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Irmãos Pecadores
Irmãos Pecadores
Author: Edielc Angel

Capítulo 1

Author: Edielc Angel
last update publish date: 2026-05-20 18:27:50

Irmãos Pecadores

A suíte principal da mansão Crawford está mergulhada em penumbra, iluminada apenas por luzes indiretas douradas que destacam os contornos dos móveis escuros e luxuosos. O ar cheira a uísque caro, colônia amadeirada e expectativa. No centro do enorme quarto, a cama king size espera como um altar.

Os três irmãos estão ali, circulando a presa como lobos que já sabem exatamente como a caçada vai terminar.

A mulher se chama Vanessa. Tem vinte e sete anos, corpo bem-feito, cabelos castanhos longos e um vestido preto justo que Benny escolheu pessoalmente mais cedo naquela noite. Ela sabia que seria com três homens. Assinou o contrato, recebeu o valor combinado e aceitou as regras. O que ela não esperava era que os três fossem idênticos. O mesmo rosto angular, os mesmos olhos verdes penetrantes, a mesma altura imponente. Apenas os cortes de cabelo e as expressões os diferenciavam.

— Porra… vocês são… trigêmeos? — murmura ela, ofegante, sentada na beira da cama.

Benny sorri, aquele sorriso safado e sem vergonha nenhuma, enquanto tira o blazer devagar.

— Surpresa, linda. Agora tira essa roupa. Devagar.

Vanessa hesita, as mãos tremendo levemente ao alcançar a alça do vestido.

Mason, parado a poucos passos, cruza os braços. Sua voz sai grave, autoritária, cortante:

— Não tudo de uma vez, tira peça por peça. Agora!

Ela engole em seco. O tom dele não deixa espaço para negociação. Com os dedos trêmulos, puxa o zíper lateral e deixa o vestido cair aos seus pés, revelando lingerie preta de renda.

Benny se aproxima imediatamente, como um predador brincalhão. Ele se ajoelha na frente dela e começa a beijar cada pedaço de pele que vai sendo exposto, a curva do ombro, a lateral do seio, a barriga, descendo até a coxa. Cada beijo vem acompanhado de um gemido baixo de aprovação.

— Isso… boa menina. Olha como você já está arrepiada. Adoro quando tremem assim.

Liam está encostado na parede, braços cruzados, observando com o cenho franzido. Ele não parece impressionado.

— Ela não é muito sensual, hein? — comenta, a voz impaciente. — Tá parecendo que vai desmaiar antes de a gente começar.

Vanessa cora violentamente, mas não responde. Mason dá um passo à frente, desabotoando a camisa preta com movimentos lentos e deliberados. Cada botão que se abre revela mais do peito definido, dos músculos que se contraem. Ele faz isso de propósito, deixando que o medo e a excitação dela cresçam.

— Olhe para mim — ordena Mason.

Ela levanta o olhar. Os olhos dele são frios, controlados, dominantes. Ele termina de tirar a camisa e j**a no chão.

— Deite no meio da cama. Pernas abertas.

Vanessa obedece, o coração martelando no peito. Assim que ela se posiciona, Benny sobe na cama como um gato, posicionando-se entre as pernas dela. Ele não perde tempo: puxa a calcinha para o lado e passa a língua lentamente por toda a extensão da boceta já molhada, gemendo contra a carne quente.

— Caralho, que delícia… já tá encharcada pra gente. Vocês viram isso? — ele fala, olhando para os irmãos. — Vem, Liam. Ela precisa de uma lição de como se comportar, ela foi muito levada na festa hoje.

Liam solta um suspiro irritado, mas se aproxima. Ele tira a camisa com um movimento rápido e impaciente, revelando o mesmo torso perfeito dos irmãos. Sem preliminares suaves, ele segura o queixo de Vanessa com firmeza e enfia dois dedos na boca dela.

— Chupa. Mostra que serve para alguma coisa.

Enquanto isso, Benny continua trabalhando entre as pernas dela, chupando o clitóris com fome, lambendo e enfiando a língua o mais fundo que consegue. Ele fala entre um gemido e outro, a voz rouca e suja:

— Isso, abre mais pra mim. Deixa eu te deixar bem molhadinha pros meus irmãos te foderem. Você vai aguentar os três, né? Vai ter que aguentar.

Mason termina de se despir completamente. Seu pau está duro, grosso, latejando. Ele sobe na cama devagar, posicionando-se ao lado da cabeça de Vanessa. Não a beija. Nunca beija. Em vez disso, segura o cabelo dela com uma mão firme e guia o pau até os lábios dela.

— Abre.

Ela obedece. Mason entra devagar na boca quente, controlando a profundidade, fodendo a boca dela com estocadas lentas e profundas, sentindo a garganta se contrair ao redor dele.

Liam não espera mais. Ele tira o resto da roupa, posiciona-se entre as pernas de Vanessa após colocar a camisinha, empurrando Benny para o lado com o ombro. Sem aviso, ele segura as coxas dela e enfia o pau inteiro de uma vez, até o fundo.

— Porra… — rosna Liam, começando a meter forte e rápido, sem piedade. A cama range violentamente com o ritmo dele. — Tá apertada pra caralho.

Vanessa geme alto ao redor do pau de Mason, o corpo sacudindo a cada estocada bruta de Liam. Benny, sempre o mais livre, se deita ao lado dela e começa a chupar seus mamilos, mordiscando e lambendo enquanto uma mão desce para esfregar o clitóris dela no ritmo das metidas do irmão.

— Olha pra você… sendo usada pelos três ao mesmo tempo — Benny sussurra no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Tá gostando, né? Três paus idênticos te enchendo. Vai gozar rapidinho, eu sei.

Mason aumenta o ritmo na boca dela, mas ainda controlado, segurando a cabeça dela no lugar enquanto fode sua garganta.

— Mais fundo. Engole tudo, isso… boa putinha.

Liam continua metendo com força, os quadris batendo contra ela, suor escorrendo pelo peito. Ele não fala muito, apenas grunhidos e xingamentos baixos:

— Caralho… aperta mais. Isso.

Benny se levanta de repente, posicionando-se do outro lado. Ele segura o pau e começa a esfregar na bochecha de Vanessa enquanto Mason fode a boca dela.

— Quer dois na boca, safada? Abre mais.

Ela tenta, desesperada, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto tenta acomodar os dois paus ao mesmo tempo. Benny ri, excitado, segurando o cabelo dela junto com Mason.

— Isso, abre bem essa boquinha gulosa. Olha como ela tá tentando… que vadia esforçada.

Eles trocam de posição com precisão quase coreografada. Mason deita de costas e puxa Vanessa para cima dele, fazendo ela sentar devagar no seu pau. Ele a segura pelos quadris com força, controlando cada descida, metendo para cima com estocadas lentas e profundas que fazem ela sentir cada centímetro.

— Devagar — ordena ele, voz rouca. — Sente tudo.

Liam se posiciona atrás dela, cuspindo na mão e passando na rola antes de pressionar contra a entrada da bunda. Vanessa arregala os olhos.

— Espera… eu nunca…

— Hoje você vai — Liam corta, impaciente, e começa a forçar a entrada devagar, mas sem parar.

Benny se ajoelha na frente dela, segurando o pau na direção da boca.

— Relaxa, linda. Respira. Deixa eles te abrirem. Enquanto isso… chupa aqui.

O quarto se enche de sons molhados, gemidos, pele contra pele e respirações pesadas. Mason mete de baixo com força controlada, Liam fode a bunda dela cada vez mais rápido e fundo, e Benny segura a cabeça dela, fodendo sua boca com movimentos suaves mas constantes.

— Porra, ela tá apertando demais — rosna Liam, dando um tapa forte na bunda dela. — Vai aguentar os três buracos cheios, heim?

Benny ri, tirando o pau da boca dela por um segundo só para bater na língua dela.

— Fala. Fala que você é nossa putinha essa noite.

Vanessa, quase sem voz, gagueja entre gemidos:

— Eu… sou… a putinha de vocês…

— Mais alto — exige Mason, apertando os quadris dela com mais força.

— Sou a putinha de vocês! — ela quase grita, o corpo tremendo entre os três.

Eles aumentam o ritmo. Liam mete cada vez mais bruto, segurando o cabelo dela para trás. Mason continua com estocadas profundas e poderosas, acertando um ponto que a faz ver estrelas. Benny alterna entre foder a boca dela e chupar seus seios, lambendo e mordendo, falando sacanagens sem parar:

— Olha como tá molhada… escorrendo no pau do Mason. Tá adorando ser fodida pelos três irmãos, né? Imagina quantas já passaram por isso… mas nenhuma tão apertadinha quanto você.

O orgasmo dela chega primeiro, violento. O corpo inteiro convulsiona, apertando os dois paus dentro dela enquanto ela geme alto ao redor do pau de Benny. Os irmãos não param. Continuam fodendo através do orgasmo, prolongando o prazer até ela tremer descontroladamente.

Liam é o próximo. Com um grunhido animal, ele enterra fundo na bunda dela e goza, pulsando forte. Mason segura Vanessa contra si e goza logo depois, enchendo a camisinha dentro da boceta dela com jatos quentes enquanto a mantém imóvel.

Benny puxa o pau da boca dela e goza no rosto e nos seios, gemendo alto.

— Isso… toma tudo… marca bonitinha.

Eles ficam ali por alguns segundos, ofegantes, os corpos suados entrelaçados. Vanessa treme entre eles, completamente esgotada, esperma escorrendo pelos cantos da boca e pelo rosto.

Benny é o primeiro a sorrir, passando o dedo no gozo que está no queixo dela e levando até a boca da garota.

— Engole, tudo.

Ela obedece, exausta.

Mason sai de baixo dela com calma, já recuperando o controle. Ele pega uma toalha e j**a para ela.

— Banheiro. Se limpe. Tem água e comida na mesa se quiser. Depois pode ir embora. O motorista te leva.

Liam já está vestindo a calça, sem dizer nada, ainda com a expressão impaciente.

Benny, como sempre, é o único que fica um pouco mais. Ele beija a testa dela com uma suavidade surpreendente e sussurra:

— Você foi uma boa menina. Se quiser repetir… sabe onde nos encontrar.

Vanessa sai do quarto cambaleando, pernas fracas, corpo marcado. Atrás dela, os três irmãos ficam em silêncio por um momento.

Mason serve três copos de uísque.

— Próxima tem que ser melhor — diz ele, seco.

Liam bebe o dele de uma vez.

— Essa mal aguentou.

Benny ri, recostando-se na cama ainda nu.

— Eu gostei. Ela tremia de um jeito delicioso. Quem será a próxima?

Os três se entreolham. O mesmo pensamento passa pela cabeça deles.

A caçada nunca para.

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