LOGINUma noite proibida. Uma queda dolorosa. Um jogo de poder que pode destruir, ou salvar, Ann Sterling. Ela perdeu tudo em vinte e quatro horas: o noivo, o emprego e a pouca dignidade que restava. Sem chão, se entrega a um desconhecido… e descobre a noite mais intensa da sua vida. O problema? Ele não é um desconhecido qualquer. Nathan Prescott. Bilionário. Arrogante. Seu novo chefe. Ele a quer na equipe. Ele a quer sob seu domínio. E Ann logo vai perceber que, com Nathan, nada é por acaso.
View MorePenso por um longo momento. — Acho que sim — respondo, finalmente. — Ou pelo menos… quero acreditar. Porque se não for verdade, se ela estiver mentindo de novo… eu não sei se aguento, Nathan. — Vou pedir que confirmem se eles realmente foram embora — ele diz, acariciando minha bochecha. — E se ela tentar voltar, se tentar qualquer coisa… eu acabo com ela. — Nathan… — Não, Ann — ele me corta, sério. — Chega. Ela teve todas as chances do mundo. Agora, acabou. Você, eu e as meninas vamos viver nossas vidas. E Sierra Lancaster vai ser só uma lembrança ruim do passado. Assinto e passo os braços ao redor do pescoço dele. Nathan beija minha testa devagar, como se estivesse selando a promessa que acabou de fazer. Ficamos em silêncio por alguns minutos, ouvindo a respiração um do outro e o som suave das meninas pela babá eletrônica. — Vamos voltar para a sala de jantar? — pergunto. — Antes que alguém venha nos procurar. — Vamos. Ele se levanta, me ajuda a levantar, e guarda a carta na
Fico parada no corredor, segurando o envelope como se ele pudesse explodir a qualquer segundo. Sierra. Meu coração dispara só de ver o nome dela. Como ela tem a audácia de me mandar uma carta depois de tudo que fez? Olho para o envelope branco, simples, só com meu nome escrito à mão. As vozes vindas da sala de jantar viram um murmúrio distante. Eu deveria rasgar. Jogar fora. Queimar, se possível. Mas… E se for importante? E se for uma ameaça? E se ela estiver planejando algo? Minhas mãos tremem. — Ann? Viro rápido demais e quase deixo o envelope cair. Nathan está no topo da escada, me observando com a testa franzida. — O que você está fazendo aí parada? — ele pergunta, descendo. — Todo mundo já está na mesa. — Eu… — minha voz sai falha. — Eu… Ele chega perto e vê o envelope na minha mão. — O que é isso? — Uma carta — respondo, engolindo em seco. — Da Sierra. O rosto do meu marido muda na mesma hora. O maxilar trava, os olhos escurecem… a raiva toma conta. — Me dá iss
Duas semanas.Duas semanas desde que as meninas nasceram.Quatorze dias de idas e vindas ao hospital, de ver minhas filhas em incubadoras, de contar cada minuto até poder trazê-las para casa.Mas hoje…Finalmente vou levar minhas filhas para casa.— Pronta? — Nathan pergunta, segurando a bolsa com as roupinhas delas.— Mais do que pronta — respondo, sorrindo.Entramos no quarto da UTI neonatal pela última vez, depois de conversarmos com o Dr. Patel. Ele confirmou que os pulmões estão perfeitos, que o peso está bom, e finalmente deu alta para as duas.Agora, Claire pesa 2.355 kg e Melanie, 2.630 kg.Ainda são pequenas, mas prontas para continuarem se recuperando longe daqui.Quando nos aproximamos, a enfermeira está vestindo Melanie com uma das roupinhas rosa-claro que Eleanor comprou.Ela não reclama nem se mexe muito; só observa tudo com aqueles olhinhos azuis atentos.Poucos minutos depois, é a vez da Claire que, ao contrário da irmã, faz careta e mexe os bracinhos como se estivesse
“Ann Prescott” A cesárea é… brutal. Ninguém me avisou que seria assim. Cada movimento dói. Respirar fundo dói. Rir é uma verdadeira tortura. Mas, ao mesmo tempo, não consigo parar de sorrir. Porque minhas filhas nasceram. Nathan está sentado no sofá, mexendo no celular. Quando percebe que estou acordada, guarda o aparelho imediatamente. — Bom dia, pequena — ele diz, se aproximando. — Como está se sentindo? — Como se tivesse sido atropelada por um trem — respondo, honesta. — Mas feliz. Ele sorri e beija minha boca. — A enfermeira passou aqui há uma hora. Disse que você pode tomar o café da manhã e, se estiver se sentindo bem, visitar as meninas de novo. — Quero ir agora — digo, sem pensar duas vezes. — Primeiro o café — ele responde, apontando para a bandeja ao meu lado. — Você precisa se alimentar. Reviro os olhos, mas obedeço, tomando o café mesmo com o estômago embrulhado de ansiedade. Alguns longos minutos depois, finalmente seguimos para a UTI neonatal. Melanie e Cla












Bem-vindo ao Goodnovel mundo de ficção. Se você gosta desta novela, ou você é um idealista que espera explorar um mundo perfeito, e também quer se tornar um autor de novela original online para aumentar a renda, você pode se juntar à nossa família para ler ou criar vários tipos de livros, como romance, leitura épica, novela de lobisomem, novela de fantasia, história e assim por diante. Se você é um leitor, novelas de alta qualidade podem ser selecionados aqui. Se você é um autor, pode obter mais inspiração de outras pessoas para criar obras mais brilhantes, além disso, suas obras em nossa plataforma chamarão mais atenção e conquistarão mais admiração dos leitores.
Ratings
reviewsMore