LOGINOliver começa a cantar a plenos pulmões, me contagiando no processo, então eu também canto enquanto preparo o jantar, imaginando que sou um lobo que pode correr ao lado de seu irmão de alma livremente no meio da enorme floresta sem medo de alguém me machucar, porque eu saberei como me defender.
A imagem mental disso faz meu pulso acelerar, tanto que largo o meu macarrão e vou até o lado de Oliver para segurar suas mãos e girá-lo enquanto cantamos nossa parte favorita.
— Estou correndo com os lobos esta noite. Cantamos com um grande sorriso nos lábios.
A música termina depois de alguns minutos, mas ele a toca novamente, injetando em mim uma emoção indescritível que enche o meu peito de felicidade.
Termino o macarrão, sirvo dois pratos e, quando os deixo na mesa, o meu celular toca com a chegada de uma mensagem que me faz engolir em seco.
Dimitri Mitchels: Você deu o medicamento ao preso 10B0?
Estou com o coração apertado porque não gosto da ideia de injetar nada nas pessoas, não importa o quão criminosas elas sejam, mas é meu trabalho como estagiária de enfermagem, e tenho que ajudar, porque se eu recusar, eles podem revogar a minha licença e me mandar para uma cela de segurança máxima.
É por isso que respiro fundo para respondê-lo.
Diana: Sim, Sr. Mitchels.
Chamá-lo daquele jeito frio é algo que ele me impôs por meio de surras, porque ele odeia quando eu o chamo de "pai". Certa vez esqueci de chamá-lo assim e meu castigo consistiu em ser amarrada a um gancho que ele tem no centro da sala e depois ser brutalmente espancada com seu cinto de couro, aquele que ele usa para sufocar os presos quando eles se comportam mal.
Diana: Dei a ele a dose prescrita e preenchi o formulário no Posto de Enfermagem.
Dimitri Mitchels: Quem estava de plantão no DTS?
Diana: Enfermeira Demetria Woods, senhor.
O meu padrasto não responde mais, ele apenas me deixa no modo leitura, e isso não deveria me chatear, mas ele faz isso de uma forma tão horrível que o meu coração b**e na minha garganta. Oliver sente o cheiro do meu medo porque ele se aproxima para me abraçar forte, o que é o gatilho que me faz chorar silenciosamente porque eu odeio ter medo do homem que minha mãe escolheu como seu parceiro tantos anos atrás.
— Eu vou te proteger, oleandro. Oliver murmura sobre minha cabeça. — A cada dia estou ficando mais forte e habilidoso, então agora posso defender você dos bandidos. É uma promessa de lobo!
Minhas lágrimas se tornam mais soltas a ponto de não conseguir conter os soluços.
— Eu te amo muito, Oli.
— Te amo mais!
O que era para ser um jantar agradável com o meu irmão acaba sendo um momento cheio de amargura que me impede de comer o macarrão que fiz. No entanto, faço um esforço por Oliver, que tenho que deixar quando o meu relógio b**e dez da noite.
— Preciso ir. Digo, acariciando a sua bochecha. — Mas amanhã, quando eu sair do meu turno, irei passar a tarde inteira com você.
— Você poderia me trazer algumas das suas comidas fritas picantes favoritas? Ele pergunta animadamente, cravando gentilmente os dentes na lateral da minha mão.
— Claro, Oli. Gomas também?
— Sim!
— OK. Beijo a sua testa novamente e então me levanto. — Fique tranquilo e, se houver algum problema, você sabe como me ligar.
Oliver assente, certamente se lembrando da conversa que tivemos quando comprei um celular para ele secretamente do meu padrasto. Com esse aparelho, me sinto melhor deixando-o sozinho à noite, já que o tal celular ativa câmeras que instalei na caverna e em certas áreas da floresta para mantê-lo sob vigilância.
Saio de casa e começo a caminhar de volta para a Cidade Humana, onde terei que encarar minha realidade repugnante.
Demoro meia hora para sair da floresta, pois ando lentamente, prolongando o inevitável. Quando saio, noto a variedade de luzes que iluminam a cidade devido aos inúmeros negócios ali existentes. Como ainda é cedo para alguns, é normal ver muitas pessoas fazendo compras ou saboreando um jantar delicioso. Eu, por minha vez, vou à loja de conveniência para comprar os salgadinhos e as gomas que tanto gostamos. Compro o dobro do que costumo comprar porque quero ter um estoque na casa do Dimitri.
— Você é a única que compra batatas fritas apimentadas, Diana. Ri o caixa chamado Gideon Clark. Ele estudou enfermagem comigo, mas abandonou a faculdade no terceiro semestre porque descobriu que não era essa a sua praia.
— Eles são deliciosos. Respondo, pegando também um pacote de chiclete de menta. — Você deveria experimentá-los, Gideon.
— Por que elas me dão azia? Não, obrigado.
Passo os produtos pelo aparelho eletrônico e em menos de um minuto recebo o total, que paguei com cartão de crédito porque nunca ando com dinheiro.
— Você sempre pode beber um copo de leite gelado para aliviar a coceira ou comer um pouco de iogurte. Eu pisco para ele, porque eu realmente gosto disso. — É o que eu faço quando exagero na comida apimentada.
— Sou intolerante à lactose, mas obrigada pela dica. Ele ri novamente e me entrega as compras. — Tenha uma boa noite, Diana.
— O mesmo para você, Gideon.
Saio da loja de conveniência com as palavras dele grudadas na cabeça, porque não consigo me lembrar da última vez que tive uma "noite agradável". Deve ter sido antes de minha mãe nos deixar, porque naquela época eu ficava feliz em voltar para casa e vê-la, pois ela sempre estava assando sobremesas deliciosas, e era por isso que cada cômodo ficava cheio de aromas doces.
Mas então ela foi embora e nada mais foi o mesmo. Durmo muito pouco, pois tenho medo de que Dimitri entre no meu quarto para me bater. Tentei trancar a porta várias vezes, mas foi inútil porque ele ainda entrava usando as chaves que cada quarto tem, então me resignei a ficar deitada na cama sem me sentir protegida.
Quarenta minutos de caminhada depois, chego aos enormes portões da sombria mansão de Dimitri Mitchels, cuja cor preta a mergulha em uma escuridão aterrorizante.
Um arrepio percorre minha espinha e um nó se forma na minha garganta, me avisando que o perigo está próximo.
A porta principal da mansão é aberta, revelando um homem vestido de preto segurando um cinto de couro na mão direita. O fundo dos meus olhos começa a arder enquanto meu lábio inferior treme de antecipação.
— Senhor…
— Entre agora, Diana. Grita meu algoz, fazendo o meu mundo desabar porque sei que minha tortura está começando agora.
DIANAQuente.Sinto muito calor e deve ser porque, em cima do meu corpo, sinto algo enorme e pesado, algo tão quente que parece lava.Abro os olhos e percebo que é Christopher quem tem as bochechas vermelhas e suor escorrendo pela testa pálida.— Você está queimando de febre, Chris! Eu o sacudo, observando o momento exato em que os seus olhos se abrem, revelando pupilas excessivamente dilatadas.— Não é febre, querida... Ele suspira suavemente, mordendo o lábio inferior de dor e enterrando o rosto entre os meus se*ios. Ouço-o inspirar profundamente o meu perfume antes de me lamber, o que faz os pelos do meu corpo se arrepiarem. — Eu quero… Eu preciso… Merda!Christopher geme, fazendo o meu rosto e ouvidos aquecerem porque eu sei o que está acontecendo. Existem tantos livros sobre lobos ao longo de um longo período de tempo eles ficam com os sinais e sintomas do período de acasalamento de uma criatura peluda como ele. Às vezes e confundindo com febre ou gripe, algo que confirmei há seg
Essas notícias causaram comoção, fazendo com que indivíduos desconhecidos e não humanos cercassem muitas empresas e até mesmo a prisão, exigindo a libertação de seus entes queridos.Os olhos de Adeline se movem de um lado para o outro enquanto ela observa a horda incontrolável, o que a deixa sem fôlego e com o pulso acelerado porque ela nunca, em seus vinte e três anos de vida, testemunhou um evento desse tipo.— Quem os matou? Ela se pergunta, tão grata que a sua melhor amiga não está mais lá para testemunhar tamanho caos.— Está tudo um caos. Diz a sua mãe quando ela entra sem bater. Ela parece assustada, como se alguém lhe tivesse dado uma má notícia. — E é por isso que devemos ir.— Ir para onde? Adeline pergunta, franzindo a testa porque ela nunca pensou que ouviria algo assim saindo da boca de sua mãe.— É hora de retornar à minha terra natal.Os olhos da melhor amiga de Diana se arregalam de espanto, pois há muito tempo a sua mãe lhe disse que ela é originária de Brujaks, um pa
— Sim. Decido responder, porque tenho certeza de que Diana não fará isso, principalmente enquanto ela estiver toda vermelha.— Eu tenho a poção perfeita para isso.Holly vai até uma prateleira nos fundos, cheia de potes de líquidos de cores vibrantes. Enquanto a velha procura, não consigo deixar de pensar em como será o sexo com penetração. Será caótico? Inesquecível? Não sei, mas ainda assim estou excitado por estar dentro dela e reivindicá-la completamente como minha.Quero atacá-la gentilmente, mas também como se o Cosmos fosse desaparecer.Quero amarrá-la e enchê-la com o meu sêmen.Quero…— O efeito da poção redetacor dura um mês. Conta a velha, tirando-me dos meus pensamentos e me entregando um frasco cuja substância vermelho neon chama a minha atenção. A sua sigla corresponde a “redução do tamanho corporal”, ou seja, com isso você obterá medidas humanas em todos os sentidos.— O tamanho do seu pênis também ficará menor? A minha lua especial pergunta com um certo tremor na voz,
CHRISTOPHERExistem feridas emocionais que são difíceis de curar, mas você aprende a lidar com elas, mesmo quando às vezes você só quer parar de sentir.Ouvir Diana falar sobre a sua mãe me fez perceber que as suas feridas emocionais são profundas, e eu posso entendê-la completamente. Assim como ela perdeu a pessoa mais importante da vida dela, eu perdi a minha, e essa é uma dor que nunca conseguirei superar.Estar na casa dos meus avós me faz sentir ainda mais falta dos meus entes queridos. Eu queria poder ter os meus pais por perto para poder dizer o quanto os amo. Gostaria de poder ver os meus avós novamente para passar as tardes com eles. E eu queria que o meu irmão Oliver já estivesse aqui ao meu lado.— Você tem certeza do que está dizendo? Pergunto ao gerente de Gronks Bay pela segunda vez.— Sim, Sr. Belmont. Responde o velho com um suspiro. — O navio vindo de Horrorks parou há dez horas em Vampyroks, mas retornará para cá esta noite.— Você sabe se algum passageiro desembarco
Chuck ri e acena com a cabeça antes de levantar seu rifle e caminhar até uma caminhonete antiga, de onde ele pega uma enorme cesta de piquenique. Ele começa a pegar os coelhos que aparecem no seu caminho e coloca todos na cesta antes de entregá-la para mim. Devo admitir que os coelhos são muito pesados, porque eles não são como os coelhos da cidade humana de Horrorks, mas estes são mais gordos e triplicam seu tamanho.— Raspe-os e enterre os pelos. Ele nos aconselha. — Ao fazer isso, nunca lhes faltará um prato de comida para matar a fome.O que ele diz é algo que eu costumava ouvir de alguns lobos quando era pequena e isso me faz saber que Chuck é um deles.— Quanto eu te devo?— Nada, Chris. É cortesia da minha família.Meu lobo acena com a cabeça antes de se despedir dele e pegar a cesta de mim, que ele carrega como uma pena. Juntos, voltamos pelo mesmo caminho que viemos enquanto penso em como deveríamos comprar algo para tirar os pelos dos pobres coelhos que já estão fazendo o me
Concordo com a cabeça, dando-lhe sinal verde para continuar. Christopher sorri para mim e junta os nossos lábios antes de começar a se esfregar em mim, cobrindo-me com um líquido quente que escorre do seu pênis. O cheiro que ele exala é como o de uma droga que não consigo deixar de cheirar porque o acho agradável, pois tem cheiro de natureza e especiarias.O meu coração começa a bater mais rápido, me alertando sobre o que vai acontecer em breve entre nos dois, porque o incidente no banheiro foi só um teaser. Christopher deve ouvir o "bum bum" do meu coração porque ele tira os lábios dos meus para beijar as minhas bochechas, meu queixo e depois desce para o meu pescoço, que ele lambe com a sua língua grande. Ele tenta me acalmar, percebo pelas suas intenções, mas é impossível conter o meu pânico quando o seu membro é tão enorme. E se meu útero perfurar? E se a ponta do pênis dele sair da minha boca? Tudo começa a girar em torno de mim e isso faz com que ele pare de tentar me acalmar.—







