로그인— Helena, o que aconteceu? Como é que você matou o tio Sérgio?Quando meu marido viu o martelo sujo de sangue nas mãos de Flávio, ele recuou um passo sem perceber e a voz dele tremia.Minha sogra ficou tremendo de medo e perguntou:— Flávio, por que você matou o Sérgio? Meu Deus, que pecado, você ainda está na faculdade. Se alguém souber disso, o que a gente vai fazer?Enquanto ela falava, as lágrimas dela rolavam como pérolas caindo de um colar quebrado. O corpo dela se desfez e ela desabou no chão, segurando com força a roupa na altura do peito.Flávio jogou o martelo para o lado e se defendeu:— Eu só ajudei quem estava precisando. Agora mesmo, o tio Sérgio estava abusando da minha cunhada, segurando-a no chão. Ela quase foi estuprada.Meu marido e minha sogra olharam para mim. Eles perceberam que eu estava completamente desarrumada, com a gola da roupa rasgada. Os dois correram até mim e perguntaram o que havia acontecido.Eu chorei sem parar e contei tudo o que tio Sérgio havia fe
Mas a coragem de tio Sérgio foi aumentando cada vez mais. Ele parecia ter certeza de que eu não ia abrir a boca, e o comportamento dele ficou cada vez mais sem limite.Ontem ao entardecer, ele simplesmente se agachou ali do lado da pilha de madeira na entrada do nosso quintal, balançando meia garrafa de uísque na mão e sorrindo torto para mim:— Helena, toma uma comigo?Eu apertei a barra do avental com força, a unha afundou na palma da minha mão, e, nessa hora, eu ouvi a voz da minha sogra lá de dentro da casa:— Helena, limpa a cinza do forno!Eu só pude responder na marra e eu me virei para entrar. No momento em que eu me virei, eu ainda vi, pelo canto do olho, tio Sérgio encostando a garrafa na boca.Eu o ignorei e eu fui rápido até a cozinha. Eu comecei a tirar toda a cinza de dentro do forno de lenha. A cinza caiu em chuva fina, levantou um pó que entrou no meu nariz, e eu comecei a tossir sem parar, com os olhos cheios de lágrima.Eu nunca tinha feito esse tipo de serviço da roç
Eu puxei o braço de volta com força e eu o encarei com ódio.— Tio Sérgio! O que o senhor está fazendo? — A minha voz, por causa do susto e da raiva, saiu meio estrangulada, mas eu não ousei falar muito alto, com medo de chamar a atenção de quem estivesse por perto.Tio Sérgio, no entanto, não se importou. Ele apenas recolheu a mão, tomou um gole de café com toda calma do mundo e olhou para mim com um brilho de deboche nos olhos:— Ei, eu só vi que você estava com a circulação meio ruim e eu quis te ajudar com uma massagenzinha. Que foi, ficou toda sem graça?Ele ria como um "caçador" que já tinha certeza da presa, e a mão dele ainda tentou enfiar dentro da minha blusa, mas eu tirei com um tapa.— Tio Sérgio, é melhor o senhor se colocar no seu lugar. — Eu fitei ele com frieza.Só que ele continuou insistindo, sem a menor vergonha na cara:— Da outra vez você não foi toda saidinha? O seu corpo deve estar bem carente, né? Vai lá em casa hoje à noite que eu dou um jeito nisso para você.
Mas ele, afinal de contas, era o irmão mais novo do meu marido. Eu, por mais solitária que estivesse, não tinha como colocar os olhos nele. Eu simplesmente o ignorei e me afastei.Passados alguns dias, eu encontrei o tio Sérgio de novo na rua. Quando ele viu que não havia ninguém por perto, ele simplesmente estendeu a mão e me abraçou pela cintura.— Da outra vez, ainda bem que você não me entregou. — Ele disse, com um sorriso malicioso. — Me diz, você não está querendo continuar o que começamos? Eu sei que você tem fogo, eu também não tenho mulher. A gente junto é como pólvora com fogo.Eu tirei a mão dele de cima de mim e falei, com desgosto:— Não viaje. Eu só não falei nada porque pensei que você, aqui no vilarejo, tinha fama de homem de respeito. Não queria estragar seu nome com esse tipo de escândalo.Mas eu subestimei o quanto o tio Sérgio era sem vergonha. Ele, de cara limpa, meteu a mão no meu peito:— Para de se fazer de difícil. Naquela hora, eu vi sua parte de baixo toda mo
Eu olhei para tio Sérgio, segurando minhas duas pernas, ajoelhado na cama, tentando encontrar uma posição confortável.Fiquei tensa por dentro. Afinal, no começo, eu só tinha uma dorzinha de barriga, por isso eu fui até tio Sérgio em busca de um tratamento. Mas, de repente, o "tratamento" virou algo para resolver a minha carência, o que me deixava ao mesmo tempo nervosa e excitada.Já fazia muito tempo que eu não sentia o prazer de ser mulher. O pau do meu marido, nesses anos todos, estava como um pepino murcho. Ele simplesmente não conseguia me satisfazer. Eu estava morrendo de vontade de experimentar o pau de touro de tio Sérgio, daquele tamanho todo.Muito rapidamente, tio Sérgio já tinha encontrado a posição. Ele apoiou as duas mãos no colchão e levantou minhas pernas bem alto.Ele arqueou a cintura com força:— Moça, eu vou te ajudar a resolver isso, você vai ver o que é prazer de verdade.Eu apertei os lábios, sem ousar fazer barulho nenhum. Esperava, ansiosa, pela tempestade que
Quando ele viu a minha desconfiança, o tio Sérgio falou com toda a calma:— Agora há pouco você tomou o remédio. Eu preciso te ajudar a fazer o remédio descer até o estômago, só assim ele vai fazer efeito.Depois que ele disse isso, ele colocou uma das mãos no meu pescoço. Ele pressionou o meu peito, e a palma da mão dele foi escorregando devagar para baixo. Eu senti como se tivesse alguma coisa descendo pela minha garganta em direção ao estômago.Talvez o remédio que eu tinha tomado estivesse começando a agir, porque a região abaixo do meu umbigo começou a esquentar aos poucos.Só que o jeito como o tio Sérgio trabalhava... não parecia nada certinho. Ele colocou as duas mãos nos meus seios brancos e expostos e começou a apertar com força.A sensação era até gostosa. Senti meu corpo inteiro amolecer e formigar, e o meu sangue parecia que estava começando a ferver."Não, eu vim aqui para tratar a dor de barriga, por que está parecendo que eu vim fazer outra coisa?"Ainda bem que eu aind
Eu me chamava Helena Brito e era uma mulher casada e solitária. Eu era daquele tipo que, se passasse um dia sem fazer sexo, já ficava toda incomodada.Depois de sete anos de casada com meu marido, o pau dele tinha ficado igual pepino murcho, não conseguia de jeito nenhum me satisfazer. Meu corpo est