LOGINLuana Fernandes conquistou seu grande objetivo, após um término sofrido de um casamento de dois anos ao lado de Diego Albuquerque, ela conquistou o que tanto queria; a independência e o título de chefe de cozinha do restaurante mais requintado de São Paulo. Agora diante de seus objetivos cumpridos, Luana sente que nada mais pode desestabiliza-la, até rever os olhos verdes de Diego Albuquerque, o homem que tanto amou, mas que teve que deixar ir. Em contra partida, o ator Diego Alburquerque, mantem sua vida de artista e ator após o fim do casamento que tanto lutou pra manter. Ser apaixonado por Luana não foi o bastante para mantê-la ao seu lado. Agora anos após o divorcio, Diego acredita que a paixão está adormecida, mas quando reencontra Luana, a ruiva dos seus sonhos, ele sente que nada era como imaginava ou lutava para ser. O significado de um amor destinado!
View MoreO som da música penetrou os ouvidos de Luana fazendo com que ela movesse o corpo ao som da melodia contagiante. Aproveitando o ambiente tranquilo da cozinha, ela moveu os dedos frente ao rosto enquanto as batidas da música animada liberava uma onda de energia.
Sem observar muito bem, ela continou os movimentos, enquanto erguia as pernas para os lados e girava a cabeça. Seu corpo suado, porém repleto de adrenalina se movia a cada movimento que ela fazia.
Enquanto se perdia no seu mundo, de olhos fechados, ela não percebeu a presença do homem que a observava na entrada da cozinha. Cruzando os braços e reprimindo o riso, ele observou sua irmã mover o corpo para os lados e manteve a gargalhada.
— O que essa largartixa tem hoje? — Ele cobriu a boca.
Mas Luana tão pouco reparou na presença do seu irmão.
Quando as batidas da música reduziu e a música finalmente terminou, Luana ergueu os braços para cima fazendo uma ultima pose.
— Você como dançarina é uma otima cozinheira.
— AAAAH QUE SUSTO GAROTO! — Com o susto, Luana guiou as mãos ao peito sentindo as batidas aceleradas ressoantes do coração.
— Você se assutou? Imagina eu que entrei na sua cozinha e fui testemunha dessa seção de possessão. — Se movendo ao encontro dela, ele percebeu a carranca dela em sua direção.
— Eu sou maravilhosa querido! — Fingindo uma certeza palpavel, Luana fechou os olhos devagar numa sensual expressão de contentamento.
— An hã, sim, ta coberta de razão.— Ao se aproximar, o irmão moveu a mão sobre a cabeça da irmã, repuxando a toca de cozinha. — Agora vai lá terminar o jantar se não quiser levar um sermão da mamãe.
— Ah, nem me lembre disso, ainda acho que esse jantar vai ser um desastre, depois de tudo que me fizeram passar, eles querem se aproximar novamente? Isso está bem esquisito. — Ela deixou escapar um suspiro, ao passo que relembrava dos ultimos envolvimentos com a familia Fernandes.
Seu irmão moveu as mãos sobre o ombro dela massageando num consolo de irmãos.
— Não se preocupa, estou aqui por você sempre, eu sempre vou estar.
A abraçando em seguida, Luana repousou a cabeça sobre o ombro do irmão.
Depois de tudo que enfrentou, se não fosse o Luan, ela nem sabia como teria suportado.
(...)
A brisa da praia soprou os cabelos ondulados da loira que encarava o namorado a sua frente. Sua expressão era carregada de decepção e descontentamento. Depois de tudo que passaram junto, Felipe teve a coragem de traí-la?
Como ele pôde?
Felipe observava a expressão da namorada, ela estava chorando, e por dentro tudo parecia um turbilhão. Memorias do passado o sobrecarregou aquele momento. Tombando o corpo para trás, ele encarou a areia da praia sobre seus pés.
A umidade, aquele sentimento de culpa por algo que não cometeu o corroeu.
Observando a falta de dialogo na cena, o diretor tomou a frente das filmagens.
— CORTAAAA!
Toda a quipe sobressaltou-se com o susto, os dois atores encararam-se confusos com o grito repentino do diretor.
— O que está acontecendo? Diego era sua fala SUA.
Sentindo a pressão do diretor, Diego sacudiu a cabeça, evitando recordar de seu passado doloroso. Focando no seu trabalho e no que realmente precisava fazer, ele desculpou-se.
— Me desculpe, podemos continuar.— Movendo as mãos sobre o rosto e soltando a respiração como uma lufada de ar pela boca, ele voltou a posição.
— Preciso de muita emoção, isso precisa ser intenso. Estamos entendidos? — Voltando a questionar, o diretor de filmagens esperou a resposta dos atores, que concodaram com a cabeça logo em seguida.
— Não vamos decepciona-lo.— Paola, a atriz completou, voltando encarar os olhos verdes de Diego.
— 1.2.3 AÇÃO!
Continua...
— Que Luana?— Cristian cruzou os braços incrédulo. — Fala sério que você veio perguntar dela, você sabe a bagunça que está sua carreira?— Isso eu posso resolver, já com ela é diferente. Precisa me dizer se ela está bem, se não se machucou.— Diego insistiu. O assessor percebeu que Diego não desistiria enquanto ele não falasse sobre a ruiva. — Não aconteceu nada com aquela água de salcicha, ela está perfeitamente bem. Ta bom pra você?— O loiro revirou os olhos após a pergunta.— Vou confiar em você, mas se caso estiver escondendo algo de mim, você vai ver Cristian.— O ator se remexeu na cama se reconfortando.— E pare de chamar a garota de água de salcicha, palhaçada!— Só o que me faltava agora. — Cristian seguiu direção a poltrona indignado com o que acaba de ouvir. O loiro se manteve sentado de braços cruzados e pernas cruzadas, sua impaciencia movendo os pés a cada segundo. Não dava pra acreditar que Diego ainda se importava com aquela mulher, principalmente depois do que a fam
Estava distante, tudo parecia confuso. Diego conseguia ouvir passos ao seu redor. Ele conseguia sentir cheiros, mas não conseguia despertar. Ele estava lutando para despertar, pra conseguir ver o que estava acontecendo, mas mesmo lutando repetidamente, ele chegou a conclusão de que não conseguiria sozinho. Mas conseguiria o que? O que estava acontecendo? Porque não conseguia falar com aquelas pessoas? Porque seu corpo permanecia paralisado ? Seu peito permanecia pesado, era como se estivesse amarrado e não pudesse sair, estava preso, não se movia, não falava e não enxergava. Estava agonizando. Uma voz calma e mansa estava logo ali, ela dizia algo que ele não conseguia distinguir. Diego tentou se apegar aquele som distante, mas não conseguiu ouvir com nitidez. Pareciam dias, sua situação não mudava, até que com um impulso repentino o fez despertar. Ele despertou três dias após o acidente. Seus olhos se moveram devagar ao passo que assimilava o que estava vendo. O quarto branco
Luana aguardou uma resposta, seu irmão parecia apreensivo. Ela percebeu que ele estava lutando para dizer, mas talvez pudesse ser algo complicado demais, talvez até algo que ela não entenderia. Motivada por preocupação genuína, a ruiva segurou o pulso do irmão, ele parecia pálido. — Catarina está grávida.— Luan disse de uma vez. — Espera o quê? — A ruiva arregalou os olhos.— Luan, não pode deixá-la. — A ruiva disse de uma vez. A descoberta que seria tia a pegou de surpresa. — E não vou, que tipo de homem eu seria se a abandonasse no momento que mais precisa de mim?— O irmão caminhou pela sala de espera, suas mãos se moviam pelo seu rosto. — Eu sei o que está pensando o que está sentindo.— Luana se aproximou dele retribuindo o conforto que recebeu dele minutos antes.— Eu sei que vocês se amam, podem conseguir resistir aos nossos pais se persistirem. — Não é tão simples, não quero que a mulher que amo sofra nas mãos dos nossos pai, você sabe como eles reagem quando fugi
Luana estava desesperada e em choque, nada que fizesse poderia trazer sua paz mental de volta. Diego havia sido levado para a emergência, e ela o acompanhou. Não havia nenhum laço que os ligassem, mas era sua obrigação depois do que ocorrera. Ele fizera muito por ela na balada, e lhe devia um favor depois de tudo que ele fez para protegê-la. A cena se repetia diversas vezes em sua cabeça, o corpo de Diego tombando, o impacto no chão. Tudo se repetia e Luana não conseguia evitar a iquietação. Levantando o corpo da poltrona da recepção ela perambulou sem rumo, já era quase noite e não tinha recebido noticia de Diego. Seus olhos baixaram a visão, constatando que estava descalça, suja e com o mesmo vestido da noite anterior, faria 24 horas que estava com aquela roupa. Sentindo um peso sobre seu ombro, Luana massageou devagar, estava faminta, exausta, o dia havia sido uma bagunça, jamais esperou que se encontraria com Diego novamente, principalmente daquela forma. Ela girou o corpo mai












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