LOGINJéssica Mordo o lábio inferior, levantando meu quadril quando sinto seu membro firme me preencher. Um suspiro baixo sai entre meus lábios com o encaixe da sua virilha contra a minha. Minha intimidade contrai pela grossura e tamanho do seu membro rasgando cada centímetro molhado dentro de mim conforme ele começa a se movimentar.Faz bastante tempo da minha última relação que não deu nada certo, não foi da maneira que eu esperava. Pra ser sincera, sou aquele tipo de menina que esperava alguma vez conhecer o príncipe encantado e me casar, mas não é fácil assim, inclusive, nesse momento, estou de pernas abertas pra um traficante.Guerreiro se movimenta dentro de mim, laço minhas pernas na sua cintura, respirando forte.— Mais rápido… — Peço. — Isso.Seus movimentos são aumentados, conforme cada contato das nossas peles. Levo minha mão, apertando o lençol com força, enquanto sinto prazer por todo meu corpo, como um choque. Meu rosto ficou um pouco envergonhado, então nem consigo abrir meu
GuerreiroLevo minhas duas mãos atrás da cabeça, segurando meus dois antebraços, enquanto relaxo com a brisa da fumaça, sentado na cadeira. Parceiro, a alucinação é péssima para a mente de um homem quando imaginamos uma mulher de várias posições sem poder tocá-la.Sempre fui alguém de atitude, mas pela primeira vez fiquei sem graça,. Tenho raiva de mim por não ter uma atitude e pensar na garota lá, sinto meu membro duro.Penso como deve ser o corpo dela sem aqueles tecidos de roupas. Queria tocar em cada curva daquele corpo.— Colfoi, tá pensando em que? – Abro os olhos encarando Patatá.— Em nada!— Tá duro, hein. — Reviro os olhos. — Olha o volume aê.— Devo está pensando na sua mãe. — Murmuro. — Tá olhando pra quê? Vai olhar a intimidade da tua mulher.— Alá, fica quieto aí.— Não pesa na minha mente, rum.-— bufo sem paciência.— Tá estressado? — Sua voz tem ironia. — Vai relaxar que passa.— Sua mulher tá disposta? — A expressão dele muda rapidamente, Patata ergue o dedo do meio
JéssicaTiro meu olhar dos olhos do Guerreiro e encaro o chão, envergonhada. O fervor se expande por minhas bochechas pela vergonha.– Mas... aqui? — Encaro-o novamente.— Col foi, tô gastando contigo, mané. — nega sério com um aceno.— Gastando?— Esquece... Esquece!Se antes eu estava envergonhada, agora fiquei pior. Não sei o que falar, apenas desvio o olhar para o chão, mesmo que esse infeliz continue a me olhar.Pela primeira vez fico triste por saber que não vai rolar nada, afinal, eu também não posso deixar rolar nada! Ficamos em silêncio por alguns minutos.Saio dos meus pensamentos com meu celular tocando, logo na tela estava o nome da minha mãe.– Oi...— Oi? Oi uma conversa, Jéssica. — o tom de voz dela é rude.– O que foi?— Eu quero você em casa, agora!Como uma escola de samba meu coração se encontra. Principalmente quando ela encerra na minha cara. Não estou preparada para ouvir os xingamentos dos meus pais.— Vou meter o pé, fé. — A voz rouca ao meu lado alerta.– Tcha
Jéssica— Não vai querer mesmo? — Simone ri assim que a frase escapa do seus lábios, oferecendo o cigarro de ervas.Nego séria.— Ela é crente, amor… — Ouço o deboche do Patatá enquanto me ajeito na cadeira.As conversas deles me deixa realmente desconfortável, não consigo explicar o quanto isso me deixa com vergonha. Não é pela minha religião, e sim por saber que fumar um baseado causará consequências no futuro.Todos fazem piadas, menos o cara sério e posturado, Guerreiro, ele encara absolutamente calado. Seu semblante é neutro. Estudo ele disfarçadamente: sua camiseta envolve dos bíceps e marca seus músculos.— Tú é muito certinha, a vida é curta demais pra viver o certo. — Mais uma vez Patatá ironiza. Respiro forte.— Deixa a mina, viu que ela não quer, mané… — Ratinho corta a onda de imediato.— É aquelas mulheres que se guardam pro marido, tá ligado? — Para mim foi a gota ouvir essa última piada do Patatá.Me levanto da cadeira, com raiva.— Eu vou ao banheiro.Caminho em direçã
JéssicaOlho o relógio no meu pulso, ouvindo a voz do meu pai. Um suspiro fundo sai do fundo do meu pulmão. É nossa segunda discussão em um dia.— Minha personalidade de antes não é a mesma de hoje, eu mudei, Jéssica.Ele me olha enquanto minha mãe olha em nossa direção, sem nenhuma ação, como se já soubesse que um dia isso aconteceria.— Eu sei que errei feio... Nunca fui um dos melhores maridos, mas por você e sua irmã eu abandonei a vida de usuário de entorpecentes. Segui um caminho diferente e um propósito para honrar vocês. Sabe o que ganho em troca? Minha filha mais velha se envolvendo com um bandido.– Você… — Ele corta minha fala.— Eu não quero o pior pra ela, assim como pra tu, mas sei que sua irmã não tem mais volta...— Pai... Você está desviando de um assunto para o outro.— Já deu! — Minha mãe aumenta o tom. — Seu pai era um rapaz com dependência de entorpecentes, fez contas com um dos traficantes, mas já está tudo resolvido, não está?Meu pai me encara.— Eu mudei, filh
Jéssica— Avisei você, garota — suspiro fundo ouvindo a discussão do meu pai e Jasmim. — Você acha que é quem?— Se liga! Aconteceu… — Jasmin rebate a voz do meu pai sem pensar duas vezes.Saio da minha cama, caminhando em direção a sala. No momento que atravesso o corredor, observo Jasmim receber um tapa fortemente dolorido em seu rosto. A pele mais clara que a minha ganha o tom avermelhado.— Pai — tento repreender.— O futuro que você quer é esse? Jasmim está envolvida com bandido, é isso? — Me olha, questionando.— As coisas não podem ser resolvidas assim — falo.— Filha, não fala nada. — Em um sussurro minha mãe diz.— Olha a idade da Jasmim, ela sabe do que está fazendo! — digo— Não, sabe de nada, depois começa apanhar e vai voltar correndo pra onde? Pra casa dos papais — Jasmim tem a mão sobre o rosto. — Se tu vai namorar bandido, não te quero mais dentro da minha casa! Tenha um bom dia.Sua resposta soa firme para a Jasmim. Com um último olhar sério, meu pai pega sua bolsa, s







