ログインJéssicaTalvez gostar de um erro não seja tão bom, mas quando sentimos vontade de ter aquele prazer novamente, a vontade de fazer tudo do mesmo jeito devasta qualquer pensamento que seja. São lembranças que insistem na minha cabeça e não saem por nada.A pergunta é, onde fui me meter? Realmente, não sei. Era pra estar orando, mas estou pensando em um encontro íntimo que tive com aquele homem, enquanto todos oravam.— Jéssica! — A voz da minha mãe é rude, me fazendo arregalar os olhos. — Presta a atenção, garota, não tá vendo que o culto acabou.Não. Eu estava ocupada demais lembrando de outra coisa.— Mãe…— Vai logo, sai da minha frente pelo menos. — Sua voz é nervosa, ela se levanta do banco.Levanto em seguida, segurando a bíblia na minha mão e ma levanto do banco esperando-a. Não demora muito tempo para o Alan se aproximar com um sorriso em seus lábios.— Oi… — Ela acena. Abro um sorriso forçado.— Tudo bem? — Minha mãe troca um beijo com ele.— Bem... não se importam de sair com
Guerreiro Tem momentos que alguns riscos de pensamentos passam por minha mente o dia todo. Fiquei longos minutos observando os passos daquela garota ao lado da mãe, principalmente imaginando as curvas que ela tinha debaixo daquele tecido do vestido longo. Depois que a vi na intimidade, será dificil esquecer essa loucura.Santa? De santa não tem nada não, parceiro, a saia só serve pra enganar aparência dela e a igreja para esconder o fogo, rum. A maioria das filhas de evangélicos é assim mermo, principalmente por ser privada de várias coisas.Arrumo minha glock na cintura, ajeitando a minha postura. Sábado é dia que a comunidade sempre está lotada de paty ou playboy a procura de curtição.— Salve, gostoso. — Ouço a voz da M. Fuzil entrando na minha audição conforme ela se aproxima no eco onde estamos. — Estava secando a crente? Todo mundo viu.— Qual foi? — Continuo com minha expressão séria.— Não me fale que está afim daquela menina? — sorri debochada.Solto uma respiração funda.Ne
Jéssica Mordo o lábio inferior, levantando meu quadril quando sinto seu membro firme me preencher. Um suspiro baixo sai entre meus lábios com o encaixe da sua virilha contra a minha. Minha intimidade contrai pela grossura e tamanho do seu membro rasgando cada centímetro molhado dentro de mim conforme ele começa a se movimentar.Faz bastante tempo da minha última relação que não deu nada certo, não foi da maneira que eu esperava. Pra ser sincera, sou aquele tipo de menina que esperava alguma vez conhecer o príncipe encantado e me casar, mas não é fácil assim, inclusive, nesse momento, estou de pernas abertas pra um traficante.Guerreiro se movimenta dentro de mim, laço minhas pernas na sua cintura, respirando forte.— Mais rápido… — Peço. — Isso.Seus movimentos são aumentados, conforme cada contato das nossas peles. Levo minha mão, apertando o lençol com força, enquanto sinto prazer por todo meu corpo, como um choque. Meu rosto ficou um pouco envergonhado, então nem consigo abrir meu
GuerreiroLevo minhas duas mãos atrás da cabeça, segurando meus dois antebraços, enquanto relaxo com a brisa da fumaça, sentado na cadeira. Parceiro, a alucinação é péssima para a mente de um homem quando imaginamos uma mulher de várias posições sem poder tocá-la.Sempre fui alguém de atitude, mas pela primeira vez fiquei sem graça,. Tenho raiva de mim por não ter uma atitude e pensar na garota lá, sinto meu membro duro.Penso como deve ser o corpo dela sem aqueles tecidos de roupas. Queria tocar em cada curva daquele corpo.— Colfoi, tá pensando em que? – Abro os olhos encarando Patatá.— Em nada!— Tá duro, hein. — Reviro os olhos. — Olha o volume aê.— Devo está pensando na sua mãe. — Murmuro. — Tá olhando pra quê? Vai olhar a intimidade da tua mulher.— Alá, fica quieto aí.— Não pesa na minha mente, rum.-— bufo sem paciência.— Tá estressado? — Sua voz tem ironia. — Vai relaxar que passa.— Sua mulher tá disposta? — A expressão dele muda rapidamente, Patata ergue o dedo do meio
JéssicaTiro meu olhar dos olhos do Guerreiro e encaro o chão, envergonhada. O fervor se expande por minhas bochechas pela vergonha.– Mas... aqui? — Encaro-o novamente.— Col foi, tô gastando contigo, mané. — nega sério com um aceno.— Gastando?— Esquece... Esquece!Se antes eu estava envergonhada, agora fiquei pior. Não sei o que falar, apenas desvio o olhar para o chão, mesmo que esse infeliz continue a me olhar.Pela primeira vez fico triste por saber que não vai rolar nada, afinal, eu também não posso deixar rolar nada! Ficamos em silêncio por alguns minutos.Saio dos meus pensamentos com meu celular tocando, logo na tela estava o nome da minha mãe.– Oi...— Oi? Oi uma conversa, Jéssica. — o tom de voz dela é rude.– O que foi?— Eu quero você em casa, agora!Como uma escola de samba meu coração se encontra. Principalmente quando ela encerra na minha cara. Não estou preparada para ouvir os xingamentos dos meus pais.— Vou meter o pé, fé. — A voz rouca ao meu lado alerta.– Tcha
Jéssica— Não vai querer mesmo? — Simone ri assim que a frase escapa do seus lábios, oferecendo o cigarro de ervas.Nego séria.— Ela é crente, amor… — Ouço o deboche do Patatá enquanto me ajeito na cadeira.As conversas deles me deixa realmente desconfortável, não consigo explicar o quanto isso me deixa com vergonha. Não é pela minha religião, e sim por saber que fumar um baseado causará consequências no futuro.Todos fazem piadas, menos o cara sério e posturado, Guerreiro, ele encara absolutamente calado. Seu semblante é neutro. Estudo ele disfarçadamente: sua camiseta envolve dos bíceps e marca seus músculos.— Tú é muito certinha, a vida é curta demais pra viver o certo. — Mais uma vez Patatá ironiza. Respiro forte.— Deixa a mina, viu que ela não quer, mané… — Ratinho corta a onda de imediato.— É aquelas mulheres que se guardam pro marido, tá ligado? — Para mim foi a gota ouvir essa última piada do Patatá.Me levanto da cadeira, com raiva.— Eu vou ao banheiro.Caminho em direçã







