تسجيل الدخولHá algum tempo, minha cunhadinha, que ainda está no ensino médio, veio passar uns dias aqui em casa. A garota, com o corpo já bem desenvolvido, andava todo dia de blusinha de alcinha e shortinho curto, sem nem usar sutiã. Fosse andando ou sentada, os peitos ficavam sempre marcados, firmes e durinhos, a cinturinha fina e cheia de curvas, as nádegas redondas e empinadas… para qualquer homem era impossível não ter pensamentos maliciosos. E muito menos para um cunhado como eu, com a cabeça quente e uma safadeza sem tamanho; a palavra "cunhadinha", para mim, era a tentação definitiva…
عرض المزيدDe onde minha querida tirou forças para me puxar e me arremessar para o lado há apenas alguns instantes?Ela, tão frágil, como pôde conseguir? Quem devia ter morrido era eu…Não, não morreu, minha querida não morreu…Perto do hotel havia um hospital, e em dez minutos a ambulância chegou.Quando os paramédicos chegaram, Natalia me puxou para o lado.Falava entrecortado, com soluços que não a deixavam formar frases:— Não vai acontecer nada, minha irmã vai ficar bem, os médicos vão encontrar uma solução, não se preocupe… não se preocupe…Estava claro que ela se consolava sob o pretexto de me me consolar. Tremia ainda mais do que eu e a mão com que me segurava estava gelada.— Morte instantânea, sem batimentos nem respiração…Escutei um médico dizer para o outro em voz baixa.Foi como se caísse um raio sobre mim; mal conseguia me manter em pé.— Chamem a emergência, avisem a polícia de trânsito ou as autoridades competentes. Aqui já não há nada a fazer.Natalia também ouviu es
Ao vê-la, virei a cabeça e perguntei:— Quem trocou a minha cueca? Você?Assim que falei isso, começou a me rondar vagamente a ideia de que ontem à noite eu… eu talvez tivesse… feito? Ou foi só um sonho molhado?O meu grito acordou Natalia. Olhei para as duas e perguntei sem rodeios:— Vocês me deram alguma coisa? Eu nunca fico bêbado tão rápido.Minha querida respondeu:— Claro que não… Eu mudei a sua calça. Quando saímos do banho, vimos você dormindo tão fundo que pensamos em só limpar o seu corpo e pronto.Olhei para Natalia. Ela me devolveu o olhar com os olhos sonolentos e não consegui distinguir se estava fingindo.Abri a boca, soltei um suspiro irritado e não perguntei mais nada.Ainda tinha itinerário pela frente. Melhor fingir que nada tinha acontecido.— Nada… já que acordaram, se arrumem e vamos tomar café — disse.Durante o café da manhã, Natalia parecia me lançar olhares furtivos de vez em quando. Assim que eu olhava para ela, ela virava a cabeça para o outro la
Depois do jantar a temperatura caiu, então nos adiantamos de volta para o hotel que tínhamos reservado.Natalia viu que sobre a mesa havia cartas de baralho e dados, e disse animada:— Vamos fazer jogos de bebida!— Vamos jogar, mas como assim beber? — disse eu.Ao me ouvir, Natalia fez bico. Minha querida, ao vê-la, interveio:— Nati já é maior de idade. Se ela quer beber, deixa ela beber. Além disso, assim a gente testa o limite dela. Melhor ficar bêbada na frente da família do que acontecer isso na rua.Olhei o cardápio de bebidas alcoólicas, revisei para ver os tipos disponíveis e, ao encontrar coquetéis de baixa graduação, fiz o pedido.Minha querida se aproximou para olhar e pediu três garrafinhas de vodca bem fortes. Riu e disse:— Já que vamos beber e nos divertir, tem que ser direito. Além disso, não combinamos de testar o limite da Nati? Com poucos graus de álcool não dá, nem eu fico bêbada com isso.Franzi a testa, hesitei um momento, mas no fim fui na onda da minha
Nesse momento, no quarto ao lado, ouviu-se um estrondo, seguido pelo grito de dor da minha querida.Lvei um susto, vesti a roupa às pressas e corri para o quarto principal. Encontrei ela jogada no chão, segurando a barriga, com o rosto banhado em suor.— Amor… minha barriga tá doendo muito.Quando consegui colocá-la no carro e levá-la ao hospital, já começava a amanhecer.Dois dias depois saíram os resultados: câncer de útero.Uma semana mais tarde a levei ao hospital para a operação. Ela sobreviveu, mas teve o útero retirado.O primeiro ano depois da operação foi o mais duro. Ela estava muito instável de ânimo, percebia que o temperamento tinha azedado e às vezes me pedia para não levar a mal. Eu cuidava dela com muito carinho e assumi de boa vontade mais tarefas da casa.Mas como já não tinha útero, minha querida vivia deprimida, carregando a culpa de não ter podido me dar um filho.No fim, ela foi a primeira a não aguentar mais e me puxou para a sala.— Amor… por que você t
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