Share

Capítulo 122 - Entre Risos e Filmes

last update publish date: 2026-05-31 00:54:55

O quarto ainda carregava o calor do que tinha acabado de acontecer.

Os lençóis bagunçados, o ar levemente abafado, a respiração dos dois ainda tentando encontrar um ritmo mais calmo. Henrique estava deitado de costas, com um braço envolto em Lívia, que permanecia encaixada ao lado dele, parcialmente coberta pelo lençol.

As pernas ainda entrelaçadas.

Os corpos ainda quentes.

Ele soltou o ar devagar, passando a mão pelo braço dela num carinho distraído, como se ainda estivesse se acostumando com
Continue to read this book for free
Scan code to download App
Locked Chapter

Latest chapter

  • O Pai da Minha Amiga Me Quer E Eu Não Consigo Fugir   Capítulo 135 - Os Quartos Vazios

    E, por alguns segundos, Rafael e Valentina ficaram exatamente onde estavam parados. Olhando na direção da saída. Como se ainda estivessem acompanhando, em silêncio, o rastro que Pedro e Lívia deixavam pela casa.Rafael foi o primeiro a se mover. Soltou o ar devagar, passando a mão no cabelo.— Cara… — Deu um meio sorriso, balançando a cabeça. — Eu te disse. — Virou-se pra ela. — Ele come na mão dela.Valentina não respondeu de imediato, ainda estava olhando para a porta, pensativa. Mais quieta do que o normal.— Não é só isso… — disse por fim, baixa.Rafael franziu levemente a testa

  • O Pai da Minha Amiga Me Quer E Eu Não Consigo Fugir   Capítulo 134 - Lívia Apaziguadora

    Abriu a porta, Pedro estava ali, postura reta e rosto neutro.— Bom dia.— Bom dia… — Rafael respondeu, tentando parecer mais calmo do que estava.Pedro entrou, tranquilo e sem pressa, mas bastou um segundo. Um único segundo pra ele ver Valentina no sofá. A expressão mudou na hora. Fechou, endureceu.— O que você tá fazendo aqui, Valentina?A voz veio direta. Ela se levantou, sustentando o olhar.— Eu vim ver o meu namorado.O silêncio ficou pesado. Pedro soltou um riso curto.Sem humor.— Você está de castigo. — Deu um passo à frente. — E esse namoro tá proibido.Valentina cruzou os braços.— Não é justo, pai. Para com isso.— Vamos pra casa agora. — ele cortou — eu vou te levar.— Não vou. — A resposta veio imediatamente. — Esse castigo não existe. E eu não vou terminar o meu namoro.Rafael deu um passo na direção dela, baixo, tentando conter.— Vale… — murmurou — dá uma segurada…Ela virou pra ele, irritada.— Segurar o quê, Rafa? — Abriu os braços. — Isso aqui já não tem como pior

  • O Pai da Minha Amiga Me Quer E Eu Não Consigo Fugir   Capítulo 133 - Todo Mundo Tá Feliz

    Houve uma pequena pausa. Lívia sustentou o olhar em Valentina por um segundo e então…— Na verdade… não é nada importante, não. — Deu de ombros. — Eu só queria saber se você está ocupado hoje.— Hoje?— É… — continuou, tranquila — porque se não tiver, a gente podia almoçar junto. — Um pequeno sorriso. — E depois eu vou pra aí… pra gente ficar junto.Do outro lado, ele soltou um riso baixo.— Não tô muito ocupado, não… — Pensou por um segundo. — Só tenho uns processos para estudar hoje à tarde.— Posso ler também? — ela perguntou, sem perder o tom leve.Ele riu.— Quer ler processo agora?— Quero. Deve ser interessante.— Tá bom… — respondeu, divertido — então se arruma. Eu passo aí pra te buscar. Te amo.— Também te amo.A ligação foi encerrada. Valentina soltou o ar com força, cruzando os braços.— Nossa… — disse, com desdém — que ceninha de quinta.Rafael fechou os olhos por um segundo, como quem tenta não perder a paciência.— Chega, Vale… — pediu, já cansado — acaba com essa picui

  • O Pai da Minha Amiga Me Quer E Eu Não Consigo Fugir   Capítulo 132 - Visita Inesperada

    A frase veio curta, mas já era mais do que antes. O celular na mão de Rafael vibrou de novo. O nome ainda brilhava.Amor.Pedro olhou.— Eu quero saber o que ela vai falar, atende e coloca no viva-voz.Rafael ficou imóvel, sem reação. O olhar correu até Lívia, quase implorando.Lívia levantou, indo até Pedro.— Amor… — disse, mais baixo, mais perto — você não tá sendo razoável.Ele nem olhou para ela.— Ela tá me desobedecendo.Lívia suspirou.— Tá. A gente sabe que tá. — A voz dela veio mais paciente. — Mas hoje foi um dia com muita informação. Aconteceu coisa demais.Arthur entrou, apoiando.— Um dia que começou normal… — disse, leve, mas certeiro — terminou com você saindo de casa, meu amigo. — Pedro ficou em silêncio. — A Vale precisa falar com alguém.Lívia deu um meio sorriso.— E bom… comigo ela não vai falar.Arthur soltou um riso curto.— Com a Marina também não. — Deu de ombros. — Já que ela sabe que a Marina é completamente a favor de vocês.Pedro respirou fundo, longo e pe

  • O Pai da Minha Amiga Me Quer E Eu Não Consigo Fugir   Capítulo 131 - Não é o Fim do Mundo

    O silêncio caiu por um instante. Arthur assentiu de leve, como quem concorda com aquilo sem precisar reforçar.— E além da revisão… — continuou, voltando ao raciocínio — a gente pode pedir outras coisas.Lívia inclinou a cabeça, curiosa.— Tipo o quê?Arthur abriu um pequeno sorriso.— A gente pode pedir uma indenização por danos materiais.Pedro entrou na conversa, completando com naturalidade.— E danos morais também.Arthur olhou pra ele de canto e assentiu.— Exato. — Se inclinou um pouco mais pra frente. — E no final disso tudo… — Deu um pequeno toque na própria perna, quase num gesto despreocupado. — ele ainda vai pagar as custas do processo.Uma pausa curta, o sorriso voltou.— E os meus honorários.Pedro soltou uma risada.— Sem vergonha.Arthur piscou para ele, completamente à vontade.— Ninguém precisa saber que isso aqui é no amor.Lívia deixou escapar um sorriso pequeno, mas sincero.— Tá bom então… — disse, olhando entre os dois — a gente confia em vocês. — Respirou fundo

  • O Pai da Minha Amiga Me Quer E Eu Não Consigo Fugir   Capítulo 130 - Justiça

    Arthur ouviu sem interromper, mas diferente de Pedro… ele reagia.Expressões, pequenos risos irônicos. Olhares que já iam montando um quebra-cabeça. Quando terminaram, ele ficou alguns segundos em silêncio.Só olhando, processando. Então se inclinou um pouco para frente.— Tá… — começou — deixa eu ver se eu entendi bem.Olhou diretamente para Lívia.— O cara tem um carro avaliado em… o quê? Uns trezentos mil reais, fácil?Pedro assentiu de leve.— Mora na Barra… — Arthur continuou, contando nos dedos. — Tem uma filha em escola particular… — Olhou de um para outro. — E paga seiscentos reais de pensão achando que tá fazendo muito?Lívia assentiu.— Sim… — disse, mas logo completou — mas o valor fixado em juízo é quatrocentos. — Fez uma pausa curta. — Pra ele pagar seiscentos… eu tive que me humilhar.Arthur sorriu, mas não de leve. Era aquele sorriso de quem acabou de encontrar exatamente o que queria.— Fala pra mim que você tem prova dessa humilhação, Liviazinha.Ela suspirou.— Infel

More Chapters
Explore and read good novels for free
Free access to a vast number of good novels on GoodNovel app. Download the books you like and read anywhere & anytime.
Read books for free on the app
SCAN CODE TO READ ON APP
DMCA.com Protection Status