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Capítulo 104

Author: Mazane
last update publish date: 2026-06-21 00:12:17

Naquela noite, Helena finalmente concordou em dormir em casa. Glória praticamente a obrigou a aceitar, insistindo que ela precisava descansar se quisesse continuar ajudando a mãe.

Surpreendentemente, Helena dormiu a noite inteira. Quando abriu os olhos, o sol já invadia o quarto. Assustada, quase saltou da cama.

Tomou um banho rápido e se arrumou às pressas para ir ao hospital. Ao chegar à cozinha, encontrou a mesa posta com um café da manhã reforçado.

— Senhora Helena, bom dia. — disse Olga, o
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  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 320

    Depois de tudo o que havia acontecido naquela noite, finalmente havia espaço para algumas explicações.Leonardo mantivera a identidade de Leon Vargas escondida durante anos por razões que iam muito além do prazer pelo anonimato. Depois do acidente de Eduardo, ele carregou a culpa por tudo o que aconteceu. Quando Eduardo acordou do coma com sequelas que o deixaram temporariamente paralisado, chegou a acusar o irmão de traição. Leonardo desapareceu sem conseguir provar sua inocência e, desde então, preferiu permanecer nas sombras.O mundo dos hackers também não era um lugar seguro para alguém que não queria ser encontrado. Quanto menos soubessem sobre Leonardo Monteiro, mais protegido ele estaria e sua família, até conseguir reunir as provas necessárias para limpar seu nome.O café já havia terminado, mas os três continuavam à mesa.— Então, depois que voltei, mantive minha identidade em segredo. Leon Vargas iria desaparecer. Mas os ataques recentes não permitiram.Leonardo olhou para

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 319

    Quando Helena chegou à cafeteria, encontrou Danilo sentado tranquilamente em uma mesa mais afastada, tomando um café.Assim que a viu, ele se levantou e abriu um largo sorriso. Instintivamente, caminhou em sua direção, como se ainda tivesse o direito de recebê-la com intimidade.Helena recuou e ergueu a mão, impedindo qualquer aproximação.— Não se preocupe. Dessa vez não tem ninguém.— Vamos logo acabar com isso. — A voz dela deixava claro que não queria prolongar aquele momentoO sorriso dele diminuiu.— Você que manda.Danilo indicou a cadeira à sua frente, e Helena se sentou. Um garçom se aproximou e, antes que pudesse perguntar o que ela gostaria de beber, ela se adiantou:— Eu não vou querer nada. Meu assunto é breve.Helena falou com firmeza e o garçom se afastou, e Danilo voltou a observá-la.— Sabe, Helena... se eu soubesse que você ficaria tão bonita e bem-sucedida, jamais teria deixado você.Helena sustentou o olhar dele, mas com frieza e desprezo.— Engraçado. Olhando para

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 318

    No refeitório do Grupo Monteiro, Eduardo havia pedido à cozinha que preparasse um farto café da manhã para todos que haviam trabalhado durante a madrugada.Pouco depois, a mesa estava repleta de panquecas, ovos mexidos, pães, bolos, frutas, café e suco.A equipe de TI que trabalharam na empresa durante toda a noite começou a se servir. Depois de tantas horas de tensão, bastou ver aquela mesa para que todos percebessem o quanto estavam famintos.Já passava da metade da manhã, mas ninguém parecia se importar com o horário.Eduardo também se sentou à mesa com eles e alguns funcionários trocaram olhares discretos. Era a primeira vez que viam o presidente do Grupo Monteiro tomando café no refeitório ao lado da equipe. Márcia acabava de servir o café para Leonardo que ela mesma havia preparado.— Márcia, eu já disse que te amo.Leonardo sorriu satisfeito ao tomar o café feito por ela.— Sempre quando quer alguma coisa. — Disse ela sorrindo.Todos na mesa riram, a tensão havia passado.O ce

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 317

    Assim que conseguiram impedir que o ataque comprometesse os sistemas do Grupo Monteiro, Bernardo e Gabriella não consideraram o trabalho encerrado.A primeira providência foi isolar os servidores atingidos e interromper todas as conexões externas que não fossem indispensáveis. Em seguida, começaram a verificar os acessos, identificar os pontos de entrada utilizados pelos invasores e preservar os registros do sistema para que nenhuma evidência fosse perdida.— Eles ainda podem estar lá dentro — disse Gabriella, com os olhos fixos nas telas. — Precisamos ter certeza antes de liberar qualquer acesso.Bernardo assentiu e iniciou uma varredura completa na rede. Enquanto um sistema verificava arquivos e servidores, outro monitorava as conexões em busca de qualquer atividade suspeita.O procedimento era lento. Não bastava bloquear o ataque. Era preciso descobrir até onde os invasores haviam conseguido chegar, eliminar possíveis brechas e garantir que não houvesse nenhum acesso oculto esperan

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 316

    Quando Bernardo abriu a porta, Gabriella já estava diante dos monitores, alternando entre diferentes painéis de segurança. Eduardo permanecia de pé atrás dela, acompanhando os indicadores.Ele cumprimentou Bernardo apenas com um aceno.— Como estamos?Gabriella não tirou os olhos das telas.— Precisamos de ajuda. São muitos.Bernardo sentou-se ao lado dela e conectou o notebook.— O que eles estão tentando atingir?— Vários serviços ao mesmo tempo. Estamos segurando o tráfego externo, mas há tentativas de autenticação e exploração acontecendo em paralelo.Eduardo observava os gráficos que se movimentavam rapidamente.— E os sistemas críticos?— Ainda protegidos. Mas, se eles conseguirem passar por uma das camadas, podemos ter problemas.Bernardo começou a trabalhar ao lado de Gabriella.Durante alguns minutos, os dois atuaram em conjunto: a equipe isolava os pontos mais pressionados, reforçava os bloqueios e desviava o tráfego suspeito enquanto monitorava as tentativas de acesso.Mas

  • Proibida de Amar Meu Marido   Capítulo 315

    Helena continuava entregue à música. Nunca havia tocado daquela maneira, cada nota parecia carregar uma parte dela.Seus dedos corriam pelas teclas, alternando delicadeza e força, enquanto a música alcançava seu ponto de maior intensidade.Outra lágrima escorreu por seu rosto, ela continuou.Ela não percebeu a figura altiva que acabara de chegar e permaneceu parada alguns metros atrás dela.Eduardo não se aproximou, apenas ficou olhando.A luz prateada do luar atravessava os vidros e banhava Helena por inteiro. Ela parecia pertencer àquela música. Ao luar e aquele momento.Eduardo sentiu os músculos se contraírem. Havia algo naquela imagem que atingia suas defesas de uma maneira que ele não sabia combater.Ela estava linda, mas não era apenas sua beleza. Era a expressão de sua alma naquele instante, ela brilhava a luz do luar. Era ao mesmo tempo tão bela e celestial.Eduardo percebeu que jamais havia visto Helena daquela maneira. Vulnerável, intensa e verdadeira.As últimas notas come

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