Share

Capítulo 7

Author: Mangonel
— Rubén, você já está pronto?

Me sobressaltei e me apressei a responder:

— Sim, já. Já estou indo.

Ao voltar para o quarto, a mãe da Dayana estava ajoelhada na cama, numa pose provocante, usando uma lingerie de rede.

Estava com a bunda levantada, como se estivesse esperando eu entrar nela. Fiquei excitado e me posicionei atrás dela.

A segurei pela cintura e a mãe da Dayana começou a rebolar com vontade, desesperada para me agradar.

De repente, a imagem da Dayana veio à minha cabeça. Eu a
Continue to read this book for free
Scan code to download App
Locked Chapter

Latest chapter

  • O Entregador de Prazeres   Capítulo 7

    — Rubén, você já está pronto?Me sobressaltei e me apressei a responder:— Sim, já. Já estou indo.Ao voltar para o quarto, a mãe da Dayana estava ajoelhada na cama, numa pose provocante, usando uma lingerie de rede.Estava com a bunda levantada, como se estivesse esperando eu entrar nela. Fiquei excitado e me posicionei atrás dela. A segurei pela cintura e a mãe da Dayana começou a rebolar com vontade, desesperada para me agradar.De repente, a imagem da Dayana veio à minha cabeça. Eu a soltei; estive a ponto de cometer uma barbaridade. A mãe da Dayana me olhou desgostosa:— O que foi, Rubén? Te dou nojo por ser velha? Não tenho mais nada para te oferecer?Como eu iria contar a verdade para ela? Me apressei a dar uma explicação:— Não, não, não, é que tudo aconteceu rápido demais e por um momento eu nem soube como reagir.— Não se preocupe. Quando você quiser, estou pronta.A mãe da Dayana se vestiu de má vontade e desceu da cama.Concordei com a cabeça, voltei para o meu

  • O Entregador de Prazeres   Capítulo 6

    — Na verdade, pensando bem, você e a Dayana se entendem muito bem. Você seria um ótimo pai para ela.Minha cabeça ficou zunindo e por pouco a taça não caiu da minha mão. Pelo jeito que ela falava, queria se casar comigo. Era uma loucura. Dayana e eu não tínhamos uma relação de pai e filha; a gente já tinha ido para a cama.Senti um nó no estômago. A mãe da Dayana percebeu e perguntou em seguida:— O que foi? Você não se dá bem com a Dayana?Balancei a cabeça dizendo que não e me apressei a explicar:— Não, eu me dou super bem com ela. É uma boa garota.— Que bom! Estava com medo de você não gostar do jeito dela. Contanto que a minha filha não te dê problemas, fico tranquila.Assim que terminou de falar, ela se jogou em cima de mim. Eu correspondi e a peguei pela cintura. Embora tivesse quarenta anos, não sobrava um grama na cintura dela; pelo contrário, era bem firme.Ela se colou em mim com força e se deixou cair nos meus braços, me beijando com desespero.Senti a empolgaçã

  • O Entregador de Prazeres   Capítulo 5

    À noite, com a mãe dela em casa, não tínhamos oportunidade de ficar no dengo. Mas assim que saíamos para a rua, Dayana não se descolava de mim. O corpinho macio dela ficava grudado no meu.Eu me sentia maravilhosamente bem. Naquele dia, para me premiar por levar a Dayana para fazer entregas, a dona da casa encheu a mesa de comida. Ao anoitecer, voltou carregada com mais coisas.— Dayana!A mãe a chamou da porta, com uma voz carinhosa. Ao ver que a mãe tinha chegado, Dayana se jogou nos braços dela; mãe e filha riram e deram pulinhos abraçadas. Eu fiquei num canto, feliz, mas também inquieto e preocupado.A mãe dela se dirigiu a mim:— Rubén, muito obrigada por ter cuidado da Dayana estes dias. Ela é muito travessa; obrigado por se dar a tanto trabalho.Acenei com a mão várias vezes como quem diz que não era nada:— Não, não foi trabalho nenhum. A Dayana é tão bonitinha que não dá trabalho nenhum.Ela continuou:— Trouxe um pouco de comida para premiar você também.Em seguid

  • O Entregador de Prazeres   Capítulo 4

    Ao ouvi-los soltar um comentário invejoso atrás do outro, eu não podia me sentir mais orgulhoso.Normalmente, eu era o cara mais desmerecido dali. Aos meus quarenta anos, nem esposa eu tinha. Não me livrava das piadas deles. Mas agora eu chegava com uma garotinha super nova, vinte anos mais jovem do que eu, e deixava todos babando.— Chega, chega, não fiquem inventando coisas. Essa aqui é a minha namoradinha.Assim que falei isso, todo mundo caiu na gargalhada.— Não fode, Rubén! Um cara como você conseguiu uma namorada?— É, capaz de ter roubado de algum lugar.— Vou mandar a real: a gente é pobre, mas não a ponto de traficar pessoas...Nem me dei ao trabalho de dar corda, porque o que eu tinha dito era verdade. Foi aí que Dayana respondeu para eles:— Que besteiras vocês estão falando? Eu sou a namorada dele sim.Por um instante, todos ficaram em choque e me olharam abismados. Teve até quem chegou no cantinho para me perguntar como eu tinha conseguido uma namoradinha daque

  • O Entregador de Prazeres   Capítulo 3

    Depois de me segurar por tantos anos, finalmente consegui me aliviar. E ainda por cima com uma garotinha super nova, de dezoito ou dezenove anos. Aquela pele macia feito algodão-doce, que parecia derreter só de tocar.E a voz dela me derretia por completo. Como podia existir uma criatura tão adorável? Em momentos assim, eu só conseguia admirar quem a criou.Era uma maravilha, caramba. Senti que finalmente soltava tudo o que passei dez anos aguentando. Quase entreguei a alma de puro prazer.Ficamos nessa por duas horas, até que finalmente saí de cima da Dayana, sem conseguir tirá-la da cabeça. Dayana disse, satisfeita:— Não sabia que essas coisas eram tão gostosas. Com razão a mamãe às vezes traz homens para casa. É bom demais.Ao vê-la com aquela cara de quem queria mais, a felicidade não cabia no meu peito.Então a dona da casa também estava morta de vontade e costumava procurar homens para se divertir. Se eu ainda conseguisse ir para a cama com a mãe, aquelas duas florzinh

  • O Entregador de Prazeres   Capítulo 2

    Mas o prazer durou pouco. Logo em seguida a luz voltou e o quarto se iluminou.Dayana percebeu que estávamos coladinhos, ficou vermelha e, envergonhada, não se atreveu a olhar para mim. Ela se soltou dos meus braços.Eu fiquei na vontade; não tive escolha a não ser me aguentar.— Desculpa. Desde pequena tenho medo de trovão e, com o quarto no breu, fiquei com muito medo de estar sozinha.— Não foi nada. Se eu estou aqui, você não precisa ter medo. — Dei umas palmadinhas no ombro dela. — Mas escuta, para onde a sua mãe foi com uma tempestade dessas?Dayana fez um bico.— Não sei. Deve ter saído por causa do trabalho.Depois ela voltou para o quarto para dormir sozinha. Eu tinha passado o dia todo fazendo entregas e estava meio cansado, então fui para o banheiro tomar um banho rápido.No balde do banheiro lá estavam de novo as calcinhas brancas da Dayana; pelo visto, tinha tirado naquele mesmo dia. Peguei as peças e cheirei; tinham o mesmo aroma de sempre. Mas, depois de ter se

More Chapters
Explore and read good novels for free
Free access to a vast number of good novels on GoodNovel app. Download the books you like and read anywhere & anytime.
Read books for free on the app
SCAN CODE TO READ ON APP
DMCA.com Protection Status