Forced Marriage of An Arrogant Heir

Forced Marriage of An Arrogant Heir

last updateLast Updated : 2025-06-19
By:  RunayantiCompleted
Language: English
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Adelia, who works as a hotelier, is forced to accept an arranged marriage with Afgan, the heir to the richest Billionaire family in Dubai. However, the night before her wedding day, Adelia is caught in a one-night stand with a mysterious man who is drunk. Adelia immediately went in search of contraceptive pills the next morning, but bad luck was on her side as she bumped into the man who would become her husband-to-be. From the anti-pregnancy pills that Adelia bought, Afgan began to think that she was a cheap woman and that this marriage would not go the way Adelia wanted. Afgan really hates cheap women. Let's see the story until the end, hopefully it can entertain your leisure time.

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Chapter 1

Chapter 1. An unfortunate night

— Faremos as alterações imediatamente. Mas precisamos informar ao chefão com antecedência? — A voz da organizadora do casamento soava cautelosa.

Olhei para a tela com calma.

— Não precisa.

A ligação terminou, e a tela do computador escureceu.

Olhei ao redor da mansão, o lar para onde Charles e eu deveríamos nos mudar no mês seguinte. Três andares. Cada canto transbordava elegância.

Mas o lustre de cristal da sala foi instalado porque Ivy disse que tinha "classe". A roupa de cama de seda do quarto foi escolhida porque Ivy disse que era "macia na pele". Até o difusor perto da entrada tinha o aroma favorito de Ivy: jacinto-silvestre.

Eu me sentia como uma convidada vagando pelo território de outra pessoa.

Fui ao banheiro lavar o rosto. Sobre a bancada de mármore, havia um batom Tom Ford usado. A cor era o vermelho vintage característico de Ivy. Ao lado, repousava um delicado brinco de pérola.

Meu celular vibrou. Era uma mensagem de voz de Charles.

[Serena, a organizadora do casamento disse que você entrou em contato com ela várias vezes hoje.]

Digitei uma resposta curta:

[Foi só um detalhe pequeno. Já resolvi.]

Alguns minutos depois, ele respondeu com uma única palavra:

[Certo.]

Em seguida, veio outra mensagem. Uma foto.

Ivy usava um vestido cor de champanhe e girava diante de um espelho.

[Ivy está experimentando vestidos de madrinha e o zíper travou, estou ajudando ela. A loja tem peças bonitas, mas ela não consegue decidir qual escolher. Quer vir ajudar?]

Encarei a tela. Minhas mãos e meus pés ficaram gelados.

Na semana anterior, fui sozinha experimentar meu vestido de noiva. Dentro do provador, o laço intrincado apertava meu corpo a ponto de me sufocar. Liguei para Charles pedindo ajuda, mas ele disse:

— Serena, peça para as atendentes te ajudarem. O carro da Ivy quebrou. Preciso buscá-la.

Fiquei naquele vestido sereia, escolhido por Ivy em um tamanho menor do que o meu, por meia hora, sob o olhar cheio de pena das vendedoras.

E agora ele ajudava a amiga de infância a ajustar o vestido de madrinha, e ainda queria que eu fosse até lá para assistir.

Liguei para ele.

— Você ainda está aí?

— Não. — Minha voz saiu firme. — Vamos acabar com isso. O casamento...

Antes que eu pudesse terminar, a voz dengosa de Ivy atravessou a ligação.

— Charles, olha este aqui! Ficou bonito? Não fica aí parado no telefone, me ajuda a decidir.

O tom de Charles mudou num instante. Ficou mais quente, mais suave.

— Ficou lindo. Tudo que a nossa Ivy escolhe é lindo.

Só então ele pareceu se lembrar de que eu ainda estava na linha:

— Você estava falando alguma coisa sobre o casamento? Depois que as coisas forem definidas, não fique mudando toda hora.

— Sem problemas. Escolha com calma com ela. — Respondi.

Forcei um sorriso quase imperceptível. Até me decepcionar parecia exigir esforço demais.

— Ivy é a madrinha, o vestido dela representa a imagem da família Hart e eu preciso participar. Não seja sensível demais.

Então, como se quisesse suavizar o tom, ele acrescentou:

— Encomendei um colar de rubis para Ivy. A loja mandou uma pulseira de diamantes barata como brinde. Eu ia recusar, mas Ivy disse que combinaria com você. Vou levar para casa mais tarde.

A voz de Ivy soou de novo, doce como mel:

— Não liga para ele, Serena. Ele é só um homem rústico mesmo. Eu sei que a peça de brinde não tem a melhor qualidade, mas você normalmente se veste de um jeito tão simples que vai combinar certinha com você. No dia do casamento, nós duas vamos usar as peças juntas. É meu presentinho para vocês dois.

Ela queria usar a peça principal, o rubi, e me fazer usar o brinde, bem no dia do meu casamento. Para mostrar a todos quem era realmente valorizada pela família Hart.

Esse era o padrão desde que Ivy voltou, um ano antes.

Quando viajava, Charles trazia para Ivy bolsas de edição limitada que valiam centenas de milhares, enquanto pegava para mim algum perfume aleatório com desconto no duty free. Quando ela queria um artigo de luxo de lançamento restrito, ele adiava nosso casamento de novo e de novo.

Quando o confrontei, ele não demonstrou o menor arrependimento.

— Ivy está acostumada ao melhor. Você nem se arruma muito mesmo. Uma coisa barata serve para você. E aqueles adiamentos foram só acidentes. Da próxima vez, eu prometo, não vou atrasar de novo.

E Ivy sempre ria, fingindo ser a pacificadora.

— Não fale assim com ela, Charles. Sabe, eu ainda tenho algumas das coisas que você me deu naquela época. Posso dar para ela.

Sorri para o telefone.

— Obrigada, Srta. Sterling. E obrigada, Sr. Hart.

Então desliguei.

Engraçado. Quando a decepção se acumulava até certo ponto, até as palavras que eu queria dizer pareciam um desperdício.

Voltei para o quarto e abri o closet. Mais da metade dele estava cheia de roupas da última temporada que Charles comprou para mim, segundo ele, para "manter as aparências". As etiquetas ainda estavam nelas.

Peguei minha mala antiga e coloquei algumas trocas de roupa e meu notebook.

Uma mensagem da minha editora da revista apareceu:

[Serena, a ordem de transferência para a sucursal de Paris acabou de sair. Tem certeza de que vai embora amanhã? Amanhã não é o seu casamento?]

Olhei para o perfume de jacinto-silvestre que preenchia o quarto, depois para o batom de Ivy na bancada do banheiro.

— Sim. Porque a noiva mudou.
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