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Capítulo 2

Author: Kim Soon
Eu acordei meu marido e contei para ele que Simão queria fazer uma massagem nele.

Eu não tive coragem de falar que era para ajudar a recuperar a potência sexual dele, porque eu temia que ele recusasse na hora. Afinal, desde o acidente, ele não tinha mais nenhum interesse em intimidade entre marido e mulher.

Eu só consegui dizer que a massagem ajudaria na recuperação da visão dele. E, como eu já esperava, assim que ele ouviu que era sobre a visão, ele ficou alerta na mesma hora.

Pouco depois, Simão entrou no quarto e começou a massagear o corpo do meu marido.

Eu tinha que admitir que a postura dele parecia mesmo de profissional, e meu marido logo começou a soltar uns gemidos baixos de conforto.

Em pouco tempo, o pênis dele começou a endurecer. Desde que ele tinha ficado cego, aquela tinha sido a primeira ereção natural dele.

Quando Simão achou que já estava bom, tocou de leve em mim, dando a entender que eu podia começar a aproveitar.

— Por hoje chega, vou lá fora. — Disse Simão e empurrou a porta para sair.

Meu marido me pegou de surpresa e me jogou na cama, arrancando a calça com uma pressa quase desesperada, e logo em seguida empurrou a minha cabeça para baixo.

Embora ele não pudesse enxergar nada, a força que ele tinha era enorme, eu não conseguia me soltar de jeito nenhum.

Enquanto eu o atendia com a boca, os dedos dele foram deslizando pelo meu corpo, explorando cada parte. Muito rápido, eu comecei a sentir um fogo subir pela garganta, e, entre minhas pernas, uma umidade quente começou a se espalhar.

Eu fiquei tanto tempo fazendo sexo oral nele que comecei a não aguentar mais.

— Amor, eu tô meio… com coceira. — Murmurei, sem conseguir segurar.

Mal eu tirei o pênis dele da boca um segundo, meu marido já o empurrou na minha boca de novo, impaciente:

— Coceira o quê, fica quieta, não inventa.

Minha voz saiu quase chorosa:

— Você não pode só pensar no seu prazer e esquecer de mim.

— Ah, já tá tarde. — Resmungou ele.

Eu percebi que ele tinha ficado abatido por alguns segundos, se sentindo inferior. Mas como foi que ele ia saber se não tentasse? Simão não tinha acabado de massagear ele justamente para isso?

Foi então que, pelo canto do olho, eu senti um olhar em cima de mim. Eu virei levemente o rosto e vi que a porta estava entreaberta.

No vão da porta, havia um par de olhos grudados no meu corpo.

Então era aquilo: Simão não só não tinha ido embora, como ainda estava ali me espionando.

Naquele momento, minha blusa já tinha sido puxada pelo meu marido até metade, quase deixando meus seios totalmente à mostra. Meu instinto foi tentar me cobrir, mas ele estava montado sobre mim, me prendendo completamente, eu mal conseguia mexer um dedo.

Aquela cena indecente sendo observada por Simão, aquele prazer proibido atravessando todos os limites, me deixou ao mesmo tempo tensa e excitada. O líquido entre minhas pernas começou a escorrer como se uma represa tivesse estourado.

A fresta da porta foi se abrindo mais e mais, e eu vi o volume na calça de Simão crescer até um ponto impressionante.

"Meu Deus… aquele volume todo. Aquilo ali, com certeza, era maior e mais grosso do que a "ferramenta" de muito ator profissional."

Eu não consegui evitar: engoli seco.

No segundo seguinte, algo ainda mais chocante aconteceu. Simão afrouxou a calça ali mesmo e começou a se masturbar.

Quando eu vi, de verdade, aquele troço enorme, escuro, grosso como uma cobra, eu prendi o ar. Eu só conseguia pensar que nenhuma mulher em sã consciência aguentaria aquilo sem sair destruída.

Simão percebeu que eu não tirava os olhos do meio das pernas dele. Os olhos dele ficaram vermelhos, cheios de desejo, e ele entrou no quarto na ponta dos pés.

Eu vi a sombra alta e larga dele se aproximar cada vez mais da cama. Meu coração disparou.

"O que ele vai fazer comigo?"

Até que duas mãos grandes pousaram de leve nos meus joelhos.

"Meu Deus, esse cara tá pedindo para morrer."

A palma áspera de Simão começou a subir lentamente pela parte interna da minha coxa, fazendo meu corpo inteiro se arrepiar.

Eu quis resistir, eu quis me afastar, mas aquele toque leve, quase preguiçoso, era bom demais. Uma coceira quente e insuportável nasceu na raiz das minhas pernas e se espalhou pelo meu corpo inteiro.

Eu tinha que admitir: naquele exato instante, meu corpo reagiu na hora.

Minhas pernas, por reflexo, foram se fechando cada vez mais. Mas, de repente, ele agarrou minhas coxas e as abriu com força, afastando-as de uma vez. Logo em seguida, ele abaixou a cabeça e me beijou lá embaixo, sem aviso nenhum...

Naquele momento, minha mente explodiu em branco. A mistura de culpa, traição e prazer bruto atravessou meu corpo como um raio, atingindo direto a minha alma.

Eu comecei a tremer dos pés à cabeça, os olhos virando sozinhos.

Antes que eu conseguisse me recompor, senti meu corpo ser arrancado debaixo do meu marido, num puxão seco.

Simão me virou com brutalidade, me colocou de bruços e, por trás, segurou firme a minha cintura, levantando meu quadril, me obrigando a ficar numa posição humilhante, ajoelhada e apoiada na cama.

Quando o contato do meu marido sumiu de repente, ele ficou nervoso, tateando ao meu redor, perdido.

O estímulo que eu sentia era tão intenso, tão diferente de tudo, que eu arqueei as costas sem perceber. Meu corpo inteiro parecia ter virado água.

— Amor? Onde você foi? — Perguntou ele, confuso.

— Eu… só… descansar um pouco. — Respondi, tentando controlar a voz.

Aquela sensação cortante e deliciosa me deixou mole, com um formigamento quase insuportável. Minha lombar doía, mas era uma dor misturada com prazer.

Simão entendeu que eu não ia poder falar nada, com medo de meu marido desconfiar. E, justamente por isso, ele ficou ainda mais ousado.

Ele se inclinou sobre mim, mordeu de leve a minha orelha e sussurrou, num fio de voz baixa:

— Ele não consegue te satisfazer. Eu vou te satisfazer.

Enquanto dizia isso, ele ergueu ainda mais minha cintura. Eu ouvi o som nítido do cinto sendo desatado, logo em seguida o zíper abrindo. Então, algo duro, quente e pesado encostou em mim...
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