LOGIN— Não faz isso… eu sou a esposa do seu amigo... Meu marido, depois de um acidente, tinha perdido a capacidade de ser homem na cama, e eu vivia chorando baixinho de madrugada. O amigo dele, vendo o meu sofrimento, ficou com o coração apertado. Até que, certa noite, ele subiu na minha cama em silêncio: — Vera, se você continuar usando esses brinquedinhos para se satisfazer, você vai acabar fazendo mal para o seu próprio corpo. Deixa que eu cuido de você. Quando ele terminou de falar, ele simplesmente ergueu minhas pernas com brutalidade, sem me dar tempo nem de respirar…
View MoreEu até aceitava transar escondido com Simão, mas fazer isso na frente do meu marido, isso eu não conseguia.Aquilo para mim era pior do que morrer. Eu soluçava, implorando por misericórdia:— Simão, eu te imploro, tenta se acalmar um pouco, por favor, não faz isso, tá? Assim não dá, de verdade. Você não está mais ligando para o seu amigo, é isso?Simão deu uma risada cheia de desdém:— A sua esposa passa o dia enfiada nesses brinquedinhos de masturbação feminina. Isso acaba com o corpo dela. Eu até fico com muita pena dela, sabia? Ela mal passou dos vinte e já vai viver como uma "viúva". Sinceramente, isso é culpa sua. No fim das contas, eu só estou tentando te ajudar.Enquanto Simão falava, ele pegou o celular e fez uma ligação:— Rui, a Vera aqui embaixo está coçando um pouco. Faz um favor e vem pra cá, vamos nos divertir com ela juntos."Meu Deus. Ele ainda queria chamar um estranho para participar."— Amor, me perdoa, eu errei. Amor, eu te amo! — Disse eu ao meu marido.……Simão, a
Simão aproximou a boca do meu ouvido e falou em voz baixa. Em seguida, ele puxou meu corpo com força, me fazendo perder o equilíbrio.— Assim é bem mais emocionante, não é? Vamos, fala logo! — Disse ele com aquele sorriso provocador.Eu sabia que aquele homem louco não desistiria tão fácil. Engoli a vergonha e respondi com a voz trêmula:— Eu sou uma cadelinha.Mas ele ainda não ficou satisfeito.— Completa. — Insistiu ele, com os olhos brilhando de desejo. — De quem você é a cadelinha?As lágrimas já me ardiam nos olhos.— Sua, Simão. Eu sou a sua cadelinha.— Agora sim. — Disse ele com evidente satisfação.Simão parecia completamente satisfeito, tomado por uma excitação quase insana. Ele se lançou sobre mim num impulso, me prendendo sob o peso do corpo dele. Eu o agarrei pelas costas, o coração acelerado, prestes a me perder naquele turbilhão de desejo — quando, de repente, a porta se abriu.Meu marido estava ali, parado na entrada, com o rosto sério e sombrio.— O que vocês estão fa
Em pouco tempo, Simão acabou pegando no sono. Ainda bem que ele não roncava.Ele dormia tranquilo, pesado, e eu, ao contrário, não conseguia desligar.O pau dele, quente e duro, encostado em mim, deixava minha cabeça uma bagunça, cheia de imagens indecentes.Quando eu já não aguentei mais, eu me abaixei devagar e abocanhei o membro dele. Só depois disso eu consegui relaxar o suficiente para dormir.De madrugada, quando amanhecia, Simão acordou com o pau latejando, completamente duro.Ele segurou a minha cabeça e simplesmente forçou-a para baixo, mandando eu aliviar a vontade dele.Os movimentos dele foram tão bruscos que acabaram acordando o meu marido. Por sorte, o meu marido não desconfiou de nada.O meu marido achou que eu estivesse brincando com algum "brinquedinho".— Minha esposa safada... — Murmurou ele. — Logo cedo assim, já tá coçando aí embaixo?Eu respondi com a boca ocupada, enrolando as palavras:— Tô mesmo...E deixei por isso mesmo, para ver se colava.Na hora do almoço,
Eu não conseguia fazer o Simão entender de jeito nenhum.Embora eu não pudesse negar: quando eu ficava com ele, era bom. Era bom demais, absurdamente bom.Eu tinha sido criada como uma princesinha de apartamento, mimada pela família, cercada a vida inteira por homens bem‑arrumados, executivos, empresários.Simão foi o primeiro brutamontes que eu conheci de verdade, aquele tipo de homem bruto de obra, de rua.Eu jamais imaginei que o sexo com um cara como ele pudesse ser tão viciante.Os músculos que ele tinha, marcados pelo trabalho pesado, não eram os músculos de academia.Era um corpo moldado na marreta, no sol, no cimento.Aquele jeito másculo, selvagem, tinha um apelo que nenhum metrosexual conseguiria ter.Só que eu era uma pessoa, não um bicho.Eu estava traindo o meu marido com o amigo dele.Que tipo de história vergonhosa era essa, daquelas que fazem todo mundo rir pelas costas?De qualquer forma, eu já tinha avisado.Se ele não se controlasse, eu ia dar um basta e despachar el
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