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O Amigo Potente do Meu Marido Cego
O Amigo Potente do Meu Marido Cego
Author: Kim Soon

Capítulo 1

Author: Kim Soon
Eu me chamava Vera Souza e era recém-casada com um apetite sexual absurdo. Eu tinha um rostinho de boa moça, quase de menininha, mas um corpo mais explosivo do que o de muitas modelos da Victoria’s Secret.

Eu tinha um par de seios enormes, tamanho E, firmes e pesados, combinando com um bumbum redondinho e empinado. Aquilo deixava o meu marido babando todas as noites, completamente viciado em mim.

Até que um acidente de carro acabou com a nossa vida. O meu marido ficou cego, perdeu a autonomia para quase tudo e, na cama, ele praticamente virou um inválido.

O pênis dele já não ficava mais tão duro quanto antes, o tempo de penetração tinha diminuído a ponto de dar para contar em segundos. Às vezes ele nem conseguia chegar a me penetrar de verdade.

Com o passar do tempo, eu parei de nutrir qualquer expectativa em relação a ele. Eu continuava cheia de desejo, transbordando vontade, mas sem ter onde extravasar. No fim, eu só conseguia me aliviar às escondidas, com os "brinquedinhos" que eu comprava pela Amazon.

O meu marido também percebeu que eu estava cada vez mais distante. Ele achou que eu só estava exausta de cuidar dele e, tentando me poupar, sugeriu que o amigo dele, que trabalhava na construção, viesse ficar um tempo em casa para me ajudar. Ele explicou que a construção onde ele trabalhava estava parada por alguns dias.

Na tarde seguinte, o amigo dele, Simão, apareceu. Ele tinha claramente acabado de sair da obra, todo empoeirado, o rosto sujo, ainda vestido com o macacão de trabalho.

Ele tinha aquele visual bruto de peão de obra, simples, desengonçado até. Mas os braços que apareciam por baixo da manga do uniforme eram grossos e cheios de músculo. A pele dele, queimada de sol, exalava um cheiro forte de homem. E, mesmo com a calça larga do macacão, não tinha como ignorar o volume pesado que ele carregava ali embaixo.

Eu senti o rosto pegar fogo.

Eu só saí do transe quando ouvi o meu marido me chamar. Na hora do jantar, eu preparei uma mesa farta para receber Simão.

Simão disse que tinha comido muito bem e que tinha ficado feliz demais com aquilo. Ele me agradeceu especialmente por eu nunca ter abandonado o meu marido, disse que eu era uma mulher extraordinária.

Depois do jantar, eu ajudei o meu marido a se lavar e a se deitar. Quando eu saí do quarto, eu vi que Simão já tinha deixado a mesa impecável e ainda tinha lavado toda a louça para mim.

Eu não tinha imaginado que Simão fosse uma pessoa tão solícita. Eu senti o peito aquecer e, em retribuição, preparei uma xícara de café bem quente para agradecer a gentileza dele.

Quando eu saí da cozinha com a caneca na mão, eu vi Simão entrar no banheiro.

Na mesma hora, eu travei. Antes que eu conseguisse abrir a boca para impedir, ele já tinha fechado a porta por dentro e girado a chave.

O meu rosto ficou vermelho na hora. Eu só consegui pensar:

"Pronto. Ele viu tudo."

O meu marido já não conseguia me satisfazer, e eu era uma mulher que sentia falta de sexo todas as noites.

Para dar vazão ao meu desejo, eu tinha comprado uma quantidade absurda de brinquedos de masturbação feminina.

Como o meu marido não enxergava, eu não precisava esconder nada dele. Eu tinha transformado aquele banheiro no meu refúgio particular, deixando todos os brinquedos ali dentro.

Na parede, eu tinha colado umas dez réplicas de pênis, de tamanhos diferentes. Eu tinha medido tudo conforme a minha altura, milimetricamente, de modo que bastava eu encostar o bumbum na posição certa para começar a "brincadeira" sem esforço nenhum.

O quarto de Simão tinha banheiro próprio. Eu tinha certeza de que ele não ia precisar usar aquele banheiro da casa. Mas agora ele tinha entrado justamente ali. Ele, com certeza, tinha visto tudo.

Era humilhante.

Eu fiquei parada na porta, me consumindo de arrependimento. Lá de dentro, não vinha nenhum barulho de água. Eu imaginava que Simão devia estar analisando cada coisa com calma, um por um. Eu cheguei a pensar se ele não teria tirado o próprio pau para comparar com os meus brinquedos, medindo quem era maior.

Conforme aquela imagem foi se formando na minha cabeça, os meus pensamentos começaram a descambar.

Depois de uma eternidade, Simão finalmente saiu. Quando eu vi a expressão meio sem jeito no rosto dele, eu tive certeza de que ele tinha visto tudo.

Eu senti uma vergonha tão grande que o meu rosto parecia em chamas. Eu abaixei a cabeça e perguntei, quase sussurrando:

— Simão, você… você não vai ficar me julgando por causa daquilo, vai?

— Claro que não. — Respondeu ele, dando uma olhadinha rápida para dentro do banheiro de novo. — Mas brinquedo nunca vai substituir uma pessoa de carne e osso. E, se você usar aquilo tempo demais, uma hora o seu corpo vai reclamar. Eu aprendi umas técnicas de massagem com um fisioterapeuta, dizem que são ótimas para melhorar o desempenho sexual dos homens.

Eu fiquei surpresa. Eu sabia que ele era um cara bruto, direto, mas eu não esperava que ele falasse daquele jeito comigo, sobre um assunto tão íntimo. Mesmo assim, quando eu lembrei de todas aquelas noites vazias e intermináveis, eu acabei corando e, ainda que sem jeito, eu concordei.
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