LOGINAna: Senhor Santos eu não sei... Sussurrou.
Felipe: Trabalho em dupla para todos, agradeçam a Ana. – Me verei e peguei o marcador para escrever algo.“Tarefa de casa:Da página 100 a página 110 copiar e fazer todos os exercícios.Trabalho extra:O que é a química?Sorri e me virei todos me olharam assustados com o tempo.“Para amanhã”Escrevi e eles colocaram as mãos na cabeça, tempo eles não iam ter, mas eu posso castigar eles.Ana: Isso tudo para amanhã?Felipe: Algum problema? Quer levar mais?Ana: Não, não senhor Santos não quero.Felipe: Então, espero que todos os trabalhos extras ah e... – Eles me olharam esperançosos e eu ri, como nos corredores falam “O diabo riu” – Sem pesquisa, se eu perceber que tiraram de algum site a negativa prosseguira para vocês. – Falei rindo o medo deles era tão bom. – Podem sair! – Pedi e eles saíram rápido.Ana SilvaAna: Vou falar com a diretora. – Disse a Marlene, aquele demônio não podia continuar na escola, ninguém merece ter alguém como ele dar aulas.XX: Aqui estou Ana, em que posso ajudar? – A diretora apareceu me tocando no ombro e eu me virei sorrindo vitoriosa, senhor Santos o diabo apareceu na porta da sala encostado e eu sorri ainda mais, ele iria ouvir ótimo. – Algum problema, minha querida.Ana: Diretora Kress quero e queremos que expulse o senhor Santos da escola.Kress: Expulsar um dos melhores professores da escola? Está fora de questões. – Ela falou andando e eu olhei para i diabo e lá estava ele sorria vitorioso, me olhou e se aproximou, dei um passo para trás, ele assusta.Felipe: Você tentou, minha querida.Ana: Não sou sua querida! – Falei assustada com a proximidade dele.Felipe: Não vai se livrar de mim tão cedo, minha querida. – Ele falou indo embora.Ana: Ah diabo! – Falei e ele se virou sorriu e me piscou e olhou. – Que demônio é aquele?Narrador: Felipe é tão mau, mas na verdade ele é um amor eu juro, ele é assim para manter seu segredo e ninguém descobrir do jogo.Capítulo Dois:Narrador: Eu disse que Felipe ia ser um amor, não é? E ele vai ser, ele se esconde nessa máscara de mauzinho e pessoa impaciente, mas Felipe vai ser um amor de pessoa acreditem e este capítulo irá provar isso.Ana: Quem ele pensa que é? – Perguntei chateada, porque não pode ser expulso. – Por que ela não o expulsa?Aspem: Porque eles são marido e mulher.Ana: O que? O diabo é casado? - Perguntei surpresa, com a diretora como ela o atura e se ele lhe b**e.Aspem: Casado por papeis, a “lenda” diz que ele não era assim no tempo da escola.Ana: A lenda? – Perguntei rindo.Aspem: Os ex-alunos dele das escolas privadas descobriram que ele era uma pessoa completamente diferente e que tratava todo mundo muito bem.Ana: E por que mudou?Aspem: dizem que foi assim que se casou com a diretora Kress, eles não se dão muito bem, ela o ama, mas ele não se importa com isso, ele não a quer nem para sexo.Ana: Tenho pena dela.Aspem: Não tenho, ela quase machucou algo dele. – Disse fazendo uma cara de dor.Ana: O que? – Perguntei curiosa.Aspem: Ela quase machucou os testículos dele. – Gemeu de dor baixo.Ana: Por quê? – Perguntei com um pouco de nojo, ela tocou nele assim.Aspem: Ela queria sexo e ele não queria nada disso, então ela simplesmente quis bater nele e na hora enfiou a mão onde não devia e quase o machucou.Ana: Ai que nojo. – Disse com uma cara de nojo.Aspem: Dizem por aí que ele se tornou assim por causa do que a diretora lhe fez.Ana: Isso é tão nojento, ela lhe tocou nos. Eca. – Disse tenho nojo de tudo o que Aspem me disse.Aspem: Ela já o viu nu Ana.Ana: Que visão do inferno! – Gritei me virando com os olhos fechados, quando os abri o diabo estava na minha frente. – Que visão do inferno mesmo. – Enfrentei o diabo e ele sorriu malicioso. – Ver você nu deve ser uma visão do inferno. – Disse o olhando da cabeça aos pés, ele tinha um corpo agradável, talvez não fosse uma visão do inferno ver esse diabo sem roupa.Felipe: Não é senhorita Ana... – Ele se aproximou de mim e sua boca ficou bem no meu ouvido. – É bem prazeroso me ver nu e você iria adorar a sensação... – Sussurrou me fazendo olhar para ele assustada. – Agora vá para a sala não gosto de atrasos. – Saí andando e quando olhei para trás ele continuava parado, o que se passou agora, por que ele disse aquilo e daquela maneira.Ana: Marlene. – Puxei seu braço e ele me olhou assustada.Marlene: Sim Ane eu irei a sua casa. – Riu.Ana: Que? Não, não é isso... a diretora e o diabo são casados.Marlene: Você não sabia?Ana: Não. – Respondi inocente.Marlene: Você está muito desinformada Ana.Ana: Soube disso tudo hoje e que ela quase machucou algo dele.Marlene: Os testículos? Eu sei. – Riu e eu a reprimi a olhando ela tinha dito aquilo mesmo.Ana: Marlene, sua depravada.Marlene: Eu digo tudo na sua cara Ana, são palavras.Ana: Do sistema masculino.Marlene: Você irá perceber que gosta desse sistema quando sua primeira vez chegar.Ana: Eu não sou mais virgem.Felipe: De responsabilidade não tem nada! – Se queixou passando por mim e Marlene. – Vão calar a boca agora? – Perguntou impaciente chegando a sua mesa. – EU FIZ UMA PERGUNTA AS DUAS! – gritou nos assustando.Ana: Sim, não falaremos mais. – Disse o matando com o olhar.Felipe: Ótimo, livros na página 210, - Pediu não gritando, quem ele e o que fez com o senhor Santos que só faz grita. – ESTÃO ESPERANDO O QUE? – Aqui está. Não esperei mais abri o livro na página que ele pediu e o olhei confusa, o que era isso, o que significava isso, não demos essa matéria ainda. – Surpresos? Ainda bem. – Sorriu vitorioso.Ana: Sim. Felipe: Você vai me odiar. Ana: Já odeio. Felipe: Já? Ana: Sim eu já odeio você. Felipe: Ana eu. Sara: Conte Felipe! - Gritou ainda impedindo de sairmos. Felipe largou minha cintura e foi até a mesa e colocou suas mãos em cima da caixa. Felipe: Sente-se por favor. - Sentei tal como Felipe pediu e ele se sentou em frente à minha cadeira estava com as caixas em suas pernas, Felipe finalmente ia me contar tudo, ele se levantou e puxou minhas mãos, ele se sentou e ficou com a caixa na outra mão, ele me puxou e eu fiquei sentada em cima de Felipe, o olhei assustada estava em cima dele depois de tudo o que aconteceu. - Meu passado é horrível. - Felipe abriu a caixa e eu vi o caderno que li quando ele foi tomar banho na casa dos seus pais, ele o pegou e o abriu. - Doze de Novembro 2014 – Entrei para o jogo finalmente, era importante amanhã, terá um jantar com todos os membros do jogo, é ótimo saber que consegui fazer com que eles me aceitem tal como eu queria, sinceramente e
Felipe: Já contei meu passado. Herry: Felipe você sabe perfeitamente que não é assim. Felipe: Contei, poupei você de contar a Ana a verdade. Ana: Agora posso ver as fotografias? Se foi um roubo. Felipe: Você enlouqueceu? Claro que não pode ver as fotografias. Ana: Foi um roubo não tem sangue não tem nada demais. Felipe: Você não pode ver as fotografias nem que eu peça. Ana: Por quê? Felipe: Não vou deixar você as ver Ana. Ana: Por quê? Foi um Roubo certo? - Perguntei olhando todos, Herry e Celeste olharam para Felipe e ele os encarou. - Certo? - Perguntei de novo. - Certo Felipe? - Ele não respondeu Celeste e Herry olhavam Felipe, esperando sua resposta. - Felipe? Felipe: Sim é a verdade foi um roubo. Ana: Você está mentindo. - O acusei, me aproximei de Felipe e ele se afastou. - Você mentiu. Felipe: Não estou mentindo. Ana: Então me deixe ver as Fotografias. Felipe: Nunca! - Resmungou. Ana: Então você realmente está mentindo. Felipe: Não estou. Ana: Se não estivesse
A, amanhã continuou calma vi Felipe poucas vezes sempre fumando, ficava preocupada por vezes ver ele fumando sempre me preocupava odiava ver ele fumando, mas não quero mais me importar com Felipe não mais, ele me incomodava cada vez que percebia meu olhar nele, não queria que ele me olha-se mais, as aulas continuaram e eu sempre sorria ou tentava, estava neste momento na aula de Inglês, Herry me olhava com pena e eu não conseguia muito estar atenta, olhei para fora da sala e vi Felipe Fumando uma loira se aproximou dele e ele sorriu, falavam algo que não conseguia entender, Felipe sorria muito abraçou a loira e pude ver que era Sara, o que ele fazia aqui fiquei atenta a cena dos dois lá fora e nem percebi que Herry estava me chamando, o olhei e ele perguntou se eu estava bem e eu apenas assenti olhei para fora de novo e Felipe ainda abraçava Sara eles se separaram e eu fiquei atenta de novo no que os dois, Felipe se aproximou e Sara acariciou o seu rosto, Felipe largou o cigarro e o p
Aspen: Isso é um sim? Ana: Claro que é um sim. - Sorri nervosamente, olhei para Felipe e ele não nos olhava mais. Aspen: Ane e agora? - Perguntou sussurrando. Ana: Apenas amigos que se beijam Aspen. Aspen: Posso beijar você sempre? Ana: Sempre que quiser. - Sorri mentindo, os lábios de Aspen eram bons, mas não tanto como os de Aspen. Aspen: Amor você Ane. Ana: Amor? Mas foi um beijo. Aspen: Sempre amei você. Ana: Que fofo. - Sussurrei fazendo carinho no rosto de Aspen. Aspen: Senhor Santos? Você estava aí? - Perguntou e Felipe apenas assentiu sem nos olhar. - Desculpa não sabíamos que estávamos acompanhados. Felipe apenas assentiu, saímos da sala mas antes olhei para ele de novo, ele estava me encarando seus olhinhos tinham lágrimas pequenas, ele estava lacrimejando, me deu pena mas não me rebaixei saí com Aspen da escola e ele me levou para casa, precisava estudar, agora sabia que ele não ia me dar as respostas como disse que me dava, meus pensamentos estavam em Felipe e c
Ana: Ouvi a parte da Kriss. - Menti. Felipe: Ouviu bastante. Ana: Felipe eu não ouvir nada eu juro. Felipe: Você pode para de mentir caramba! Herry: Felipe por favor pode ter calma, Sara fez exatamente o mesmo que você não reagiu assim. Felipe: Ela é deferente! Ana: Pois ela você pode, agora quando a mim você não vai, já que ela é tão importante para você. - Me afastei e ele me seguiu, quando ia me ticar me afastei. - Não me toque. Felipe: Você não vai sair, me diga a verdade. Ana: Ok eu digo a verdade, eu ouvi tudo, a parte da Kriss, do tal Warren, da prostituta que você pode ser preso de novo! Feliz? Agora sabe que escutei tudo agora o que vai acontecer? Você vai me deixar ir pois eu tenho planos e não é você que vai me impedir de continuar minha vida sem você. - Gritei com raiva. Felipe: Eu não quero saber de você! Ana: Pois eu também não quero! - Menti. Herry: Vocês estão muito tensos e estão dizendo coisas sem sentido, por favor se acalmem. Felipe: Eu estou calmo! - G
Ana: Quando? - Sorri maliciosamente pegando nas mãos frias de Felipe. - Por que são tão geladas? Felipe: O que? Ana: Suas mãos. Felipe: São frias? Ana: Muito, são geladas suas mãos. Felipe: Você não gosta de minhas mãos? Ana: São tão geladas Felipe. Felipe: Eu sei sempre foram não sei como alguém tem mãos tão frias como eu. Ana: Mas me excitam querido. Felipe: Excitam? Ana: Suas mãos frias sempre me excitam muito e me fazem arrepiar bastante. Felipe: Hoje de tarde você não tem aulas. - Sussurrou no meu ouvido apertando minha cintura. Ana: Não tenho, por quê? Felipe: Porque quero você nua. Ana: Humm... eu aceito. Felipe: Ótimo querida agora quero seus lábios tocando nos meus. - Sorriu me virando. Sorri entrelaçado meus braços em seu pescoço Felipe colocou minhas pernas em sua cintura, Felipe andou de novo e se sentou em sua cadeira, ele sorriu e me beijou, apertei seu pescoço e ele sorriu minhas mãos quentes apertavam seu pescoço e ele sorriu me beijando. Felipe: Queri







