageiro, esperou ela se acomodar devagar e ajustou o cinto por cima do braço bom, sem olhar muito para o rosto dela.Deu a volta no carro, entrou e ficou alguns segundos com as mãos no volante, sem ligar o motor. Do lado de fora, o céu ainda estava escuro, e a rua em frente ao hospital estava vazia, só com um vendedor de cachorro-quente fechando a barraca e um cachorro magro revirando o lixo.— Bora passar numa farmácia? Compro esses remédios aí da receita pra você — ofereceu Samurai, olhando para o papel amassado na mão dela.Nayala balançou a cabeça devagar, sem olhar para ele.— Não precisa — respondeu

  • Desejo Lascivo   Uma dívida indecente Vendida ao Agiota 18

    Samurai dirigiu rápido, mas com cuidado, desviando dos buracos para não sacudir o carro. O som estava desligado, e o único barulho lá dentro era o choro abafado de Nayala e a respiração pesada dela tentando aguentar a dor. De vez em quando ele olhava para o lado, preocupado, vendo o braço dela inchando e o sangue das costas manchando o banco de couro, mas não falava nada. Estava com medo de que qualquer palavra começasse outra briga.Ela ficou quieta durante alguns minutos, olhando para as luzes dos postes, segurando o braço contra a barriga. As lágrimas pararam devagar e, no lugar delas, voltou a raiva. Raiva da moto, raiva dele, raiva de si mesma, raiva da vida inteira. Virou o rosto para ele de repente.— Me leva pra minha casa — falou Nayala, com a voz trêmula. — Eu vou te pagar cada centavo, seu filho da p.u.t.a. Nem que eu tenha que vender a minha b.u.c.e.t.a pra metade dessa cidade.— Já que só pra você, não sou boa o suficiente. Samurai soltou o ar pelo nariz e balançou a c

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