LOGINRosana foi levada, com o barulho o imperador se levantou, mas até que chegou na ala onde Rosana dormia demorou o suficiente para que os homens a levasse, ele chegou no corredor e viu Lin caída no chão, então ele gritou os guardas, deixou Lin deitada onde estava e foi às pressas até o quarto de Rosana para ver coisas no chão, caídas enquanto ela lutava com os homens de Raoni.
Enquanto os guardas entraram pela porta da frente subindo para o segundo piso, os homens saíram pela porta dos fundos por onde entram levando Rosana.
Saíram em meio a mata o carro estava a espera e de lá saíram por estradas vicinais, até sair em uma estrada maior e pegar um outro carro que não chamasse a atenção.
Rosana acordou com a cabeça doendo e estomago embrulhando, não conseguia ver e nem ouvir nada.
No palácio ninguém mais dormiu, foram chamados muitos guardas, Lin acordou e contou que havia saído do quarto de Rosana, pois tinha ido levar um chá para ela, na volta foi atacada e teve sua boca e nariz tapados com um pano com cheiro forte e ela não se lembrava de mais nada.
Os guardas fizeram buscas em todo o redor do palácio e na mata, quando amanheceu havia muitos homens na cidade a procura de Rosana, o imperador não sabia o que fazer.
- Você não deve dizer nada a Yuri, se ele souber que a garota foi levada vai nos culpar, além disso ele pode sair de onde está de qualquer jeito e ser pego, chantageado e ferido por causa dela. Ela disse.
- Eu sei, mas se deixar de avisa-lo e algo acontecer a ela o que direi a ele? O imperador disse preocupado.
- Diga que ela foi embora por conta própria. Ela disse com firmeza.
- Vamos procura-la, ele está muito ocupado ela estava sob nossa responsabilidade, vamos encontra-la até ele voltar.
Muitos homens s foram designados para procurar Rosana a mando do Imperador, mas tudo corria sob sigilo para que a notícia não chegasse a Yuri.
Rosana ficou um tempo, não sabia quanto, mas não pouco presa num lugar escuro, ela não ouvia nenhum ruído e também não via nada.
De repente ela ouviu algo que pareciam passos e uma luz forte invadiu o local, ela cobriu os olhos com as mãos não consegui enxergar nada, seu braço foi agarrado e ela foi levada, ela tentou falar.
- Onde estou, quem são vocês?
Ela sem poder enxergar direito só fia vultos diante da luz forte, ninguém falava nada. Ela foi deixada em um outro como ela fechou os olhos e os manteve fechados por um tempo, a claridade parecia ter se dissipado então ela abriu os olhos devagar.
Com um pouco de dificuldade ela conseguiu ver que estava em um quarto, seus olhos foram se acostumando com a luz, agora mais branda, ela notou os detalhes, os objetos e a cama eram luxuosos, ela se virou para a porta e bateu com as mãos fechadas na porta. – Abra, quem está ai? Alguém me ouve? Me tire daqui.
Ela insistiu por um bom tempo sem nenhuma resposta.
Enquanto isso, Yuri estava na batalha sem saber de nada do que havia acontecido com Rosana.
Numa madrugada Yuri estava com sua tropa cercando um grupo de rebeldes dentro de uma mata, eles iam emboscar o grupo para desarticula-los, este grupo fazia o transporte de armas e munições para os que estavam na capital.
Quando Yuri deflagrou a ação seus homens invadiram o acampamento enquanto os guerrilheiros dormiam, no momento ouve tiros e sem saber de onde Yuri foi atingido no braço esquerdo, a bala passou de raspão, eles conseguiram pegar alguns homens outros foram mortos, e alguns conseguiram fugir, então logo o chefe deles saberiam da chegada da tropa de Yuri, mas o ponto positivo foi que as armas e munições que eles levavam não chegaria até as mãos dos rebeldes.
Neste tempo que Yuri havia ido para a batalha já haviam libertado vários vilarejos das mãos dos rebeldes que os faziam de escudo humano além de explora-los usando suas casas e alimentos, o grupo era violento até mesmo com os cidadãos da província Leste.
Rosana cansou de bater na porta e sua mão já estava dormente, ela sentou-se no chão ao pé da cama. Ficou ali sentada olhando a janela alta e pensando se aquilo era obra da imperatriz, ela estava um pouco melhor, mas ainda tinha dor, e fraqueza, enquanto estava perdida em seus pensamentos tentando entender o que estava acontecendo a porta do quarto se abre só um pouco e uma bandeja é passada pelo vão da porta e quando Rosana correu para alcançar a porta ela se fechou.
Ela ficou frustrada e reclamou batendo na porta.
Ela se agachou e tirou a tampa que cobria a refeição tão perfumada, parecia muito saborosa, sentiu agua na boca, mas não podia comer, fechou novamente, mas depois de uns minutos sentindo aquele cheiro ela não resistiu, ela comeu.
Depois de um tempo ela se sentiu cansada e sonolenta então deitou na cama e adormeceu.
Yuri estava preocupado com Rosana, embora soubesse que ela estava no castelo ainda assim, não conseguia deixar de pensar, afinal ela havia ficado lá sozinha quando sua mãe e Meilin estavam lá para perturba-la, ele a fez prometer que não fugiria, ele acreditava que ela ia cumprir sua promessa.
Ele estava focado em pôr fim aquela invasão deixando aquela província na mão de um representante do povo para que ele pudesse ir cuidar de sua vida, pretendia se casa com Rosana e assumir seu posto como príncipe e se seu pai se aposentasse, o que era que ele queria, se tornaria o imperador.
Quando Rosana acordou com a cabeça um pouco zonza, ela estava com outra roupa e parecia que suas feridas das mão e joelhos haviam sido curadas.
Ela olhou para o guarda roupa que estava com as portas abertas deixando a mostra vários vestidos, de varias cores e modelos. “Quanto eu dormi? Não vi trocarem minhas roupas, nem colocar essas coisas no quarto? ” Ela se preocupou. “Fui drogada”? Pensou.
Os dias se passaram Yuri tinha muito trabalho, Rosana se dedicava a caridade, sempre viajavam para a província Leste para saber como estavam indo as coisas por lá. Sempre que os dois apareciam em público, as pessoas os cumprimentavam felizes e agradecendo tudo que o casal havia feito pela província. Depois Rosana já não podia acompanhar mais Yuri, pois já estava no finalzinho da gestação, ele também estava evitando viajar para longe queria estar ao lado dela quando seu filho nascesse, seu pai o ajudava, o imperador passou a levar a imperatriz com ele quando saia nas viagens de negócios, ela estava bem mais fácil de lidar. A avó de Yuri estava sempre perto de Rosana a ajudando, Yuri pediu para que fosse construída uma casa para eles na propriedade, para que ficassem perto deles. Yuri e Rosana estavam jantando em casa quando ela sentiu uma dor, vendo-a. – O que foi? Está bem? Yuri perguntou preocupado. - Acho que está na hora! Ela disse tentando se levantar com a mão em sua barriga
Numa certa manhã Rosana e Yuri tomavam café juntos, na casa de verão, raramente iam ao palácio, a não ser que tivesse algum evento, Rosana estava estudando, e ajudava algumas instituições de caridade representando Yuri, ele não tinha ocupado o trono estava adiando enrolando seu pai, mas já era ele que tomava praticamente todas as decisões. - Precisamos nos casar! Ele disse, de supetão. - Agora? Já estamos juntos, não precisamos disso. - Sim precisamos! Você merece uma festa linda! - Não gosto dessas coisas, você sabe! - Você é uma princesa, merece uma festa a sua altura! - Terei que ir ao estrangeiro para uma reunião entre líderes, quero que vá comigo, lá compraremos seu vestido. Ele disse se levantando da mesa. Antes de sair ele ainda acrescentou. – Faça uma lista do que você gostaria que tivesse na festa e quem você gostaria que estivesse presente. Antes que diga algo, não importa a distância, mandaremos trazer todos que você queira na nossa festa! Ele saiu e Rosana ficou pen
- Você não foi para seu quarto? Ela disse, segurando a toalha com força.- Este é meu quarto! Você quer que eu vá embora?- Não é isso é que...- Você está com vergonha de que saibam que dormimos jutos? Você é minha mulher, já estávamos prestes a se casar, por falar nisso faremos isso o quanto antes! Venha cá.Ela caminhou até ele devagar, seus cabelos estavam enrolados na toalha, e ela segurava a que estava envolta de seu corpo com firmeza, a sensação que sentia era indescritível, seu coração estava palpitando.- Vire-se ele pediu.Ela olhou-o nos olhos e não disse nada apenas obedeceu.Sentiu quando delicadamente ele passou a mão a sua frente e sentiu quando pousou em seu pescoço algo gelado. Ele segurou sua cintura a guiando até o espelho.- O que acha? Ele perguntou em seu ouvido.- É lindo. Ela disse tocando o colar com os dedos.- Não tanto quanto você! Ele disse abraçando-a de costas para ele, que tirou a toalha de seus cabelos e pegou as mãos dela para que soltasse a toalha qu
Os dois se amaram, a saudade não cabia em seus peitos, Yuri parecia insaciável.Na manhã seguinte os dois chegaram bem cedinho a pensão, nem perceberam haviam dormido fora, estavam preparando o café quando o imperador entrou na cozinha, os cumprimentou os três se sentaram e tomaram café juntos.- O senhor já está recuperado, vou leva-lo de volta. Disse Yuri, colocando um bolinho no prato de Rosana.- Oras você está me expulsando? O homem perguntou curioso.- Não é isso! Mas você precisa ir cuidar das suas coisas, não posso ficar lá, tenho meu trabalho aqui agora.- Você é herdeiro da Província Oeste, tem suas responsabilidades, além disso estou bem aqui e já estou velho preciso descansar.- Pai não comece, já discutimos isso...- Me leve a capital, mas a da Província Leste.- O que você quer fazer lá?Rosana com os olhos regalados observava a conversa dos dois, mas se ateve a ficar quietinha comendo sua comida.- Vamos conversar com o parlamento.- O que você quer conversar? Yuri perg
Mais dois dias se passaram, Yuri soube que os soldados estavam com Akira na mira ele desceu até a fronteira, queria participar da operação.Quando chegou a fronteira já passava da meia noite, estavam à espreita disseram que Akira tentaria fugir naquela noite pois tinham recebido informações que um pequeno avião o esperava no pais vizinho, se ele conseguisse cruzar a fronteira ficaria mais difícil, pegá-lo.Como Yuri era herdeiro da Província Oeste e era chefe do exército da Província Leste ele tinha jurisdição para pegar Akira em qualquer uma das duas províncias.Conforme as investigações iam avançando, descobria-se que Akira, embora tivesse uma boa aparência e parecia um nobre, ele era responsável pelo maior esquema de contrabandos de armas e drogas, além disso era bem provável que ele também estivesse envolvido com lavagem de dinheiro e tráfico de humanos.Estavam todos à espreita quando um caminhão suspeito passou na estrada, mais a frente um grupo tinha colocado uma barreira para
O médico examinou o imperador, ele havia sido atingido peito, mas não tinham acertado o coração, levaram-no para o hospital ele ia ter que passar por cirurgia. Rosana estava desolada dona Satoko e as pensionistas tentavam acalma-la. Quando percebeu a movimentação o imperador, que depois que conversou com o filho se sentou no fundo próximo da entrada onde seria a cerimonia, caminhou discretamente entre os carros e arvores e quando iam colocar Rosana no carro ele atirou com precisão atingindo o homem que a soltou, mas revidaram e acabou sendo atingido. Yuri e seus homens não perderam de vista os carros da gangue de Akira, seguindo-os de perto e trocando tiros. No caminho já encontraram alguns soldados da Província Leste que tinha vindo ajudar. - Avisem as fronteiras e portos. Yuri disse aos soldados da Província Leste. E ele continuou. - E vocês dois, vão para a Província Oeste e diga o que aconteceu, diga que estou ordenando que fechem as fronteiras e deem busca e apreensão em tod







