Pleasure & Confusion

Pleasure & Confusion

last updateÚltima atualização : 2026-02-16
Por:  Alohan Lucky-JohnEm andamento
Idioma: English
goodnovel18goodnovel
Classificações insuficientes
50Capítulos
1.2Kvisualizações
Ler
Adicionar à biblioteca

Compartilhar:  

Denunciar
Visão geral
Catálogo
ESCANEIE O CÓDIGO PARA LER NO APP

I pulled my top down and brought his lips to my tight nipples and he sucked on them and gave them a soft bite that made me quiver and moan. He knew I liked it and immediately pulled my bottoms down. "Let's see how wet you are" he softly said. He stuck two fingers inside me and it made my whole body relax as he curled them in and pulled them out again, revealing two very sticky fingers. "You want more ?" I nodded and pushed his hand back inside of me as he pushed them in slowly and deeply inside me. Then he turned his hand over and it made me moan when he came down and began to suck on my clit and get me closer and closer to an orgasm. I pulled his head up and stroked his hair, all I wanted was his cock. He began to get harder and I got more and more anxious. "Please put it in me" I pleaded but he told me to be patient. I could do that and he didn't disappoint when he slowly stopped eating me out and jacked himself off in front of my opening. It was so hot as he fingered me deeper and harder I thought he was never going to put it in me when he flipped me over with my legs and fucked me hard and deep. I gasped when he entered me because of how veiny and ribbed his dick felt inside me. He clenched my nipple and twisted it making me moan. I was confused because I was in love with another shifter who loved me equally. My wolf recognizes him as my mate too. How can this be possible? How am I going to deal with this?

Ver mais

Capítulo 1

CHAPTER 1

Ela estava indo embora. E ele… nunca esteve tão perto de ficar.

Três da manhã.

O silêncio da casa era grosso, morno, denso como um quarto trancado demais.

A porta bateu com força quando Caio entrou.

Camisa branca aberta no peito, jaqueta de couro jogada no ombro.

Cheiro de rua, cigarro e desejo alheio grudado na pele.

Ele chutou os sapatos pelo corredor, largou as chaves no balcão da cozinha e parou.

Luz acesa na sala.

Estranhou.

Ela nunca deixava luzes acesas.

Alinna estava sentada no sofá.

Pernas cruzadas, mãos espremidas entre os joelhos.

Não chorava mais. Mas chorou tanto que parecia mais leve — não de paz, mas de esgotamento.

Ela não olhou pra ele.

— Caio… Eu sei que você não se importa. Nem comigo. Nem com a empresa. Nem com nada.

Ele parou no meio da sala.

Não respondeu.

Ela levantou o olhar, firme.

— Então escuta com atenção.

Amanhã eu vou vender minha parte da empresa.

E vou embora.

Ele soltou uma risada seca.

Aquela que disfarça o pânico atrás dos olhos.

— Vai o quê?

— Vender. Os sócios me fizeram proposta. E eu aceitei.

Ele subiu dois degraus da escada, parou e voltou.

O olhar tenso, quente, ofendido.

— Você quer me foder, é isso?

— Não.

— Eu só quero sair dessa prisão.

— Eu tô cansada, Caio.

Ela não gritava.

Ela avisava.

Sem rancor, sem drama.

Apenas fim.

— Se você vender sua parte… eles ficam com o controle.

— Sim.

— E se eles tiverem o controle… vão falir essa merda.

— Sim.

— E a gente vai passar fome!

— A gente, não.

— Eu sei me virar. Já você…

Ela o olhou como quem não vê um inimigo, mas um menino perdido.

— Você vai ficar sem nada, Caio. Sem cargo. Sem empresa. Sem ninguém.

Ele passou a mão no cabelo. Riu de novo.

Só que agora o riso veio trincado.

— Ah, não me vem com esse tom de mártir…

— Não é mártir.

— É adeus.

Ela se levantou.

Camisa de dormir azul. Corpo cansado. Alma seca.

Subiu as escadas com passos firmes.

Parou no meio e virou-se pra ele.

— A reunião é às nove. Só pra te avisar.

E minhas malas já estão prontas.

De lá… eu não volto mais.

Ela engoliu em seco.

— Adeus, Caio.

— Boa sorte.

E sumiu.

FLASHBACK…

— Você vai se casar com ele?

Ela parou.

A respiração dela ficou presa no peito.

Os olhos brilharam.

— Me solta.

— O que tá acontecendo com você?

— Nada que você precise entender. Ele virou no eixo, a segurou no rosto.

— Eu te amo. Não casa com ele.

Ela tremeu. Mas não respondeu.

— Eu te amo de verdade.

— Você não precisa dele. Eu cuido de você.

Ela fechou os olhos por um segundo.

As lágrimas desciam. Mas ela sorria.

Triste.

— Mas… eu o amo.

— E eu não tenho mais ninguém.

— Você terá a mim.

— Me escolhe. Só me escolhe.

— Desculpa.

— Você é uma oportunista. Você só quer o dinheiro dele.

Ela balançou a cabeça em negação.

— Se você quiser amor de verdade, por favor… não vá.

Ela hesitou.

— Eu… não posso.

Virou as costas.

Saiu.

E ele caiu de joelhos, as mãos no rosto, o choro engolindo tudo que ele não teve coragem de dizer antes.

O presente o engoliu de volta como uma onda gelada.

O relógio da sala marcava 3h44.

Caio andou até o bar.

Pegou a garrafa de uísque mais cara.

Encheu o copo até a borda.

Virou de uma vez só.

O líquido queimou a garganta, mas não queimou a raiva.

Ele se apoiou no balcão. Olhou o sofá vazio.

Olhou a escada.

A mala vermelha no canto da parede.

O batom dela na beirada do copo.

O cheiro dela ainda no ar.

— Até depois de morto, irmão… você quer foder minha vida?

—Você sabia? Sempre soube não é? Ou não teria deixado essa merda de testamento.

Jogou o copo longe.

O vidro estilhaçou na parede.

— Que merda.

Ele passou as mãos no rosto, respirou fundo, e olhou para cima.

Como se o teto pudesse dar uma resposta.

Como se o silêncio da casa gritasse mais alto do que ele estava pronto pra ouvir.

Subiu.

Devagar.

Cada degrau mais pesado que o anterior.

O corpo cansado, o peito apertado.

O eco dos passos dele parecia mais alto que os próprios pensamentos.

Parou diante da porta do quarto dela.

Ficou ali por segundos.

A mão na maçaneta, os dedos tremendo.

Girou.

Ela se assustou.

O lençol subiu até o peito.

Os olhos assustados, confusos.

Ela piscou como se não soubesse se estava acordada.

Ele entrou.

Estava sem camisa. O peito suado. O olhar quebrado.

— Eu vou.

Ela franziu a testa.

— Eu fico.

Ela se endireitou.

— Eu atendo ao desejo dele.

Silêncio.

Ele respirou fundo.

— Se você disser que me aceita.

Ela arregalou os olhos. Piscou, como se precisasse de tempo.

— Você sabe que esse sempre foi meu sonho.

— Mas você não me escolheu.

Ela não respondeu.

Ele não se aproximou.

Ficou ali, no limiar. Sem defesa. Sem máscara.

— Eu só quero ouvir.

— Você quer?

A pergunta ficou no ar.

Como tudo o que eles nunca disseram.

Como tudo que poderia ter sido.

Como tudo que ainda pode ser.

“Ela quer o quê? Ele quer o quê? O que está em jogo? Por que esse cara parece implorar por algo que devia odiar?”

Expandir
Próximo capítulo
Baixar

Último capítulo

Mais capítulos

Para os leitores

Welcome to GoodNovel world of fiction. If you like this novel, or you are an idealist hoping to explore a perfect world, and also want to become an original novel author online to increase income, you can join our family to read or create various types of books, such as romance novel, epic reading, werewolf novel, fantasy novel, history novel and so on. If you are a reader, high quality novels can be selected here. If you are an author, you can obtain more inspiration from others to create more brilliant works, what's more, your works on our platform will catch more attention and win more admiration from readers.

Sem comentários
50 Capítulos
Explore e leia bons romances gratuitamente
Acesso gratuito a um vasto número de bons romances no app GoodNovel. Baixe os livros que você gosta e leia em qualquer lugar e a qualquer hora.
Leia livros gratuitamente no app
ESCANEIE O CÓDIGO PARA LER NO APP
DMCA.com Protection Status