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Capítulo 4

Autor: Número Dois
Nesse momento, no quarto ao lado, ouviu-se um estrondo, seguido pelo grito de dor da minha querida.

Lvei um susto, vesti a roupa às pressas e corri para o quarto principal. Encontrei ela jogada no chão, segurando a barriga, com o rosto banhado em suor.

— Amor… minha barriga tá doendo muito.

Quando consegui colocá-la no carro e levá-la ao hospital, já começava a amanhecer.

Dois dias depois saíram os resultados: câncer de útero.

Uma semana mais tarde a levei ao hospital para a operação. Ela s
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Último capítulo

  • Estreando a Cunhadinha   Capítulo 7

    De onde minha querida tirou forças para me puxar e me arremessar para o lado há apenas alguns instantes?Ela, tão frágil, como pôde conseguir? Quem devia ter morrido era eu…Não, não morreu, minha querida não morreu…Perto do hotel havia um hospital, e em dez minutos a ambulância chegou.Quando os paramédicos chegaram, Natalia me puxou para o lado.Falava entrecortado, com soluços que não a deixavam formar frases:— Não vai acontecer nada, minha irmã vai ficar bem, os médicos vão encontrar uma solução, não se preocupe… não se preocupe…Estava claro que ela se consolava sob o pretexto de me me consolar. Tremia ainda mais do que eu e a mão com que me segurava estava gelada.— Morte instantânea, sem batimentos nem respiração…Escutei um médico dizer para o outro em voz baixa.Foi como se caísse um raio sobre mim; mal conseguia me manter em pé.— Chamem a emergência, avisem a polícia de trânsito ou as autoridades competentes. Aqui já não há nada a fazer.Natalia também ouviu es

  • Estreando a Cunhadinha   Capítulo 6

    Ao vê-la, virei a cabeça e perguntei:— Quem trocou a minha cueca? Você?Assim que falei isso, começou a me rondar vagamente a ideia de que ontem à noite eu… eu talvez tivesse… feito? Ou foi só um sonho molhado?O meu grito acordou Natalia. Olhei para as duas e perguntei sem rodeios:— Vocês me deram alguma coisa? Eu nunca fico bêbado tão rápido.Minha querida respondeu:— Claro que não… Eu mudei a sua calça. Quando saímos do banho, vimos você dormindo tão fundo que pensamos em só limpar o seu corpo e pronto.Olhei para Natalia. Ela me devolveu o olhar com os olhos sonolentos e não consegui distinguir se estava fingindo.Abri a boca, soltei um suspiro irritado e não perguntei mais nada.Ainda tinha itinerário pela frente. Melhor fingir que nada tinha acontecido.— Nada… já que acordaram, se arrumem e vamos tomar café — disse.Durante o café da manhã, Natalia parecia me lançar olhares furtivos de vez em quando. Assim que eu olhava para ela, ela virava a cabeça para o outro la

  • Estreando a Cunhadinha   Capítulo 5

    Depois do jantar a temperatura caiu, então nos adiantamos de volta para o hotel que tínhamos reservado.Natalia viu que sobre a mesa havia cartas de baralho e dados, e disse animada:— Vamos fazer jogos de bebida!— Vamos jogar, mas como assim beber? — disse eu.Ao me ouvir, Natalia fez bico. Minha querida, ao vê-la, interveio:— Nati já é maior de idade. Se ela quer beber, deixa ela beber. Além disso, assim a gente testa o limite dela. Melhor ficar bêbada na frente da família do que acontecer isso na rua.Olhei o cardápio de bebidas alcoólicas, revisei para ver os tipos disponíveis e, ao encontrar coquetéis de baixa graduação, fiz o pedido.Minha querida se aproximou para olhar e pediu três garrafinhas de vodca bem fortes. Riu e disse:— Já que vamos beber e nos divertir, tem que ser direito. Além disso, não combinamos de testar o limite da Nati? Com poucos graus de álcool não dá, nem eu fico bêbada com isso.Franzi a testa, hesitei um momento, mas no fim fui na onda da minha

  • Estreando a Cunhadinha   Capítulo 4

    Nesse momento, no quarto ao lado, ouviu-se um estrondo, seguido pelo grito de dor da minha querida.Lvei um susto, vesti a roupa às pressas e corri para o quarto principal. Encontrei ela jogada no chão, segurando a barriga, com o rosto banhado em suor.— Amor… minha barriga tá doendo muito.Quando consegui colocá-la no carro e levá-la ao hospital, já começava a amanhecer.Dois dias depois saíram os resultados: câncer de útero.Uma semana mais tarde a levei ao hospital para a operação. Ela sobreviveu, mas teve o útero retirado.O primeiro ano depois da operação foi o mais duro. Ela estava muito instável de ânimo, percebia que o temperamento tinha azedado e às vezes me pedia para não levar a mal. Eu cuidava dela com muito carinho e assumi de boa vontade mais tarefas da casa.Mas como já não tinha útero, minha querida vivia deprimida, carregando a culpa de não ter podido me dar um filho.No fim, ela foi a primeira a não aguentar mais e me puxou para a sala.— Amor… por que você t

  • Estreando a Cunhadinha   Capítulo 3

    Fui ao quarto da minha cunhada, abri a gaveta do guarda-roupa e encontrei uma fileira de calcinhas fofas arrumadas. Peguei ao acaso uma calcinha com estampa de moranguinhos, voltei para a porta do banheiro, bati e passei a peça pela fresta.Minha cunhada mal entreabriu a porta, pegou a calcinha às pressas e a vestiu.Depois, o vapor do banheiro começou a sair e minha cunhada apareceu na minha frente com a blusinha de alcinha e a calcinha.A pele dela, recém-saída da água quente, estava límpida e translúcida. Como não usava sutiã e a blusinha era de algodão fino, dava para ver com toda a clareza a forma inteira dos seus peitos, até os dois bicos.A calcinha de moranguinhos parecia um pouco pequena nela: dava a impressão de que não ia mais aguentar aquelas nádegas redondas e fartas, e deixava ver perfeitamente o seu monte de vênus.Ao me ver bloqueando a porta, minha cunhada com certeza sentiu vergonha: sua pele alva se tingiu de um rubor tentador.— Cu… cunhado, vai você ao banhei

  • Estreando a Cunhadinha   Capítulo 2

    Fiquei muito mais excitado. Jamais imaginei que minha cunhada, que parecia tão pura, estivesse espiando o cunhado e a irmã transando.Para que minha cunhadinha visse tudo com mais clareza, para que sua primeira aula de educação sexual ficasse bem gravada, nem parei para pensar se minha querida tinha percebido que a irmã estava olhando. Eu a puxei, obriguei a levantar o torso com a bunda para o alto, virada para a porta que dava para a sala.Arranquei a camisola dela, deixando seu corpo inteiro exposto, e continuei metendo com movimentos brutais, como um touro enlouquecido.— Aah… amor… você vai me quebrar no meio…Os peitos da minha querida balançavam, e ela não conseguia segurar os gritos; como eu segurava as mãos dela com firmeza, ela não podia tapar a boca, queria gritar e não se atrevia.— Aah… não aguento mais… tem piedade de mim…Os gritos dela foram se quebrando em choro até que desabou na cama como uma boneca de pano, e só ficaram para cima as nádegas redondas e empinadas

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