FAZER LOGIN
Irmãos Pecadores
A suíte principal da mansão Crawford está mergulhada em penumbra, iluminada apenas por luzes indiretas douradas que destacam os contornos dos móveis escuros e luxuosos. O ar cheira a uísque caro, colônia amadeirada e expectativa. No centro do enorme quarto, a cama king size espera como um altar. Os três irmãos estão ali, circulando a presa como lobos que já sabem exatamente como a caçada vai terminar. A mulher se chama Vanessa. Tem vinte e sete anos, corpo bem-feito, cabelos castanhos longos e um vestido preto justo que Benny escolheu pessoalmente mais cedo naquela noite. Ela sabia que seria com três homens. Assinou o contrato, recebeu o valor combinado e aceitou as regras. O que ela não esperava era que os três fossem idênticos. O mesmo rosto angular, os mesmos olhos verdes penetrantes, a mesma altura imponente. Apenas os cortes de cabelo e as expressões os diferenciavam. — Porra… vocês são… trigêmeos? — murmura ela, ofegante, sentada na beira da cama. Benny sorri, aquele sorriso safado e sem vergonha nenhuma, enquanto tira o blazer devagar. — Surpresa, linda. Agora tira essa roupa. Devagar. Vanessa hesita, as mãos tremendo levemente ao alcançar a alça do vestido. Mason, parado a poucos passos, cruza os braços. Sua voz sai grave, autoritária, cortante: — Não tudo de uma vez, tira peça por peça. Agora! Ela engole em seco. O tom dele não deixa espaço para negociação. Com os dedos trêmulos, puxa o zíper lateral e deixa o vestido cair aos seus pés, revelando lingerie preta de renda. Benny se aproxima imediatamente, como um predador brincalhão. Ele se ajoelha na frente dela e começa a beijar cada pedaço de pele que vai sendo exposto, a curva do ombro, a lateral do seio, a barriga, descendo até a coxa. Cada beijo vem acompanhado de um gemido baixo de aprovação. — Isso… boa menina. Olha como você já está arrepiada. Adoro quando tremem assim. Liam está encostado na parede, braços cruzados, observando com o cenho franzido. Ele não parece impressionado. — Ela não é muito sensual, hein? — comenta, a voz impaciente. — Tá parecendo que vai desmaiar antes de a gente começar. Vanessa cora violentamente, mas não responde. Mason dá um passo à frente, desabotoando a camisa preta com movimentos lentos e deliberados. Cada botão que se abre revela mais do peito definido, dos músculos que se contraem. Ele faz isso de propósito, deixando que o medo e a excitação dela cresçam. — Olhe para mim — ordena Mason. Ela levanta o olhar. Os olhos dele são frios, controlados, dominantes. Ele termina de tirar a camisa e j**a no chão. — Deite no meio da cama. Pernas abertas. Vanessa obedece, o coração martelando no peito. Assim que ela se posiciona, Benny sobe na cama como um gato, posicionando-se entre as pernas dela. Ele não perde tempo: puxa a calcinha para o lado e passa a língua lentamente por toda a extensão da boceta já molhada, gemendo contra a carne quente. — Caralho, que delícia… já tá encharcada pra gente. Vocês viram isso? — ele fala, olhando para os irmãos. — Vem, Liam. Ela precisa de uma lição de como se comportar, ela foi muito levada na festa hoje. Liam solta um suspiro irritado, mas se aproxima. Ele tira a camisa com um movimento rápido e impaciente, revelando o mesmo torso perfeito dos irmãos. Sem preliminares suaves, ele segura o queixo de Vanessa com firmeza e enfia dois dedos na boca dela. — Chupa. Mostra que serve para alguma coisa. Enquanto isso, Benny continua trabalhando entre as pernas dela, chupando o clitóris com fome, lambendo e enfiando a língua o mais fundo que consegue. Ele fala entre um gemido e outro, a voz rouca e suja: — Isso, abre mais pra mim. Deixa eu te deixar bem molhadinha pros meus irmãos te foderem. Você vai aguentar os três, né? Vai ter que aguentar. Mason termina de se despir completamente. Seu pau está duro, grosso, latejando. Ele sobe na cama devagar, posicionando-se ao lado da cabeça de Vanessa. Não a beija. Nunca beija. Em vez disso, segura o cabelo dela com uma mão firme e guia o pau até os lábios dela. — Abre. Ela obedece. Mason entra devagar na boca quente, controlando a profundidade, fodendo a boca dela com estocadas lentas e profundas, sentindo a garganta se contrair ao redor dele. Liam não espera mais. Ele tira o resto da roupa, posiciona-se entre as pernas de Vanessa após colocar a camisinha, empurrando Benny para o lado com o ombro. Sem aviso, ele segura as coxas dela e enfia o pau inteiro de uma vez, até o fundo. — Porra… — rosna Liam, começando a meter forte e rápido, sem piedade. A cama range violentamente com o ritmo dele. — Tá apertada pra caralho. Vanessa geme alto ao redor do pau de Mason, o corpo sacudindo a cada estocada bruta de Liam. Benny, sempre o mais livre, se deita ao lado dela e começa a chupar seus mamilos, mordiscando e lambendo enquanto uma mão desce para esfregar o clitóris dela no ritmo das metidas do irmão. — Olha pra você… sendo usada pelos três ao mesmo tempo — Benny sussurra no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Tá gostando, né? Três paus idênticos te enchendo. Vai gozar rapidinho, eu sei. Mason aumenta o ritmo na boca dela, mas ainda controlado, segurando a cabeça dela no lugar enquanto fode sua garganta. — Mais fundo. Engole tudo, isso… boa putinha. Liam continua metendo com força, os quadris batendo contra ela, suor escorrendo pelo peito. Ele não fala muito, apenas grunhidos e xingamentos baixos: — Caralho… aperta mais. Isso. Benny se levanta de repente, posicionando-se do outro lado. Ele segura o pau e começa a esfregar na bochecha de Vanessa enquanto Mason fode a boca dela. — Quer dois na boca, safada? Abre mais. Ela tenta, desesperada, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto tenta acomodar os dois paus ao mesmo tempo. Benny ri, excitado, segurando o cabelo dela junto com Mason. — Isso, abre bem essa boquinha gulosa. Olha como ela tá tentando… que vadia esforçada. Eles trocam de posição com precisão quase coreografada. Mason deita de costas e puxa Vanessa para cima dele, fazendo ela sentar devagar no seu pau. Ele a segura pelos quadris com força, controlando cada descida, metendo para cima com estocadas lentas e profundas que fazem ela sentir cada centímetro. — Devagar — ordena ele, voz rouca. — Sente tudo. Liam se posiciona atrás dela, cuspindo na mão e passando na rola antes de pressionar contra a entrada da bunda. Vanessa arregala os olhos. — Espera… eu nunca… — Hoje você vai — Liam corta, impaciente, e começa a forçar a entrada devagar, mas sem parar. Benny se ajoelha na frente dela, segurando o pau na direção da boca. — Relaxa, linda. Respira. Deixa eles te abrirem. Enquanto isso… chupa aqui. O quarto se enche de sons molhados, gemidos, pele contra pele e respirações pesadas. Mason mete de baixo com força controlada, Liam fode a bunda dela cada vez mais rápido e fundo, e Benny segura a cabeça dela, fodendo sua boca com movimentos suaves mas constantes. — Porra, ela tá apertando demais — rosna Liam, dando um tapa forte na bunda dela. — Vai aguentar os três buracos cheios, heim? Benny ri, tirando o pau da boca dela por um segundo só para bater na língua dela. — Fala. Fala que você é nossa putinha essa noite. Vanessa, quase sem voz, gagueja entre gemidos: — Eu… sou… a putinha de vocês… — Mais alto — exige Mason, apertando os quadris dela com mais força. — Sou a putinha de vocês! — ela quase grita, o corpo tremendo entre os três. Eles aumentam o ritmo. Liam mete cada vez mais bruto, segurando o cabelo dela para trás. Mason continua com estocadas profundas e poderosas, acertando um ponto que a faz ver estrelas. Benny alterna entre foder a boca dela e chupar seus seios, lambendo e mordendo, falando sacanagens sem parar: — Olha como tá molhada… escorrendo no pau do Mason. Tá adorando ser fodida pelos três irmãos, né? Imagina quantas já passaram por isso… mas nenhuma tão apertadinha quanto você. O orgasmo dela chega primeiro, violento. O corpo inteiro convulsiona, apertando os dois paus dentro dela enquanto ela geme alto ao redor do pau de Benny. Os irmãos não param. Continuam fodendo através do orgasmo, prolongando o prazer até ela tremer descontroladamente. Liam é o próximo. Com um grunhido animal, ele enterra fundo na bunda dela e goza, pulsando forte. Mason segura Vanessa contra si e goza logo depois, enchendo a camisinha dentro da boceta dela com jatos quentes enquanto a mantém imóvel. Benny puxa o pau da boca dela e goza no rosto e nos seios, gemendo alto. — Isso… toma tudo… marca bonitinha. Eles ficam ali por alguns segundos, ofegantes, os corpos suados entrelaçados. Vanessa treme entre eles, completamente esgotada, esperma escorrendo pelos cantos da boca e pelo rosto. Benny é o primeiro a sorrir, passando o dedo no gozo que está no queixo dela e levando até a boca da garota. — Engole, tudo. Ela obedece, exausta. Mason sai de baixo dela com calma, já recuperando o controle. Ele pega uma toalha e j**a para ela. — Banheiro. Se limpe. Tem água e comida na mesa se quiser. Depois pode ir embora. O motorista te leva. Liam já está vestindo a calça, sem dizer nada, ainda com a expressão impaciente. Benny, como sempre, é o único que fica um pouco mais. Ele beija a testa dela com uma suavidade surpreendente e sussurra: — Você foi uma boa menina. Se quiser repetir… sabe onde nos encontrar. Vanessa sai do quarto cambaleando, pernas fracas, corpo marcado. Atrás dela, os três irmãos ficam em silêncio por um momento. Mason serve três copos de uísque. — Próxima tem que ser melhor — diz ele, seco. Liam bebe o dele de uma vez. — Essa mal aguentou. Benny ri, recostando-se na cama ainda nu. — Eu gostei. Ela tremia de um jeito delicioso. Quem será a próxima? Os três se entreolham. O mesmo pensamento passa pela cabeça deles. A caçada nunca para.Em ebulição O ônibus estaciona em frente ao hotel que receberá as equipes durante a etapa classificatória. O clima entre os atletas é de euforia contida. Alguns descem já de fones, outros conversam alto sobre tempos e adversários. Benny é um dos últimos a deixar o veículo, a mochila jogada no ombro, o celular ainda na mão. Ele observa Nate se juntar ao treinador oficial perto da entrada do ginásio anexo.A reunião é breve e objetiva. Benny e o treinador orientam os jovens em tom firme:— Quero que todos conheçam a pista ainda hoje. Sintam o piso, vejam as curvas, prestem atenção no vento. — A voz de Benny sai clara, profissional. — Amanhã teremos prova individual e depois a de revezamento. Cada um já sabe quem é seu par. Sem distrações. Sem farras. Vocês estão aqui para competir. O treinador toma a palavra e continua as instruções.Nate, de braços cruzados, escuta em silêncio. O olhar dele, no entanto, não permanece no treinador. Ele observa Benny com uma intensidade quieta, quase e
O grande desafio Benny permanece sentado na cadeira em frente à mesa do diretor por longos segundos após ouvir a proposta. O silêncio se estende o suficiente para se tornar desconfortável. Nate, ao lado dele, continua olhando para a frente, a mandíbula travada, fingindo indiferença. Benny respira fundo e fala com a calma característica de quem está acostumado a negociar. — Eu me sinto lisonjeado com a confiança, diretor. De verdade. Mas a peça estreia na próxima semana. Eu não posso simplesmente me ausentar agora. Os ensaios finais são essenciais. Os alunos dependem da minha presença. O diretor tira os óculos, limpa as lentes com um pano e os recoloca no rosto com calma. Ele esconde bem o fato de que o juiz Marcus Hargrove pediu pessoalmente que Benny acompanhasse o filho de perto. Na versão oficial, era apenas uma questão de apoio técnico. Na realidade, era uma forma elegante de punição disfarçada. — Eu entendo sua preocupação, professor Crawford. Porém, fui informado de que a
Dois dias se passaram desde que Benny deixou Liam nos braços de Margot e desde a noite em que Nate dormiu agarrado a ele. Dois dias de autocontrole brutal. Benny evitou o campus o máximo que pôde, cancelou um ensaio extra e passou as noites no apartamento dos irmãos, tentando trabalhar no roteiro final da peça. Cada vez que o celular vibrava, seu coração acelerava com a possibilidade de ser Nate. Nenhuma mensagem veio. E isso, de certo modo, era pior.Na manhã do terceiro dia, Benny estaciona o carro no campus e respira fundo antes de descer. O sol da Califórnia já esquenta o asfalto. Ele ajusta a camisa de linho clara, joga a mochila no ombro e caminha em direção ao auditório. Os últimos ensaios da peça começam hoje. A apresentação será na semana seguinte e o peso da responsabilidade finalmente começa a se misturar com uma ansiedade genuína.Ao entrar no teatro, encontra Sônia, a professora de artes plásticas, já no centro do palco organizando os alunos. Ela é uma mulher de pouco mai
Liam acorda com o corpo já quente e o pau duro como pedra. O cheiro de Margot o envolve, pele, perfume suave e o residual do sexo da noite anterior. Ele se vira na cama e procura, quase por instinto, os seios fartos dela. Está viciado. Completamente. Como uma criança faminta que não consegue se afastar do que mais deseja. Margot ainda dorme de lado, a camisola de seda fina escorregando no ombro. Liam puxa a alça com cuidado e expõe os seios pesados e macios. O ar fresco do quarto faz os mamilos se contrair. Ele se aproxima, primeiro só inalando o cheiro da pele quente entre eles. Depois, a boca se abre e captura um dos bicos. Chupa devagar no começo. Lábios selados ao redor do mamilo, língua girando em círculos lentos. O gosto dela o deixa ainda mais duro. Ele aumenta a pressão aos poucos, chupando com mais força, puxando o peito com a boca enquanto a mão aperta o outro seio, o polegar esfregando o mamilo já endurecido. Margot começa a se mexer. Um gemido baixo escapa da garga
O contrato nos afasta Charlotte está sentada na beira da cama, o celular pressionado contra a orelha, enquanto a voz da mãe ecoa do outro lado da linha. A mulher fala rápido, animada, contando sobre a visita à irmã em outro estado e, principalmente, sobre a notícia que as duas esperavam há meses.— Filha, a casa está sem dívidas. O banco confirmou tudo ontem. E ainda tem uma empregada vindo três vezes por semana, segundo Mason. Eu não sei como você conseguiu, Charlotte, mas eu… eu estou aliviada. Vou voltar amanhã.Charlotte sorri, os olhos marejando de emoção contida.— Eu também estou, mãe. Descansou? Comeu bem?— Comi, descansei, até ri um pouco. Agora é a sua vez de cuidar de você. Como está a perna?— Melhor. Já ando quase sem a muleta a maior parte do tempo. — Charlotte olha para o tornozelo ainda com a bota ortopédica e suspira. — Hoje eu assino o contrato na empresa do Mason. Vou trabalhar de verdade de novo.A mãe fica em silêncio por dois segundos.— Esse menino… ele é bom
Aproximadamente forçada Nate abre a porta de casa descalço, o cabelo bagunçado, a camisa larga demais nos ombros, claramente não é dele e um chupão roxo bem marcado no lado esquerdo do pescoço. Só quando o cheiro familiar e amadeirado sobe das fibras do tecido é que ele percebe: pegou a camisa errada. A de Benny.Marcus Hargrove está na sala, de pé, braços cruzados, postura imponente. O olhar do juiz é frio e calculado. Ele esperava exatamente esse momento.— Então… — a voz dele corta o ar como uma sentença. — O filho do juiz Hargrove chega em casa às dez da manhã, descalço, fedendo a álcool de ontem, com marca de chupão no pescoço e vestindo a camisa de outro homem. Parabéns, Nate. Você continua me decepcionando.Nate tenta se explicar, a mão subindo instintivamente para cobrir o pescoço.— Pai, eu posso...— Não. Você não pode. Eu falo, você escuta. — Marcus dá um passo à frente. — Você é um adulto prestes a se formar. Tem nome, tem sobrenome, tem uma carreira pela frente. E o que







