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Capítulo 3

مؤلف: Galáxia
— Não… Não…

Eu rebatei por instinto, mas nem eu mesma acreditava no que dizia.

José puxou o cobertor de uma vez só. Ao ver a minha mãozinha, que eu não tinha conseguido esconder a tempo, ele sorriu, divertido, com aquele ar malicioso.

— E ainda diz que não. Olha só o que essa sua mão estava fazendo.

— Não… Não deixa os outros saberem… Eu… Eu posso te satisfazer…

Entrei em pânico. Não tinha imaginado que José simplesmente levantaria o cobertor daquele jeito.

Os lençóis revirados, as marcas sob o meu corpo, o lugar onde minha mão estava. Se aqueles trabalhadores em volta vissem aquilo, seria o fim.

Assim que ouviu o que eu disse, José se jogou sobre mim. Os olhos dele se fixaram nas marcas, depois desceram até a mancha na calcinha. Em seguida, a mão grande apertou meu peito sem aviso.

— Tsc, tsc, tsc… O quanto você está faminta, hein? Se tivesse falado antes, eu mesmo ajudava. Mas eu sempre gostei de chamar os amigos, de fazer todo mundo se divertir junto. Do jeito que você está toda assanhada assim, um só não vai dar conta. Melhor chamar todo mundo.

Depois de dizer isso, José já abria a boca para gritar para os lados.

— Não, Zé… Por favor, não chama eles… Você… Você pode fazer o que quiser comigo…

Eu estava com medo de verdade.

Só de imaginar tantos trabalhadores fortes me cercando, eu ia acabar quebrando.

Olhei rápido na direção da mesa de cartas. Ao perceber que os peões não estavam prestando atenção ali, consegui soltar um suspiro, ainda que forçado.

José parou de se mexer e ficou me encarando, engolindo em seco.

— Então tem que cumprir a palavra. Se for assim, eu não chamo mais ninguém. Fica tranquila. Eu sozinho também dou conta de te satisfazer.

Ele se enfiou rápido debaixo do meu cobertor, puxou o tecido por cima e pressionou o corpo inteiro contra o meu.

— Zé… Será que… Será que não dá pra ser em outro lugar?

Eu morria de medo de que outros homens acabassem vendo. Tentei implorar para que ele mudasse de lugar.

José simplesmente ignorou. A mão grande levantou minha saia de uma vez.

Ao mesmo tempo, ele deixou o celular apoiado na cama ao lado, num ângulo perfeito para registrar com clareza nós dois daquele jeito.

— Aqui é muito mais gostoso. Relaxa. Se você se comportar direitinho, ninguém vai perceber. E eles são meus companheiros de obra. Se eu não chamar, ninguém vem. Agora anda, levanta esse bumbum bonitinho.

A ordem de José fez meu rosto pegar fogo.

O corpo forte e quente colado ao meu fez aquele desejo doentio explodir outra vez. Mas fazer aquilo com tanta gente por perto era vergonhoso demais.

E se eles vissem? E se José não conseguisse segurar todos?

Será que eu acabaria cercada por aqueles homens…

— Zé… Por favor… Eu tenho medo…

José deu um tapa estalado naquele bumbum empinado, firme e redondo.

— Medo de quê? É só gemer mais baixo depois. Pronto, bonitinha. Levanta direitinho pra eu te amar como você merece.

O impacto fez meu corpo inteiro amolecer. Um arrepio elétrico me atravessou, e comecei a tremer sem controle.

Aquela necessidade só piorava. Meu corpo ardia, ardia demais, como se ondas de calor viessem de todos os lados, prestes a me engolir.

José puxou minha calcinha para baixo e agarrou com as duas mãos, apertando com força.

— Que elasticidade… Tão macia, tão branca e tão farta. Quem diria que alguém tão jovem fosse tão bem desenvolvida.

Algo duro encostou por trás. Bastou aquele contato para eu desmoronar por completo.

A razão gritava que eu não devia, mas a crise voltava com tudo. Lá embaixo, parecia que dezenas de cobras se enroscavam, se mexendo sem parar.

Meu corpo ficava mole, sem forças, como se estivesse sendo queimado por dentro. A cabeça girava, os pensamentos se embaralhavam até virarem um borrão.

Era como se meu corpo e minha mente gritassem juntos, fora de controle.

As reações vinham em ondas, violentas, impossíveis de conter.

Meus lábios se entreabriram, e minhas pernas se afastaram ainda mais, por conta própria.

Se fosse ele a me preencher assim…

Como aquilo podia parecer tão absurdamente maravilhoso.
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