LOGINOs dois se abraçaram, e então Dante se dirigiu à porta. Antes de sair, o pai o chamou. – Dante. Ele olhou para trás. – Estou orgulhoso de você, filho. Ver você lutar pelo que acredita me dá orgulho. Dante sorriu levemente. – Aprendi com o melhor, coroa. Ele saiu, murmurando que ia se despedir da mãe antes de partir. (Fim do flashback) De volta ao presente, Vanessa limpou uma lágrima que escorreu pelo rosto. Ela olhou para Dante, pálido e imóvel, e apertou sua mão com força. – Já te deixei ir uma vez... não vou te deixar ir de novo.Determinada, levantou-se e saiu do quarto. Caminhou até a recepção e chamou todos os médicos e enfermeiros envolvidos no caso de Dante. – Escutem bem – começou, sua voz firme e baixa. – Qualquer pessoa que vier aqui perguntar sobre o paciente Dante Navarro, vocês vão dizer que ele morreu. Uma d
No hospitalHoras se passaram, e Dante continuava imóvel. Vanessa estava sentada ao lado dele, segurando sua mão. Os sons rítmicos dos aparelhos preenchiam o silêncio do quarto, cada "bip" aumentando sua ansiedade e alimentando seu medo. "E se de repente esses sons pararem? E se ele não resistir?"Ela apertava a mão de Dante com mais força a cada pensamento sombrio que surgia, tentando afastar o pânico. Seus olhos marejados estavam fixos no rosto dele, tão diferente do Dante cheio de energia que ela conhecia.Então, um som mais alto vindo do monitor a fez sobressaltar. Não era um alarme, apenas uma mudança no ritmo dos sinais vitais, mas foi suficiente para fazê-la recordar de um momento do passado.(Flashback)Vanessa estava sentada na lateral de uma poltrona de couro preto. O escritório era amplo, com janelas enormes que deixavam a luz da manhã entrar, mas o ambiente parecia pesado.Na poltrona, um homem de presença imponente estava sentado. Era o pai de Dante, um homem que exalava
De volta ao presente...Liam estava em seu quarto, andando de um lado para o outro como um animal enjaulado. As janelas estavam trancadas, e havia um guarda na porta, além de dois do lado de fora. Seu pai havia reforçado a segurança, isolando-o completamente.Ele se jogou na cama, apertando os punhos, o peito subindo e descendo com respirações irregulares. Desde a chamada que recebera do hospital, ele não conseguia pensar em outra coisa. "Dante está ferido. E eu aqui, trancado como um inútil."As palavras frias de seu pai ecoaram em sua mente: "Você precisa aprender a ficar longe de pessoas que só trazem problemas."A raiva tomou conta de Liam. Ele se levantou, correndo até a porta e batendo com força.– ME DEIXEM SAIR! – ele gritou, socando a madeira.Os guardas não responderam.– Por favor! Eu só quero saber como ele está! – implorou, a voz quebrada pela angústia.Sem perceber, ele caiu de joelhos, as lágrimas escorrendo pelo rosto.– Me deixem sair... – sussurrou, encostando a test
As lembranças voltaram como um pesadelo. Dante não sabia ao certo quando a noite deu errado, mas a dor em seu corpo o fazia reviver cada momento como se ainda estivesse acontecendo.Tudo começou com os agiotas. Eles surgiram do nada, fechando o caminho de sua moto com um carro velho e barulhento.– Olha só quem encontramos! – gritou um deles, descendo do carro com um sorriso cruel.Dante parou a moto, mas manteve o motor ligado, tentando calcular suas chances de fuga.– Navarro, você acha que pode fugir pra sempre? – disse outro, puxando uma faca do bolso.– Eu disse que vou pagar! Só preciso de tempo! – Dante respondeu, firme, mas sua voz traiu o nervosismo.– Tempo? – O primeiro riu, aproximando-se. – O que você acha que é isso, um banco?Dante apertou o guidão da moto. "Preciso sair daqui. Só um momento de distração deles."Mas antes que pudesse agir, um dos homens o puxou pela jaqueta, derrubando-o da moto. Ele tentou resistir, chutando para afastar o agressor, mas logo foi cercad
Após se vestirem, Dante e Liam subiram na moto e saíram da floresta. O vento batia no rosto de Liam, mas ele não conseguia parar de sorrir. Quando chegaram à imponente mansão Carter, Dante estacionou a moto e os dois se despediram com um abraço. – Até mais, leãozinho – disse Dante, piscando para Liam antes de partir. Liam entrou na mansão, ainda sorrindo, mas seu humor mudou ao encontrar o pai sentado no sofá, com uma expressão séria e sombria. – Onde você estava? – perguntou o Sr. Carter, sua voz fria e cortante. – Isso não é da sua conta – respondeu Liam, subindo as escadas rapidamente. – Eu te avisei para ficar longe daquele rapaz, não avisei? – gritou o pai, fazendo Liam parar no meio da escada. Liam se virou, os olhos brilhando de fúria. – Eu não sou sua marionete! Não vou viver fazendo apenas o que você quer! – Eu sou o seu pai! – rebateu o Sr. Carter, levantando-se. – E eu sou um ser humano! Não sou mais uma criança, pai. Agora vou viver pelas minhas próprias escolhas.
Aviso de Conteúdo Adulto: Este capítulo contém cenas e temas que envolvem conteúdo adulto e podem não ser adequados para todas as idades. A leitura é recomendada para maiores de 18 anos ou para leitores que estejam confortáveis com este tipo de conteúdo. Por favor, continue por sua conta e risco. Alguns minutos depois... – E... eu~aaah... vou gozar! – Eu nem meti o meu pau ainda, e você já vai gozar? – brinca Dante, metendo os dedos cada vez mais forte e mais rápido. – Eu...não aguento mais! ~aaah... – Liam goza. – Õmm, és tão fofo... Olha para você agora, quem imaginaria que poderia fazer esse tipo de expressão? – Dante pensa, já sentindo seu desejo aumentar. – Ugh, eu não aguento mais... Eu vou meter. aah! – Geme Liam, sentindo dor e prazer. – Isso dói pra caralho! Parece que vai me rasgar. – Ah, mas eu nem meti a metade ainda. – Dante sorri, enquanto Liam vira tentando olhar. – Mas... que... – A cada momento que passa, suas expressões ficam mais impressionantes –







